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  • Reflexões Sôbre o Racismo de Jean-Paul Sartre

    Reflexões Sôbre o Racismo

    Jean-Paul Sartre

    10,00 

    Reflexões Sôbre o Racismo de Jean-Paul Sartre.
    Difusão Europeia do Livro. Brasil, 1960, 149 págs. B.

    I – Reflexões sôbre a questão judaica
    II – Orfeu Negro
    Tradução de J. Guinsburg
    No momento em que o anti-semitismo de novo tenta alastrar-se pelo mundo ocidental; em que se travam violentos conflitos raciais na Africa do Sul e jovens Estados surgem no Continente Negro, não poderia ser mais oportuno o lançamento dêstes dois ensaios de J.-P. Sartre (Reflexões Sobre a Questão Judaica e Orfeu Negro) enfeixados sob o título geral Reflexões Sobre o Racismo.
    A problemática do bastardo sempre obsedou Sartre, porque típica de nossa atual civilização. Dois bastardos, o judeu e o negro, e a sociedade que a ambos gerou e rejeitou, são lucidamente desmontados e analisados nas páginas que se seguem.
    Um dêles, o judeu, é um bastardo amaldiçoado e por isso mesmo sagrado, já que necessário em momentos de crise à sociedade hierarquizada que o forjou. Amaldiçoado porque indiciado matador de Cristo-Deus, duplamente amaldiçoado pela Idade Média que lhe impôs a pecaminosa mas indispensável atividade de “comércio de dinheiros”, a imagem que dêle subsiste em nós é a do avarento, do homem que vive à parte; nós, que o tornamos agiota e estrangeiro em nossa pátria. Assim abastardado, contra êle será sempre possível provocar o ódio irracional de uma pseudoconsciência nacional que independa das hierarquias de classe, a fim de que o empregado se esqueça de que é mal pago, para sentir-se irmanado com o patrão ante, por exemplo, um caso Dreyfus.
    O outro bastardo, o negro, vítima do colonialismo, tem que viver sob o signo da autenticidade. Um judeu, branco entre brancos, pode negar-se judeu, declarar-se homem entre homens. O negro jamais poderá negar sua côr, signo indelével de sua situação. Não tem subterfúgio possível, sua luta pela liberdade será forçosamente a oposição da sua raça à do opressor, a descoberta mágicada sua interioridade, a afirmação de sua negritude, a violentação da lógica e da língua que o colonizador lhe impôs. E êste racismo anti-racista é afinal o único caminho capaz de levar à abolição das diferenças de raça.

    📝 Assinatura de posse.

  • Obras Primas da Novela Contemporânea

    Obras Primas da Novela Contemporânea

    Jean Paul-Sartre

    7,00 

    Obras Primas da Novela Contemporânea de Jean Paul-Sartre [et al.]
    Portugália Editora. Lisboa, 1964., 445 págs. B.

    5 Obras-Primas da Novela Contemporânea” é uma coletânea publicada pela Portugália Editora, reunindo novelas de autores como Jean-Paul Sartre, John Steinbeck, Panait Istrati, D.H. Lawrence e Thomas Mann. A obra faz parte da coleção “Antologias Universais

    Incluí:

    • O Muro, de Jean-Paul Sartre.
    • Noite sem Lua, de John Steinbeck.
    • Codine, de Panait Istrati.
    • O Homem que Morreu, de D.H. Lawrence.
    • Tonio Kröger, de Thomas Mann.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Acuso

    Acuso

    Jean-Paul Sartre

    6,00 

    Acuso de Jean-Paul Sartre.
    Brasília Editora. Porto, 1969, 133 págs. B.

    O livro é uma compilação de textos nos quais Sartre “acusa” ou denuncia diversas instâncias de opressão e injustiça social, expressando a solidariedade do autor com os que foram presos por crimes de opinião, como as detenções que ele próprio e outros intelectuais enfrentaram

    📝 Assinatura de posse.

  • Le Diable et le Bon Dieu de Jean-Paul Sartre

    Le Diable et le Bon Dieu

    Jean-Paul Sartre

    5,00 

    « Goetz : Je prendrai la ville. Catherine : Mais pourquoi ? Goetz : Parce que c’est mal. Catherine : Et pourquoi faire le Mal ? Goetz : Parce que le Bien est déjà fait. Catherine : Qui l’a fait ? Goetz : Dieu le Père. Moi, j’invente. »

  • Sequestrados de Altona de Jean-Paul SartreSequestrados de Altona

    Sequestrados de Altona

    Jean-Paul Sartre

    3,00 

    Frantz von Gerlach é o sequestrado voluntário que sente pesar sobre si a ameaça da vida. Servindo-se do individual, nela Sartre equaciona os problemas fundamentais do homem posto perante si próprio. Von Gerlach não é apenas um ex-nazi, é qualquer homem em estado de culpa.