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  • Anos Vinte em Portugal

    Anos Vinte em Portugal

    José-Augusto França

    25,00 

    Anos Vinte em Portugal: Estudo de Factos Sócio-Culturais de José-Augusto França.
    Editorial Presença. Lisboa, 1992, 493 págs. B. Il.

    “Este livro é, como o que o autor publicou há vinte e cinco anos sobre «O Romantismo em Portugal», um estudo de factos sócio-culturais, de informação e de reflexão sobre um período da história nacional – arredado e ainda perto de nós. A primeira data que nele nos aparece é, ao fim da guerra, o assassinato de Sidónio Pais, e a última, a instalação de Salazar no poder, a meio de 1932, ao termo de um lento processo de seis anos.» Vinte capítulos sucedem-se nas três partes da obra: entre 1919 e 1926, «Sidónio, Presidente-Rei», «A República de António José de Almeida», «A derradeira epopeia», «Lisboa dia e noite», «Autores e leituras», «Em redor d’A Brasileira», «Teixeira Gomes, Presidente “in partibus”», e «A “Era Alves dos Reis”», entre 1926 e 1932, «Ditador, precisa-se», «Bosques e selvas», Em redor da “Presença”», «Em redor dos “Independentes”», «Columbano e Malhoa», «Cinema e cinéfilos», «António Sérgio ou da Educação» e «O Tempo do Desprezo»; e, entre estas duas partes, uma de «Referências»: «Ricos e Pobres», «A Cidade Possível», «O Páis “a saque”» e «Ad Majorem Dei Gloriam».

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Modernismo na Arte Portuguesa, OModernismo na Arte Portuguesa de José Augusto França

    Modernismo na Arte Portuguesa, O

    José-Augusto França

    6,00 

    Modernismo na Arte Portuguesa de José-Augusto França.
    Instituto de Cultura Portuguesa. Lisboa, 1980, 115 págs. B.

    Iniciado em 1915 (após uma fase de humoristas) com a polémica futurista de Amadeo e Santa-Rita, o modernismo atravessou a pintura dos anos 20 e 30 de modo plástico (Viana, Dórdio, Botelho), de maneira mundana (Almada, Soares, Barradas), ou por vias do imaginário (Eloy, Júlio, Pedro), teve uma escultura pautada pelas propostas de Franco, viu nascer e morrer o racionalismo na arquitetura – até abdicar o seu sentido na Exposição imperial de 1940.

    📝 Assinatura de posse.

  • Colóquio Artes nº 82

    Colóquio Artes nº 82

    José-Augusto França

    6,00 

    O ARTISTA DO MÊS
    José-Augusto França


    O OLHAR DO VELHO SOBRE O NOVO MUNDO
    Roberto Pontual


    “FRED FOREST NOUS FAIT COURIR…”
    Liselotte Papenburg


    INTERVIEW DE FRED FOREST


    A COMPLEXA RELAÇÃO DE MÁRIO DE SA-CARNEIRO COM O CUBISMO
    Alfredo Margarido


    ALGUMAS QUESTÕES DE CRÍTICA DE ARTE E DE ESTÉTICA NA SUA RELAÇÃO
    Salette Tavares


    LE DERNIER GAG DE CHARLES CHAPLIN
    José-Augusto França


    D. JOÃO V, O ITALIANISMO E A MUSICOLOGIA PORTUGUESA
    J. M. Bettencourt da Câmara


    A RETROSPECTIVA DE CARLOS BOTELHO
    José-Augusto França


    CARTA DE LISBOA-1
    António Rodrigues


    CARTA DE LISBOA-II: A ESCOLA DE CHICAGO
    José-Augusto França


    CARTA DE LISBOA-III: BERNARDO MARQUES
    Marina Bairrão Ruivo


    LETTRE DE PARIS: DE FAUTRIER A CHAISSAC
    Roberto Pontual


    LETTRE DE BARCELONE
    Chake Matossian