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  • Voz dos Deuses de João Aguiar

    Voz dos Deuses

    João Aguiar

    6,00 €

    A Voz dos Deuses de João Aguiar
    Edições ASA. Porto, 1996, 366 págs. E.

    Narrado por Tongio, companheiro de Viriato, o romance acompanha a resistência dos Lusitanos ao avanço romano na Península Ibérica. Entre campanhas militares, alianças, crenças e conflitos políticos, João Aguiar recria o mundo do século II a.C. e a figura de Viriato, combinando ficção histórica com elementos arqueológicos, religiosos e culturais da antiga Lusitânia.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 485g
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  • Voz dos Deuses

    Voz dos Deuses

    João Aguiar

    6,00 €

    A Voz dos Deuses: Memórias de um Companheiro de Armas de Viriato de João Aguiar.
    Perspectivas & Realidades. Lisboa, 1985, 291 págs. B.

    A Voz dos Deuses é já um clássico do romance histórico português contemporâneo. Uma leitura apaixonante que nos dá a conhecer a história de Viriato, um dos construtores da realidade ibérica.

    Em 147 a.C., alguns milhares de guerrilheiros lusitanos encontram-se cercados pelas tropas do pretor Caio Vetílio. Em princípio, trata-se apenas de mais um episódio da guerra que a República Romana trava há longos anos para se apoderar da Península Ibérica. Mas os Lusitanos, acossados pelo inimigo, elegem um dos seus e entregam-lhe o comando supremo. Esse homem, que durante sete anos vai ser o pesadelo de Roma, chama-se Viriato.

    Entre 147 e 139, ano em que foi assassinado, Viriato derrotou sucessivos exércitos romanos, levou à revolta grande parte dos povos ibéricos e foi o responsável pelo início da célebre Guerra de Numância.

    Viriato foi um verdadeiro génio militar, político e diplomático. Mas, sobretudo, Viriato foi o defensor de um mundo que morria asfixiado pelo poderio romano: o mundo em que mergulham as raízes mais profundas de Portugal e de Espanha. É esse mundo, já então em declínio, que este livro tenta evocar.

    Aquando do seu aparecimento, em 1984, Fernando Assis Pacheco escreveu serem raras as estreias com tanta qualidade. Depois disso, A Voz dos Deuses, ao longo de sucessivas edições, tornou-se um “clássico” do romance histórico português contemporâneo.

    📝 Assinatura de posse.

  • Inês de Portugal

    Inês de Portugal

    João Aguiar

    5,00 €

    Inês de Portugal de João Aguiar
    Edições ASA. Porto, 1997, 135 págs. B.

    Castelo de Santarém, num dia do ano de Cristo de 1359.
    Enquanto El-Rei D. Pedro I corre a caça pelos campos, os seus conselheiros Álvaro Pais e João Afonso Tello esperam com sombria ansiedade a chegada de dois prisioneiros, Álvaro Gonçalves e Pero Coelho, dois dos “matadores” de Inês de Castro (o terceiro, Diogo Lopes Pacheco, logrou fugir e refugiou-se em França). A esses homens havia sido solenemente prometido perdão, mas o Rei, decidido a vingar a única mulher que amou, quebrou o juramento feito, e agora eles vêm, debaixo de ferros, a caminho de Santarém. É este o ponto de partida de Inês de Portugal. Mas ao longo das suas páginas é todas a história de Pedro e Inês que João Aguiar reconstrói, abordando pela primeira vez um tema histórico posterior à Nacionalidade e fazendo-o desde logo com um dos mitos maiores da nossa consciência de Nação.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Comedores de Pérolas

    Comedores de Pérolas

    João Aguiar

    5,00 €

    Comedores de Pérolas de João Aguiar.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1993, 202 págs. B.

    Jornalista de profissão e escritor nas horas vagas, Adriano descobre-se, de repente, na meia-idade. A vida não passa de um jogo extremamente cruel e ele dá consigo “sentado à beira da água opaca, a fumar o cachimbo e a morder um caule de erva que sabia a fénico”… O resultado do choque é um suicídio frustrado e uma fuga, sem esperança para Macau.

    Em Macau, descobre um passado de que nunca suspeitara e descobre também a angústia sorridente da próxima reintegração na China. Mas a “pérola do Oriente” reserva-lhe uma outra surpresa: mergulhado brutalmente numa intriga que já fez vários mortos, Adriano é obrigado a esquecer as reflexões pessimistas sobre a vida e o mundo, para ceder ao instinto primitivo de lutar pela sua sobrevivência.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.