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  • Processo Violeta de Inês Pedrosa

    Processo Violeta, O

    Inês Pedrosa

    7,00 

    Processo Violeta de Inês Pedrosa.
    Porto Editora. Porto, 2018, 229 págs. B.

    No Portugal festivo e individualista do fim da década de 80, Violeta, uma professora de 32 anos, engravida de Ildo, um aluno de 14 anos, filho de uma mãe solteira cabo-verdiana. O Insubmisso, novo jornal de uma elite em ascensão, perseguirá a história e descobrirá que o pai de Ildo é um cavaleiro tauromáquico aristocrata. O escândalo do chamado processo Violeta contrastará com o silêncio absoluto através do qual Ana Lúcia, amiga de Violeta, oculta a sua violação por um outro aluno de 14 anos da mesma escola. Este romance apaixonante interroga, com inteligência, imaginação e humor, os interditos de uma sociedade que se diz livre e despida de preconceitos. O processo Violeta é, afinal, o de um país de hábitos clandestinos, esconsos, sacrificiais e crepusculares.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Crónica Feminina

    Crónica Feminina

    Inês Pedrosa

    6,00 

    Crónica Feminina de Inês Pedrosa.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2005, 458 págs. B.

    «Ao fim de uns anos, as crónicas ganham a cor sépia e reveladora dos diários, mostram muito mais do que uma perspectiva individual acerca do mundo; são um estendal de sonhos e inquie- tações, prazeres, ódios e amores de estimação. Temas como o aborto, a discrimi- nação, os abusos sobre crianças, a violência sobre as mulheres, a educação e a justiça são, no meu caso, mais do que recorrentes, verdadeiramente obsessivos.»
    Inês Pedrosa, do prefácio

    📕 1ª Edição.

  • Vinte: 20 Mulheres para o Século XX20 Mulheres

    Vinte: 20 Mulheres para o Século XX

    Inês Pedrosa

    6,00 

    20 Mulheres para o Século XX de Inês Pedrosa.
    Publicações D. Quixote. Lisboa, 2001, 277 págs. B.

    O século XX marcou a entrada das mulheres na História e pôs fim à crença segundo a qual as mulheres “eram aquela metade de uma espécie de mamíferos que se destina aos nascimentos”. Ainda estamos a sentir o impacto desta mudança profunda, que abriu às mulheres o mundo do trabalho e do poder, aos o mundo dos afectos, e a ambos a nova aventura da intimidade. Foram felizmente muito mais de vinte mulheres que marcaram o mundo neste primeiro século de emancipação. Muitas outras podiam ter cabido neste número redondo, que serve apenas como marco dos dezanove anteriores séculos de silêncio.

     

    Sophia de Mello Breyner Andersen / Hanna Arendt / Simone de Beauvoir / Agustina Bessa-Luís / Coco Chanel / Agatha Christie / Marie Curie / Bette Davis / Isadora Duncan / Frida Kahlo / Carson McCullers / Golda Meir / Marilyn Monroe / Eva Peròn / Maria João Pires / Paula Rego / Amália Rodrigues / Lou Andreas Salomé / Madre Teresa / Virginia Woolf

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.