• O Povo na Literatura Portuguesa de João de Barros

    Povo na Literatura Portuguesa, O

    João de Barros

    10,00 

    O Povo na Literatura Portuguesa de João de Barros
    Guimarães Editores. Lisboa, s.d., 307 págs. B.

    O Povo na Literatura Portuguesa, de João de Barros, reúne textos de autores dos séculos XV a XIX sobre a representação do povo na literatura portuguesa. A obra destaca a evolução social e cultural do país através de crónicas, poesia, teatro e romance. A obra inclui um longo e importante prefácio de João de Barros.

    📝 Assinatura de posse.
    🟡 Lombada com falha.

  • Lusíadas de Luís de Camões Contados às Crianças e Lembrados ao Povo

    Lusíadas de Luís de Camões Contados às Crianças e Lembrados ao Povo, Os

    João de Barros

    5,00 

    Os Lusíadas de Luís de Camões Contados às Crianças e Lembrados ao Povo de João de Barros.
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 2003, 213 págs. B.

    Era uma vez um povo de marinheiros e de heróis, o povo português, o nosso povo, que já lá vão muitos anos — mais de quatrocentos — quis descobrir o caminho marítimo para a Índia. A Índia aparecia então, aos olhos de todos os Europeus, como terra de esplendor e de riqueza, que todos os homens desejavam, mas onde era difícil, quase impossível chegar. Quatro pequenos navios — tão pequenos sobre o imenso, ignorado Oceano! — Quatro naus comandadas pelo grande capitão Vasco da Gama lançaram-se através do Atlântico, só conhecido até ao Cabo da Boa Esperança, dobraram esse Cabo e puseram-se de vela para a região que demandavam.

    O vento era brando, o mar sereno. Até então a viagem correra sossegada. Mas os perigos seriam constantes, a travessia arriscada, a viagem longa. E ninguém sabia ao certo o rumo a seguir, pois nunca outra gente se atrevera sequer a tentar tão comprida e custosa navegação.

    Só a coragem e a audácia dos Portugueses seria capaz da proeza heróica! Assim inicia João de Barros a sua adaptação em prosa de Os Lusíadas, o poema épico português. Nesta obra, o autor condensa e simplifica a leitura dessa joia da literatura nacional, tornando-a acessível a um público mais jovem, mas interessado em conhecer a sua História e as suas Origens.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Lusíadas de Luís de Camões de João de Barros

    Lusíadas de Luís de Camões

    João de Barros

    6,00 

    Lusíadas de Luís de Camões de João de Barros.
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1977, 214 págs. B.

    Era uma vez um povo de marinheiros e de heróis, o povo português, o nosso povo, que já lá vão muitos anos — mais de quatrocentos — quis descobrir o caminho marítimo para a Índia. A Índia aparecia então, aos olhos de todos os Europeus, como terra de esplendor e de riqueza, que todos os homens desejavam, mas onde era difícil, quase impossível chegar. Quatro pequenos navios — tão pequenos sobre o imenso, ignorado Oceano! — Quatro naus comandadas pelo grande capitão Vasco da Gama lançaram-se através do Atlântico, só conhecido até ao Cabo da Boa Esperança, dobraram esse Cabo e puseram-se de vela para a região que demandavam. O vento era brando, o mar sereno. Até então a viagem correra sossegada. Mas os perigos seriam constantes, a travessia arriscada, a viagem longa. E ninguém sabia ao certo o rumo a seguir, pois nunca outra gente se atrevera sequer a tentar tão comprida e custosa navegação. Só a coragem e a audácia dos Portugueses seria capaz da proeza heroica! Assim inicia João de Barros a sua adaptação em prosa de Os Lusíadas, o poema épico português. Nesta obra, o autor condensa e simplifica a leitura dessa joia da literatura nacional, tornando-a acessível a um público mais jovem, mas interessado em conhecer a sua História e as suas Origens.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Martins Barata

  • Pequena História da Poesia Portuguesa de João de Barros

    Pequena História da Poesia Portuguesa

    João de Barros

    5,00 

    Do «Cancioneiro da Ajuda» ao «Cancioneiro Geral» de Garcia de Rezende; De Bernardim Ribeiro e Sá de Miranda e Luís de Camões; Do Francisco Rodrigues Lobo e Bocage; Do Romantismo de Garrett ao idealismo contemporâneo.