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  • Santarém entre as Guerras Liberais (1820-1935) de Luís Eugénio Ferreira

    Santarém entre as Guerras Liberais (1820-1935)

    Luís Eugénio Ferreira

    15,00 

    Santarém entre as Guerras Liberais (1820-1935) de Luís Eugénio Ferreira.
    Junta Distrital de Santarém. Santarém, 1977, 181 págs. B. Il.

    Não é nosso intuito desenvolver sistematicamente os acontecimentos históricos durante o conturbado período das Guerras Liberais […] Atentamos única e exclusivamente nos reflexos de alguns desses factos, ocorridos durante o período de 1820 a 1835, sobre a administração da Câmara de Santarém.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📌 Carimbo: Oferta da Assembleia Distrital de Santarém.

  • Walt Whitman - Vida e Pensamento de Luís Eugénio Ferreira

    Walt Whitman – Vida e Pensamento

    Luís Eugénio Ferreira

    6,00 

    Walt Whitman – Vida e Pensamento de Luís Eugénio Ferreira.
    Galeria Panorama. Lisboa, s.d., 243 págs. B.

    Whitman surge-nos, com efeito, como um complexo de dois pólos opostos, o santo, o messiânico, e o antípoda, o pervertor de consciências, o crápula.

    Jamais uma obra poética inflamou de tal forma as paixões terrenas. Sucederam-se os cataclismos, palmas e espinhos foram colocados sucessivamente sobre a fronte expressiva do bardo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Santarém Memórias da Cidade

    Santarém Memórias da Cidade

    Luís Eugénio Ferreira

    7,00 

    Santarém Memórias da Cidade de Luís Eugénio Ferreira.
    Câmara Municipal de Santarém. Santarém, 1998, 93 págs. B.

    Não podemos escolher a cidade onde nascemos, mas podemos, em certas condições, escolher a cidade, onde vivemos a nossa vida. Num caso ou noutro, sempre se estabelecem relações afectivas muito fortes, que nos ligam ao espaço onde nossa vida teve início, ou onde ela decorreu posteriormente e nos permitem considerar a cidade como uma coisa nossa, como algo que faz parte de nós próprios, porque a cidade é o espaço físico onde se concretiza e decorre a nossa existência. A cidade fará assim parte da nossa memória, como sendo a sua maior referência. A cidade é também – o sentido sincrónico das relações que podemos estabelecer com ela, nos breves instantes da nossa própria vida. Ela é o nosso “habitat” o nosso ninho, e por isso ela protagoniza sempre o estilo e a qualidade de vida que levamos. Ela é o grande referente da nossa existência como seres sociais. E admitindo embora uma certa assimetria a cidade vive e envelhece connosco.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.