Armagedão de Leon Uris. Publicações Europa-América. Mem Martins, 1965, 876 págs. B.
Armagedão é a história de Berlim – cidade mártir e dividida, encruzilhada onde se entrechocam os interesses das grandes potências e da qual poderão depender os destinos do mundo. Leon Uris, neste seu novo romance, uma história intensa, fremente de actualidade, cuja acção se inicia ainda durante a guerra, poucos dias antes da derrocada hitleriana, prolongando-se pelos anos fora até à época da célebre “ponte área de Berlim”. Profundamente antinazi, movimentando uma multidão de figuras de caracteres bem definidos (americanos, russos ou alemães), e vincadamente humanos em suas virtudes e vícios, Armagedão constituí, antes de mais, um gruto de alarme contra os perigos sem conta que espreitam a humanidade.
A Passagem de Mitla de Leon Uris.
Publicações Europa-América. Mem Martins, 1989, 347 págs. B.
Gideon Zadok, jovem e talentoso autor de romance famoso sobre a segunda guerra mundial, sucumbe ao fascínio de Hollywood, destruindo-se. Desesperado para fazer reviver a sua carreira como romancista, parte com a família para Israel, decidido a encontrar material para um novo livro. Aí conhece Natasha Solomon, uma sobrevivente do Holocausto, e juntos vão viver uma pertubadora paixão. Despedaçado pelo amor que sente pela mulher que apoiou ao longo dos primeiros anos de fracasso e rejeição e pelo desejo incontrolável que nutre pela sua alma gémea, Gideon debate-se com uma ambivalência de sentimentos. Na véspera da Guerra do Sinai de 1956, Gideon evacua a família, deixa Natasha e junta-se às forças de Israel. É largado de pára-quedas na junção da Passagem de Mitla, muito perto das linhas inimigas.
Haj de Leon Uris. Publicações Europa-América. Mem Martins, 1993, 539 págs. B.
Haj Ibrahim – conhecido como o Haj – é o líder da pequena, mas estrategicamente localizada, aldeia de Tabah. Inimigo jurado – e amigo secreto – de Gideon Asch, colono israelita, pioneiro e combatente, o Haj e os seus homens revelam-se, antes de mais, no seu falso valor e ambição maníaca. O mundo deles é feito de juramentos, sangue, morte e vingança.
Mila 18 de Leon Uris
Publicações Europa-América. Lisboa, 1962, 706 págs. B.
No decorrer da última guerra mundial, cerca de oito milhões de judeus foram exterminados pelo ódio nazi. Para esse número só o gueto de Varsóvia contribuiu com mais de meio milhão de vítimas.
Mas os dirigentes desse povo mártir, desejando poupar vidas, sobretudo de crianças, tinham decidido a submissão às ordens dos nazis.
No entanto, um dia, um certo Alexandre Brandel ousou arremessar um cocktail Molotov contra as forças de ocupação. Foi o sinal para a revolta. Nesse instante, os responsáveis pelo povo judaico descobriram que só havia um caminho: o da resistência heroica.
Na rua Mila 18, foi instalado o quartel-general da Resistência. Ali, um bravo grupo de homens e mulheres sustentou um combate suicida que durou quarenta e dois dias e alimentou a chama da esperança que levaria à criação do Estado de Israel.
Colinas da Ira de Leon Uris. Portugália Editora. Lisboa, s.d., 285 págs. B.
De Leon Uris, THE ANGRY HILLS tem por pano de fundo a resistência aos ocupantes nazis na Grécia durante a Segunda Guerra Mundial. Mitchum é um soldado americano que, acidentalmente, se torna conhecedor de uma lista secreta de colaboradores dos nazis, pelo que se torna alvo de uma caçada, tanto por parte destes como da Resistência.
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