• E Se For Rapariga Chama-se Custódia de Luís de Sttau Monteiro

    E Se For Rapariga Chama-se Custódia

    Luís de Sttau Monteiro

    10,00 

    Que circunstância levam dois homens a revelarem o que de mais íntimo têm em si, que circunstâncias determinam que dois homens procurem ultrapassar os seus medos, procurarem libertar-se da solidão que os oprime…?

  • Todos os Anos, pela Primavera de Luís de Sttau Monteiro

    Todos os Anos, pela Primavera

    Luís de Sttau Monteiro

    6,00 

    “Dedico esta peça — sem espírito de camaradagem, mas com uma fortíssima gargalhada — a todos os que, pela própria natureza do regime prisional a que estejam, ou venham a estar sujeitos, se considerem, em consciência, obrigados a proibi-la.”

  • Felizmente Há Luar de Luís de Sttau Monteiro

    Felizmente Há Luar

    Luís de Sttau Monteiro

    5,00 

    Felizmente Há Luar de Luís de Sttau Monteiro.
    Editorial Ática. Lisboa, 1969, 164 págs. B.

    Denunciando a injustiça da repressão e das perseguições políticas levadas a cabo pelo Estado Novo, a peça Felizmente Há Luar!, publicada em 1961, no mesmo ano de Angústia para o Jantar, esteve proibida pela censura durante muitos anos. Só em 1978 foi pela primeira vez levada à cena, no Teatro Nacional, numa encenação do próprio Sttau Monteiro.

    Eu sou um homem de teatro concreto, real, de palco. Para mim, o teatro surge quando está no palco, quando estabelece uma relação social, concreta, num povo e num grupo. O livro meramente, ou o texto, tem para mim muito pouco significado, apesar de eu ser um autor teatral. (…) Se vocês são o teatro do futuro, eu sou o do passado. Eu sou um homem para quem só conta o espetáculo.

    Estas são palavras proferidas por Sttau Monteiro e publicadas em Le théatre sous la contrainte, Atas do Colóquio Internacional realizado em Aix-en-Provence, em 4 e 5 de dezembro de 1985, publicadas pela Universidade de Provence, em 1988.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sua Excelência de Luis de Sttau Monteiro

    Sua Excelência

    Luis de Sttau Monteiro

    10,00 

    Não devia esta peça ser editada antes de subir à cena por motivos que se tornarão evidentes a quem a ler. Acontece, porém, que à data em que escrevo estas linhas, anda ela em observação pelas repartições adequadas sem que os responsáveis pelas mesmas atinem com razão para a autorizar, o que me leva a…

  • Angústia para o Jantar

    Angústia para o Jantar

    Luis de Sttau Monteiro

    7,00 

    Angústia para o Jantar de Luis de Sttau Monteiro.
    Edições Ática. Lisboa, 1987, 239 págs. Mole.

    O que levará Gonçalo, um empresário rico e burguês, a encontrar-se para jantar com António, empregado de escritório e pobre, sempre ao dia 15 de cada mês, se nada têm em comum senão terem sido, há mais de 30 anos, colegas no liceu?

    Nunca vi nada que não fosse lógico. Tudo tem uma lógica, muito embora esteja por vezes escondido. É a isso que chamamos o segredo das coisas. O que distingue os homens lúcidos dos inconscientes é que os primeiros procuram descobrir a lógica das coisas, ao passo que os segundos julgam que as coisas surgem por si próprias e procuram, não a sua lógica, mas a sua rima.

    Num texto de grande intensidade dramática, que haveria de revelá-lo como um dos maiores vultos da literatura portuguesa Pós-Guerra, Luís de Sttau Monteiro denuncia, com uma ironia por vezes contundente, o quadro social e político português resultante das condições, e das contradições, impostas pelo Estado Novo.

    📕 9ª Edição.

    Num texto de grande intensidade dramática, que haveria de revelá-lo como um dos maiores vultos da literatura portuguesa Pós-Guerra, Luís de Sttau Monteiro denuncia, com uma ironia por vezes contundente, o quadro social e político português resultante das condições, e das contradições, impostas pelo Estado Novo.

  • As Mãos de Abraãozacut de Luís de Sttau Monteiro

    Mãos de Abraãozacut

    Luís de Sttau Monteiro

    7,00 

    Uma das mais importantes produções dramáticas de Sttau Monteiro, esta estreada pela Companhia «Teatro-Estúdio de Lisboa» em 1969. Com interesse para a bibliografia de Abraão ben Samuel Zacuto, astrónomo de origem judaica que serviu na corte de D. João II, tendo sido expulso de Portugal por não ter aceitado a sua conversão ao catolicismo.

  • Um Homem Não Chora de Luís de Sttau Monteiro

    Homem Não Chora, Um

    Luís de Sttau Monteiro

    4,00 

    Na obra “Um Homem não Chora”, Luís Sttau Monteiro dá a conhecer a sociedade do Estado Novo. Como lhe é habitual, a partir do conflito interior de um homem, não só em relação ao seu casamento, mas também em relação ao contexto político-social da época, remete-nos para a realidade social do seu tempo.
    Na novela “Pôr-do-Sol no Areeiro”, o mesmo autor enuncia a austeridade dos valores impostos e transmitidos pela sociedade, ao mesmo tempo que denuncia a transigência com que esses mesmos valores são aplicados no dia-a-dia. Ambas as histórias põem em evidência diferentes situações da realidade portuguesa, por um lado a austeridade de costumes e, por outro lado, uma certa libertinagem vivida no quotidiano.

  • Um Homem Não Chora de Luís de Sttau Monteiro

    Homem Não Chora

    Luís de Sttau Monteiro

    15,00 

    «Ao que um homem chega…
    O que o dia-a-dia faz dum homem!
    Caio em cima da cama com um nojo infinito de mim próprio.
    Um homem não chora.
    Um homem não chora.»