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  • Todos os Anos Pela Primavera de Luis Sttau Monteiro

    Todos os Anos Pela Primavera

    Luis Sttau Monteiro

    6,00 

    “Dedico esta peça — sem espírito de camaradagem, mas com uma fortíssima gargalhada — a todos os que, pela própria natureza do regime prisional a que estejam, ou venham a estar sujeitos, se considerem, em consciência, obrigados a proibi-la.”

  • Guerra Santa

    Guerra Santa

    Luís Sttau Monteiro

    10,00 

    Guerra Santa de Luís Sttau Monteiro.
    Edições Ática. Lisboa, 1974, 176 págs. B.

    Luís de Sttau Monteiro exercitou vários géneros literários, como o jornalismo, a ficção (as suas primeiras publicações foram romances) e a escrita dramática, mas foi sobretudo por esta última que cedo atraiu a atenção do público e da crítica. A sua peça de estreia – Felizmente há luar!, em 1961 – foi de imediato proibida de ser levada à cena. Tendo vivido em Londres durante a Segunda Guerra Mundial, por razões familiares, adaptou-se mal à intransigência da ditadura salazarista, destacando-se pelo tom irreverente das suas obras. A perseguição pela PIDE e a censura de que os seus textos foram alvo – Felizmente há luar! (1961) esteve catorze anos impedida de subir à cena, o que só foi possível após a queda do regime – provam o carácter interventivo da sua escrita e a sua estreita ligação com a realidade portuguesa da época. (…) Foi preso pela PIDE em 1967, após a publicação das peças satíricas A Guerra santa e A estátua, onde teceu duras críticas à ditadura e à guerra colonial.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.