Sem Testemunhas de Frederick Forsyth Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 269 págs. B. Colecção: Dois Mundos | 145
Sem Testemunhas é uma aclamada coletânea de 10 contos e novelas curtas escrita pelo mestre do thriller geopolítico Frederick Forsyth e lançada originalmente em 1982. Ao contrário dos seus romances longos focados em espionagem internacional complexa, esta obra foca-se em narrativas breves, intensas e repletas de reviravoltas psicológicas sobre vingança, chantagem, ganância e o crime perfeito.
Odessa de Frederick Forsyth
Livros do Brasil. Lisboa, s.d, 347 págs. B. Colecção: Dois Mundos | 114
«Odessa» não designa o porto soviético do mar Negro nem a cidadezinha americana que tem esse nome. É uma palavra composta por seis iniciais que, em alemão, significam «Organisation Der Ehemaligen SS Angehörigen», ou seja, «Organização dos Antigos Membros das SS».
A 22 de Novembro de 1963, o Presidente Kennedy era assassinado em Dallas. Em Hamburgo eram 20 e 30. Se Peter Miller, no seu «Jaguar», não tivesse ouvido as informações, não teria parado uma boa meia hora e não haveria visto a ambulância. Não teria descoberto o diário de deportação de Salomão Tauber nem ouvido falar de Roschmann e, quarenta meses depois, a República de Israel talvez tivesse deixado de existir.
A caça ao homem começou. Peter Miller nem sequer suspeitava até que ponto Roschmann estava bem protegido e como o aparelho funcionava na perfeição.
A Alternativa Diabólica de Frederick Forsyth. Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 382 págs. B. Colecção Dois Mundos | 2
A Rússia enfrenta a fome. Os soviéticos são forçados a depositar as suas esperanças de sobrevivência nos EUA. Mas enquanto o KGB e a CIA assistem horrorizados, o salvamento de um combatente ucraniano da liberdade no Mar Negro desencadeia uma selvajaria que põe em perigo a paz – e mergulha os líderes de Washington a Moscovo numa teia de intriga, terror e suspense avassaladores. Apenas dois amantes podem salvar o mundo da destruição nuclear. No entanto, cada saída significa morte certa, e a contagem decrescente já começou.
Cães de Guerra de Frederick Forsyth.
Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 439 págs. B.
O mundo dos mercenários, que tanto fascinou Frederick Forsyth desde que teve de acompanhar, como repórter, a tragédia do Biafra, constitui o pano de fundo deste romance, um dos mais célebres da sua obra de ficcionista.
Aqui se retrata, de forma impiedosa, o universo sinistro que solidariza numa teia de interesses pouco claros as grandes figuras da alta finança, da banca internacional e do clube restritíssimo e secreto do comércio das armas. As maquinações de um Sir James Manson, dirigente de uma poderosa organização mineira, têm com efeito como objectivo derrubar o governo de uma longínqua república africana e eliminar o ditador que a ele preside. Os motivos de Manson, porém, nada têm de altruístas, e pouco a pouco despertam mesmo a atenção das grandes potências.
Enquanto Shannon, o líder mercenário arregimentado por Manson, se ocupa de reunir os seus homens, alguns jornais descobrem e denunciam os propósitos do que está em curso. Forsyth arrasta então o leitor por uma ronda alucinante através de algumas das grandes cidades europeias: de Paris a Ostende, na esteira dos locais onde se recrutam os mercenários; de Berna a Bruges, onde estão sedeadas as grandes agências internacionais; e finalmente da Alemanha à Itália, ou da Espanha à Jugoslávia, onde se adquirem as armas e se organizam os grandes transportes de tropas e de material.
Cada página de Os Cães da Guerra é uma autêntica aventura, que se lê com uma emoção e uma ansiedade sempre crescentes. Mas o seu desfecho irónico oferece a este romance uma dimensão totalmente inesperada.
O Plano Aurora, concebido numa dacha na floresta às portas de Moscovo e iniciado com uma inteligência e um talento ímpares, é um plano dentro de um plano que engenhosamente viola o ultrassecreto Quarto Protocolo e materializa o medo que levou à sua elaboração.
O espião soviético Valeri Petrofsky, destacado para uma pequena vila inglesa, tem vindo a espalhar a destruição à sua volta. A sua próxima tarefa consiste em fazer detonar uma bomba nuclear norte-americana numa base aérea britânica. O único homem que o pode deter é John Preston, investigador do MI5, mas este terá de enfrentar a oposição dos seus superiores e começar uma desesperada corrida contra o tempo.
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