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  • A Vida no Céu de José Eduardo Agualusa

    Vida no Céu, A

    José Eduardo Agualusa

    7,50 

    A Vida no Céu de José Eduardo Agualusa
    Quetzal Editores. Lisboa, 2013, 186 págs. B.

    «Depois que o mundo acabou fomos para o céu.» Assim começa este romance. Na sequência de um desastre de proporções bíblicas – o Dilúvio -, os ricos das grandes cidades constroem enormes dirigíveis e vão viver para o céu. Os pobres improvisam balões, que prendem uns aos outros, ligados a redes, formando imensas aldeias flutuantes. Carlos Tucano nasce numa destas aldeias. É, portanto, um filho do céu. Esta é a sua história. Carlos deixa a aldeia onde nasceu e parte à procura do pai, desaparecido numa tempestade. Ao longo desta peregrinação, vai-nos dando a ver a vida no céu, com os seus prodígios, os seus mistérios, e também os seus desa- certos, ao mesmo tempo que estabelece ligações com toda uma galeria de personagens extraordinários – uma curandeira e sonhadora profissional sul-africana, um pirata indonésio arrependido, um navegador solitário cego, além de uma jovem adolescente rebelde, Aimée, que conhece no mais belo dirigível do mundo – o Paris.

    Segundo o Dicionário dos Nefelibatas, incluído no livro, as nuvens (água em estado onírico) são o alfabeto do céu.

    Este romance ajuda-nos a decifrá-las.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vendedor de Pássaros, O

    Vendedor de Pássaros, O

    José Eduardo Agualusa

    6,00 

    O Vendedor de Pássaros de José Eduardo Agualusa
    Booket. Lisboa, 2007, 213 págs. B.

    Félix Ventura escolheu um estranho ofício: vende passados falsos. Os seus clientes – prósperos empresários, políticos, generais, enfim, a emergente burguesia angolana – têm o futuro assegurado. Falta-lhes, porém, um bom passado. Félix fabrica-lhes uma genealogia de luxo e memórias felizes, e consegue-lhes os retratos dos ancestrais ilustres.

    A vida corre-lhe bem. Uma noite entra-lhe em casa, em Luanda, um misterioso estrangeiro à procura de uma identidade angolana. Então, numa vertigem, o passado irrompe pelo presente e o impossível começa a acontecer. Sátira feroz, mas divertida e bem-humorada, à atual sociedade angolana, O Vendedor de Passados é também (ou principalmente) uma reflexão sobre a construção da memória e os seus equívocos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Milagrário PessoalMilagrário Pessoal

    Milagrário Pessoal

    José Eduardo Agualusa

    7,00 

    Milagrário Pessoal de José Eduardo Agualusa.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2010, 190 págs. B.

    Iara, jovem linguista portuguesa, faz uma incrível descoberta: alguém, ou alguma coisa, está a subverter a nossa língua, a nível global, de forma insidiosa, porém avassaladora e irremediável. Maravilhada, perplexa e assustada, a jovem procura a ajuda de um professor, um velho anarquista angolano, com um passado sombrio, e os dois partem em busca de uma colecção de misteriosas palavras, que, a acreditar num documento do século XVII, teriam sido roubadas à “língua dos pássaros”. Milagrário Pessoal é um romance de amor e, ao mesmo tempo, uma viagem através da história da língua portuguesa, das suas origens à actualidade, percorrendo os diferentes territórios aos quais a mesma se vem afeiçoando.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Estranho em Goa, UmEstranho em Goa

    Estranho em Goa, Um

    José Eduardo Agualusa

    6,00 

    Estranho em Goa de José Eduardo Agualusa.
    Edições Cotovia. Lisboa, 2000, 171 págs. B.

    Um escritor parte para Goa à procura de uma lenda – o Comandante Maciel, de seu verdadeiro nome Plácido Afonso Domingo, antigo comandante de guerrilhas, em Angola, ou, segundo outras versões, um agente infiltrado da polícia política portuguesa. O que encontra é uma lenda maior, e muitíssimo mais fascinante. Um Estranho em Goa é um roteiro por um território antiquíssimo, onde a realidade e a magia se passeiam de mãos dadas.
    “O Diabo nunca anda muito longe do Paraíso” – lembra um dos personagens. Neste maravilhoso romance – que é, também, uma biografia do Diabo -, ele pode estar em toda a parte. O que une, afinal, um traficante de relíquias religiosas, uma bela e misteriosa historiadora de arte, especializada na recuperação de livros antigos, ou um sedutor empresário neopagão? E quem é Plácido Domingo?

    📕 3ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mulheres do Meu Pai de José Eduardo Agualusa

    Mulheres do Meu Pai

    José Eduardo Agualusa

    7,00 

    Mulheres do Meu Pai de José Eduardo Agualusa.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2007, 382 págs. B.

    Ao morrer, o famoso compositor angolano Faustino Manso deixou sete viúvas e dezoito filhos. A filha mais nova, Laurentina, realizadora de cinema, tenta então reconstruir a atribulada vida do falecido músico. Em As Mulheres do Meu Pai, realidade e ficção correm lado a lado, a primeira alimentando a segunda. Nos territórios que José Eduardo Agualusa atravessa, porém, a ficção participa da realidade. As quatro personagens do romance que o autor escreve, enquanto viaja, vão com ele de Luanda, capital de Angola, até Benguela e Namibe.

     

    Cruzam as areias da Namíbia e as suas povoações-fantasma, alcançando finalmente Cape Town, na África do Sul. Continuam depois, rumo a Maputo, e de Maputo a Quelimane, junto ao rio dos Bons Sinais – e dali até à ilha de Moçambique. Percorrem, nesta deriva, paisagens que fazem fronteira com o sonho, e das quais emergem, aqui e ali, as mais estranhas personagens. As Mulheres do Meu Pai é um romance sobre mulheres, música e magia.

     

    Nestas páginas anuncia-se o renascimento de África, continente afetado por problemas terríveis, mas abençoado pelo talento da música, o sempre renovado vigor das mulheres e o secreto poder de deuses muito antigos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.