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  • Arqueologia Peruana

    Arqueologia Peruana

    João Afonso Corte-Real

    7,00 

    Arqueologia Peruana de João Afonso Corte-Real.
    Edições Maranus. Porto, 1964, 18 págs. Mole.

    Apuntes para un muy breve examen perteneciente o relativo a la Arqueologia

    Comunicação apresentada ao III Colóquio Portuense de Arqueologia 1964

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Pretenso Manuscrito de História Negativa de João Afonso Côrte Real

    Pretenso Manuscrito de História Negativa

    João Afonso Côrte-Real

    7,50 

    Pretenso Manuscrito de História Negativa de João Afonso Côrte-Real. Revista Independência». Sociedade Histórica de Independência de Portugal. Lisboa, 1970, 24 págs. B.

    Opúsculo de pendor historiográfico e analítico constituído como separata da Revista “Independência”, órgão oficial da Sociedade Histórica da Independência de Portugal. O autor, João Afonso Côrte-Real, dedica o texto à análise crítica de uma fonte documental específica, por si designada como “pretenso manuscrito”, escalpelizando a fidedignidade dos factos narrados à luz do método histórico. A obra constitui um contributo de curta extensão (24 páginas) para o debate metodológico e documental da história nacional.

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    Características do Exemplar
    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.
    Peso: 75g
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  • Recolha de Alguns Elementos Coevos para a História Sincera do Reinado de El-Rei Dom João V de João Afonso Corte-Real.

    Recolha de Alguns Elementos Coevos para a História Sincera do Reinado de El-Rei Dom João V

    João Afonso Corte-Real

    10,00 

    Recolha de Alguns Elementos Coevos para a História Sincera do Reinado de El-Rei Dom João V de João Afonso Corte-Real. Ed. Autor. Madrid, 1951 [?], 45 págs. B.

    Nas duas correntes históricas dimanadas da figura discutida de el Rei D. João V, resultam entre as opiniões opostas estas indispensáveis perguntas:

    Qual o mérito do monarca?

    Qual a posição de Portugal?

    Recuados, pois, ao começante século dezoito; integrados, em grande parte, no «modus vivendi» usado na época; tendo em atenção a convivência constante com os outros países, sobretudo, europeus; preocupados com a segurança e respeito pelos novos interesses metropolitanos e coloniais, resultantes, principalmente, do aparecimento quantioso do ouro do Brasil; reconhecendo a vantagem da ostentação como forma de prestigio entre as nações estrangeiras eivadas da mesma viciosidade; procurando nas terras portuguesas de Africa algo do que nos faltava em casa; mantendo na India governos seguros, conseguiamos, não só, criar uma politica nacional de prestigio como ter lugar de relevo entre os mais representativos países da Europa, soerguendo-se de maneira iniludível a consideração com que eramos tratados pelo Vaticano

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Terceiro Centenário da Célebre Batalha de Montes Claros (1665-1965)

    Terceiro Centenário da Célebre Batalha de Montes Claros (1665-1965)

    João Afonso Côrte-Real

    7,50 

    Terceiro Centenário da Célebre Batalha de Montes Claros (1665-1965) de João Afonso Côrte-Real.
    Ed. Autor. 1965. 14 págs. B

    A batalha dos Montes Claros, em 17 de junho de 1665, é a última de um conjunto de batalhas de grandes proporções, tidas como essenciais para garantir a independência de Portugal durante a guerra da restauração.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Algumas das Mais Interessantes Relações de Amizade e Alianças Históricas entre Portugal e a Inglaterra de João Afonso Corte-Real

    Algumas das Mais Interessantes Relações de Amizade e Alianças Históricas entre Portugal e a Inglaterra

    João Afonso Corte-Real

    10,00 

    Algumas das Mais Interessantes Relações de Amizade e Alianças Históricas entre Portugal e a Inglaterra de João Afonso Corte-Real.
    Associação Portuguesa para o Progresso das Ciências. 1950.

    Este pequeno estudo trata apenas de um tentame de ordenação cronológica e exame crítico das mais expressivas relações de amizade luso-britânicas, desde os primeiros tempos da nossa História, em perfeito estado de compreensão política e de assistência mútua, até ao momento actual.

    [Com dedicatória do autor]

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.