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  • Che de Manuel Alegre

    Che

    Manuel Alegre

    7,50 

    Che de Manuel Alegre.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1997, 42 págs. B. Il.

    Poema de Che. Talvez um dia ele volte o general dos pobres / talvez um dia ele volte a Ñancahuazú / pouco importa se bem ou mal escolhido mas um lugar do espírito / outro lado da alma e a busca de um sentido / rumor de escrita / à luz de uma fogueira onde cintilam armas / […]

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Praça da Canção de Manuel Alegre.

    Praça da Canção, A

    Manuel Alegre.

    7,00 

    Praça da Canção de Manuel Alegre.
    Centelha Editora. Coimbra, 1975, 155 págs. B.

    Sem grande margem para dúvidas, pode dizer-se que este livro marcou para sempre toda uma geração de jovens portugueses que ao longo dos anos 60 se empenharam na contestação estudantil nas Universidades e lutaram contra a guerra nas ex-colónias africanas.
    Aparecido em Coimbra e incluindo muitos poemas que rapidamente se divulgaram graças às canções de Manuel Freire, José Afonso, Adriano Correia de Oliveira ou Luís Cília (entre outros), “Praça da Canção” recorre à História de Portugal para através desse passado colectivo interrogar o presente e o futuro do país, conseguindo aliar um poderoso sopro épico e um lamento pela condição dos portugueses no tempo em que foi escrito.
    Sublinhe-se ainda a capacidade de aproveitar os recursos da métrica e da rima para a criação de uma musicalidade sensível, por exemplo, na famosa “Trova do Vento que Passa”, e contribuindo para fazer de Manuel Alegre o trovador da sua geração.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Canto e as Armas de Manuel Alegre

    Canto e as Armas, O

    Manuel Alegre

    7,00 

    Canto e as Armas de Manuel Alegre.
    Centelha Editora. Coimbra, 1974, 139 págs. B.

    “Não me levem a mal se, apoiado num livro que pode considerar-se de estrela, me afortunar a dizer que com Manuel Alegre nasceu o maior poeta do neo-realismo português.’ Assim escreveu Mário Sacramento a propósito da Praça da Canção publicada em 1965. Posteriormente, com O canto e as Armas, Manuel Alegre prosseguiu o caminho duma poesia de combate, cantada e lida pelos que resistiam, proscrita e proibida pelo poder. Aqui se apresenta a 4ª edição deste livro, agora finalmente livre, para chegar a todos aqueles para que foi escrito”.

    📕 3ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sete Partidas de Manuel Alegre

    Sete Partidas

    Manuel Alegre

    7,00 

    Sete Partidas é um poema inédito de Manuel Alegre, dividido em 12 partes.

  • Cão Como Nós de Manuel AlegreScanner 20250324 (6)

    Cão Como Nós

    Manuel Alegre

    3,50 

    Cão Como Nós de Manuel Alegre.
    Planeta DeAgostini. Lisboa, 2004, 115 págs. E.

    É um épagneul-breton a personagem principal do novo livro de Manuel Alegre. Com “manchas castanhas e uma espécie de estrela branca no meio da cabeça”. Cão… como nós. Como nós, porque sabe da amizade (o cão é o melhor amigo do homem), da solidariedade, protege a criança, consola o dono, pressente a desgraça, ‘chora’ a morte. Mas também é altivo e irrequieto. Às vezes desobediente e exibicionista. Chama-se Kurika, e acompanhou o escritor e a sua família ao longo de anos. Aliás, ele ‘é’ parte da família, diz Manuel Alegre. Um livro alegre e comovente.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Nambuangongo Meu Amor de Manuel AlegreNambuangongo Meu Amor de Manuel Alegre

    Nambuangongo Meu Amor

    Manuel Alegre

    6,00 

    Os poemas da guerra. Uma antologia que reúne todos poemas de Manuel Alegre em torno da temática da guerra, e da guerra colonial em particular. Poemas escritos em tempos e locais diferentes, mas que, segundo o seu autor, constituem “um livro com uma identidade própria” que permitirá “realçar a conexão entre eles e o tempo…

  • Jornada de África

    Jornada de África

    Manuel Alegre

    10,00 

    Jornada de África de Manuel Alegre.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1989, 242 págs. B.

    Em Jornada de África, seu primeiro romance e inovadora abordagem da guerra colonial, Manuel Alegre retoma o mito de Sebastião, tão presente ao longo da sua poesia. O tratamento do destino individual dos personagens permite agora ao autor uma perspectiva nova, complexa e dramática, desse tema central da sua obra.

    Não são simples aqueles personagens: eles amam, sofrem, desejam e, sobretudo, interrogam-se, ao mesmo tempo que, inexoravelmente, desempenham os seus papéis. Não escapam a esta lei dos contrários o director da PIDE Lázaro Asdrúbal, o Escritor Jerónimo de Sousa, o General e o Coronel, o Furriel e o Poeta, nem Domingos da Luta, o nacionalista angolano, e muito menos o Alferes, Sebastião. Esse, combatente do antimito, tem o fado mais trágico: desaparecer, à imagem de Sebastião-rei, e alimentar ele próprio outro «Encoberto», desta vez uma geração. E tem Sebastião um amor, tão contraditório como o seu combate: Bárbara, a «cativa», filha de África, que ao perder o seu Alferes em Alcácer-Nambuangongo, começa também ela a ganhar uma pátria. No último aerograma Sebastião escrevera-lhe: «Não há aqui epopeia para dizer. Somos lusíadas do avesso, ninguém nos cantará.»

    Epopeia da anti-epopeia, Jornada de África confirma Manuel Alegre no lugar ímpar da nossa literatura contemporânea que obras como Praça da Canção ou O Canto e as Armas de há muito lhe haviam granjeado.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Terceira Rosa de Manuel Alegre

    Terceira Rosa, A

    Manuel Alegre

    7,50 

    «Sabia que aquela fraternidade não iria durar sem- pre, a comunhão entre todos iria em breve dar lugar às naturais divisões ideológicas e políticas, à festa sucederiam as tensões, os confrontos, talvez a inevitável frustração»