As Rosas de Atacama de Luís Sepúlveda Edições ASA. Porto, 2000, 143 págs. B.
Um dia, no campo de concentração de Bergen Belsen, na Alemanha, Luis Sepúlveda encontrou gravada numa pedra uma frase de autor anónimo que dizia: «Eu estive aqui e ninguém contará a minha história.» Essa frase trouxe-lhe à memória toda uma galeria de personagens excecionais que havia conhecido e cujas histórias mereciam ser contadas.
Assim nasceu o presente livro, As Rosas de Atacama. «Histórias marginais» (aliás, o título da edição original espanhola), e também histórias de marginais, os relatos que compõem esta obra têm todos os ingredientes a que Luis Sepúlveda habituou os seus leitores: a defesa da vida e da dignidade humana, a luta pela justiça, o elogio dos valores ecológicos, o exotismo como afirmação de que os sonhos são os mesmos em todos os lugares da Terra. Como em todos os livros de Sepúlveda, também neste a realidade supera a ficção.
Histórias do Mar de Luís Sepulveda Edições ASA. Porto, 2002, 141 págs. B.
Nove escritores ibero-americanos evocam, em nove extraordinários relatos, nove facetas de um tema inesgotável que tem alimentado a literatura desde as suas origens e continua a fazê-lo com a mesma impetuosidade nas duas margens do mundo hispânico. Autores : Alfredo Pita, António Sarabia, Hernán Rivera Letelier, José Manuel Fajardo, Luis Sepúlveda, Mario Delgado Aparaín, Mempo Giardinelli, Ramón Díaz Eterovic, Rosa Montero
História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar de Luís Sepulveda Edições ASA. Porto, 2000, 121 págs. B.
Esta é a história de Zorbas, um gato grande, preto e gordo. Um dia, uma formosa gaivota apanhada por uma maré negra de petróleo deixa ao cuidado dele, momentos antes de morrer, o ovo que acabara de pôr.
Zorbas, que é um gato de palavra, cumprirá as duas promessas que nesse momento dramático lhe é obrigado a fazer: não só criará a pequena gaivota, como também a ensinará a voar. Tudo isto com a ajuda dos seus amigos Secretário, Sabetudo, Barlavento e Colonello, dado que, como se verá, a tarefa não é fácil, sobretudo para um bando de gatos mais habituados a fazer frente à vida dura de um porto como o de Hamburgo do que a fazer de pais de uma cria de gaivota…
Com a graça de uma fábula e a força de uma parábola, Luis Sepúlveda oferece-nos neste seu livro já clássico uma mensagem de esperança de altíssimo valor literário e poético.
História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar de Luís Sepúlveda. Porto Editora. Porto, 2012, 137 págs. B. Il. 👨🏻🎨 Ilustrações de Sabine Wilharm
Esta é a história de Zorbas, um gato grande, preto e gordo. Um dia, uma formosa gaivota apanhada por uma maré negra de petróleo deixa ao cuidado dele, momentos antes de morrer, o ovo que acabara de pôr.
Zorbas, que é um gato de palavra, cumprirá as duas promessas que nesse momento dramático lhe é obrigado a fazer: não só criará a pequena gaivota, como também a ensinará a voar. Tudo isto com a ajuda dos seus amigos Secretário, Sabetudo, Barlavento e Colonello, dado que, como se verá, a tarefa não é fácil, sobretudo para um bando de gatos mais habituados a fazer frente à vida dura de um porto como o de Hamburgo do que a fazer de pais de uma cria de gaivota…
Com a graça de uma fábula e a força de uma parábola, Luis Sepúlveda oferece-nos neste seu livro já clássico uma mensagem de esperança de altíssimo valor literário e poético.
Contos Apátridas de Luís Sepúlveda [et al]. Edições ASA. Porto, 2001, 143 págs. B.
Cinco histórias radicalmente distintas, escritas a partir de uma mesma premissa: a universalidade do território da ficção, para lá das diferenças nacionais e idiomáticas. Foi esse o propósito que reuniu neste livro os espanhóis Bernardo Atxaga e José Manuel Fajardo, o colombiano Santiago Gamboa, o mexicano Antonio Sarabia e o chileno Luis Sepúlveda.
Cinco histórias que renunciam às pátrias tradicionais, para criar as novas pátrias da liberdade e da imaginação.
Velho Que Lia Romances de Amor de Luis Sepúlveda.
Edições ASA. Porto, 2006, 110 págs. B.
Antonio José Bolívar Proaño vive em El Idilio, um lugar remoto na região amazónica dos índios shuar, com quem aprendeu a conhecer a selva e as suas leis, a respeitar os animais que a povoam, mas também a caçar e descobrir os trilhos mais indecifráveis.
Um certo dia resolve começar a ler, com paixão, os romances de amor que, duas vezes por ano, lhe leva o dentista Rubicundo Loachamín, para ocupar as solitárias noites equatoriais da sua velhice anunciada. Com eles, procura alhear-se da fanfarronice estúpida desses “gringos” e garimpeiros que julgam dominar a selva porque chegam armados até aos dentes, mas que não sabem enfrentar uma fera a quem mataram as crias.
Descrito numa linguagem cristalina e enxuta, as aventuras e emoções do velho Bolívar Proaño há muito conquistaram o coração de milhões de leitores em todo o mundo, transformando o romance de Luis Sepúlveda num “clássico” da literatura latino-americana.
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