Eça de Queirós de João Gaspar Simões
Círculo de Leitores. Lisboa, 1978, 150 págs. E. Colecção: Conhecer
Eça de Queirós (1845-1900) foi um dos maiores romancistas portugueses e principal representante do Realismo. Nascido na Póvoa de Varzim, destacou-se pela crítica à sociedade, à burguesia e ao clero. Diplomata de carreira, escreveu obras marcantes como O Crime do Padre Amaro, O Primo Basílio e Os Maias, renovando profundamente a literatura portuguesa.
Júlio Dinis de João Gaspar Simões
Círculo de Leitores. Lisboa, 1979, 165 págs. E. Il.
Júlio Dinis, pseudónimo de Joaquim G. G. Coelho, foi um escritor português do século XIX, médico de formação, cuja obra marca a transição do Romantismo para o Realismo. Destacou-se por retratar a vida burguesa e rural com simplicidade, otimismo e sentido social.
Eduarda de João Gaspar Simões. Editorial Organizações. Lisboa, s.d., 47 págs. B.
Dirigida por Manuel do Nascimento, Colecção Novela, que “nasce como um protesto contra a maior parte das publicações baratas que enxameiam o mercado do livro. Baixo preço foi tomado como sinónimo de falta de qualidade, com a agravante de se atirarem às costas do público todas as responsabilidades, afirmando que ‘ele’, essa entidade vaga, não quer outra coisa. Acompanharão cada um dos pequenos volumes de ‘Colecção Novela’ uma pequena biografia do seu autor e uma bibliografia, prestando-se a uma séria iniciação literária.
Eça de Queirós: a obra e o homem de João Gaspar Simões.
Arcádia Editora. Lisboa, 1981, 163 págs. B.
João Gaspar Simões (1903 a 1987), grande crítico literário português, e também romancista, dramaturgo, historiador da literatura, tradutor, foi sem dúvida uma figura ímpar na literatura e na cultura portuguesa. Muito do conhecimento e da compreensão que hoje se têm sobre o que foram, no passado recente e não só, as letras portuguesas, o papel que desempenharam na sociedade, o seu lugar no mundo e o legado que nos deixaram, têm uma grande dívida para com ele. È geral o reconhecimento do seu mérito, mesmo por quem não concorda com ideias que exprimiu. Na sua obra são de referir os livros em que aborda a vida e obra de Eça de Queirós. Um deles, o segundo, intitulado Eça de Queirós, foi publicado em 1961 pela Editora Arcádia Limitada, na colecção A Obra e o Homem. É um livro de 217 páginas, em duas partes, com muitas citações, algumas não referenciadas, mas que denotam o estudo intenso da obra e da vida do biografado
Elói ou Romance numa Cabeça de João Gaspar Simões. Editora Arcádia. Lisboa, s.d., 181 págs. B.
“Elói ou Romance numa Cabeça” é um romance do escritor português João Gaspar Simões, publicado em 1932. É considerado o primeiro romance português a focar-se na introspecção psicológica, explorando a mente e as emoções do protagonista, Elói, através de uma narrativa que acompanha a sua jornada marcada pelo ciúme e a rutura com a ordem social.
📕 3ª Edição Revista. ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
António Nobre: Precursor da Poesia Moderna de João Gaspar Simões. Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 87 págs. B.
“Poucos poetas como António Nobre terão exercido uma influência tão poderosa nas recentes tendências da poesia nacional. Poucos poetas como ele terão sido tão naturalmente originais. Poucos terão devido tão pouco à poesia estrangeira. Eis o precursor da poesia moderna portuguesa que mais activa influência continua a exercer”.
Um Marido Fiel de João Gaspar Simões. Parceria A. M. Pereira. Lisboa, 2003, 239 págs. B.
O tema central do livro é o adultério masculino. É a estória de Mário, homem carente de afectos femininos, que se sente subjugado e atraído por Regina, a sua secretária, e acaba por, algo contrariado – pois não era essa a sua intenção, casar com ela. Logo contrapõe à fidelidade exigida pela instituição matrimonial um irresistível apelo pelo adultério. E exerce permanentemente uma auto-análise justificativa dos seus desejos e atitudes numa dialética de “culpado/não culpado”. Mas o imprevisível irrompe na sua vida na curva de uma estrada…
José Régio e História do Movimento da Presença de João Gaspar Simões.
Brasília Editora. Porto, 1977, 370 págs. B.
“Aproveitando a data que este ano se celebra – o aparecimento em Coimbra, a 10 de Março de 1927, do primeiro número da revista Presença -, lembrei-me de reunir num volume não só o texto, refundido, do livro que em 1957 dei à estampa sob o título de História do Movimento da «Presença», mas alguns outros textos e documentos em meu poder capitais para o conhecimento da vida e da morte dessa «folha de arte e crítica» que veio ocupar uma situação única na história das letras e das artes no nosso país na primeira metade do nosso século”.
António Nobre: Precursor da Poesia Moderna de João Gaspar Simões. Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 87 págs. B.
“Poucos poetas como António Nobre terão exercido uma influência tão poderosa nas recentes tendências da poesia nacional. Poucos poetas como ele terão sido tão naturalmente originais. Poucos terão devido tão pouco à poesia estrangeira. Eis o precursor da poesia moderna portuguesa que mais activa influência continua a exercer”.
Garrett de João Gaspar Simões. Livraria Tavares Martins. Porto, 1954, 172 págs. B. Colecção: Poetas de Ontem e de Hoje | 1
De muito pouco vale o que um poeta diz ou pensa dos seus próprios versos, seja qual for o grau de acuidade da sua inteligência critica, desde que o não auxiliem luzes susceptiveis de iluminar a sus obra para além do gosto e das tendências estéticas do seu tempo. Não podemos esquecer que ao poeta Garrett devemos a introdução do gosto romântico na poesia portuguesa, campanha em que se empenhou antes por imperativos de cultura e sociabilidade que por tem peramento propriamente dito.
Fernando Pessoa: Escorço Interpretativo da sua Vida e Obra de João Gaspar Simões. Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 116 págs. B.
Publicando agora em português esse breve trabalho, devo advertir o leitor de que o elaborei utilizando, por vezes textualmente, as páginas da minha longa biografia crítica do grande poeta, publicada em 1951 sob o título de Vida e Obra de Fernando Pessoa. Trata-se, pois, de uma síntese ou resumo desse trabalho, até à data, não obstante as criticas que lhe foram feitas, a única biografia completa do criador dos heterónimos. A advertência ai fica.
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