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  • Gama Camões Vieira Pessoa

    Gama Camões Vieira Pessoa

    Justino Mendes de Almeida

    6,00 

    Gama, Camões, Vieira, Pessoa: A Gesta e os Poemas, a Profecia (1498-1998) de Justino Mendes de Almeida [et al.]
    Livraria Nova Galáxia. Caldas da Rainha, 1999, 165 págs. B.

    Primeira Jornada
    Gama e Camões: a gesta e o poema

    Justino Mendes de Almeida
    Camões: biografias, biografia, autobiografia

    José da Costa Miranda
    Camões: tempestade marítima e fogo de Sant’Elmo. Ecos de Virgílio e também de épicos renascentistas italianos?

    Joaquim Romero de Magalhães
    Vasco da Gama: uma indispensável releitura das crónicas

    António Neves Berbém
    Vasco da Gama: o descobridor, o capitão, o embaixador

    Maria de Lourdes Cidraes
    A terra, o mar e a gente: realidade e mito n’Os Lusiadas de Luís de Camões

    Adriano Moreira
    O Euromundo de Camões e a Europa do fim do século

    Segunda Jornada
    Camões, Vieira, Pessoa: os poetas e os poemas, a profecia

    Fernando Campos
    Do Adamastor ao Mostrengo

    Arnaldo do Espírito Santo
    Camões e Vieira: epopeia e profecia

    Luís Filipe B. Teixeira
    Camões/Pessoa: poetas da viagem utópica

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Santarém Cidade do Camonismo

    Santarém Cidade do Camonismo

    Justino Mendes de Almeida

    7,50 

    Santarém Cidade do Camonismo de Justino Mendes de Almeida.
    Academia Portuguesa de História. Lisboa, 2007, 158 págs. B.

    Um quarto de século se completa entre a feitura deste livro e a hora em que o texto vê a luz da publicidade, por vontade do respectivo autor, o Prof. Doutor Justino Mendes de Almeida, doutorado em Filologia Clássica e actual Reitor da Universidade Autónoma Luis de Camões. Presidindo eu à comissão instaladora do Instituto Politécnico de Santarém, toda a minha ambição consistia em criar condições favoráveis à implantação do Ensino Superior no distrito de Santarém. À semelhança do que já ocorrera na Covilhã e em Braga, o meu desejo orientava-se na transformação legal de um Instituto Politécnico num outro de cariz universitário. Tinha-se sobretudo em conta que muitos jovens da província do Ribatejo não possuíam condições económicas para se fixar em Lisboa ou em Coimbra, pelo que o nascente Instituto poderia abrir-lhes as portas de um futuro promissor.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.