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Luís Beiroco
5,00 €
Cinco Homens de Estado de Luís Beiroco
Livros do Brasil. Lisboa, 2003, 172 págs. B.
Colecção: Vida e Cultura | 169
«O autor começa por fazer uma evocação biográfica de cinco grandes líderes europeus do século XX. Todos são ou foram figuras marcantes na história política do seu país – e da Europa. Todos menos um começaram a afirmar-se como Homens de Estado antes da 2ª Guerra Mundial; todos menos um se afirmaram como tais depois dela. O único que ainda está vivo continua a exibir as suas altas qualidades, embora tenha ganho as esporas de ouro como estadista nos anos 80 do século XX. Apesar das muitas diferenças que os separam, vários traços comuns os aproximam aos pares: Churchill e De Gaulle foram heróis de guerra; De Gaulle e Salazar foram construtores de sistemas constitucionais específicos; Salazar e Mitterrand (a despeito de inúmeras divergências) foram ambos amantes do Poder, das suas relações de influência e do seu exercício florentino; De Gaulle e Juán Carlos defenderam, com êxito, a Democracia contra golpes militares.» Diogo Freitas do Amaral
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Luís Beirôco
5,00 €
A Europa Possível de Luís Beirôco.
Livros dos Brasil. Lisboa, 2004, 137 págs. B.
Vida e Cultura | 172
«A história da construção europeia ensina-nos que sempre que do plano económico se pretende avançar para o plano político multiplicam-se as dificuldades e surgem as divisões. Os chamados eurocépticos sustentam que os pressupostos da construção europeia se alteraram com a implosão da União Soviética e a reunificação alemã. Para eles, que valorizam o retorno das nações, enquanto reflexo identitário provocado pela globalização, o método comunitário, tal como definido pelos pais fundadores, está ultrapassado. Os europeístas, por seu lado, pensam que é precisamente o fim do mundo bipolar que impõe que se acelere o passo a caminho da união política. Por duas ordens de razões. Em primeiro lugar, porque acolher os países da “outra Europa” obriga a um reforço da solidariedade e da coesão. Em segundo lugar, porque a Europa deve assumir um papel autónomo na nova ordem internacional que se pretende construir.»
Luís Beirôco
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