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Francisco Moita Flores
7,00 €
Operata dos Vadios de Francisco Moita Flores
Casa das Letras. Alfragide, 2011, 301 págs. B.
Francisco Moita Flores possui uma vasta obra literária e de ficção para teatro, televisão e cinema. Depois de dois romances históricos – A Fúria das Vinhas e Mataram o Sidónio!, apresenta, agora, uma farsa política de grande actualidade, onde o humor e a ironia conduzem o leitor na estonteante caminhada de um grupo de velhos amigos que se junta e cria um partido político para concorrer às eleições.
A acção decorre depois de Portugal ter atingido a bancarrota e os seus governantes e opositores se encontrarem em permanente desvario. É neste cenário singular que surge o PUN, um jovem partido que aborda as eleições pelo lado mais absurdo e inesperado, complicando cálculos e sondagens.
A Opereta dos Vadios apresenta sequências narrativas verdadeiramente hilariantes e confirma Francisco Moita Flores como uma das vozes literárias de referência no panorama nacional.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Francisco Moita Flores
7,50 €
Mataram o Sidónio Pais de Francisco Moita Flores
Casa das Letras. Alfragide, 2010, 295 págs. B.
O assassínio do Presidente da República Sidónio Pais, ocorrido em 1918, é um mistério. Apesar de a polícia ter prendido um suspeito, este nunca foi julgado. A tragédia ocorreu quando Lisboa estava a braços com a pneumónica, a mais mortífera epidemia que atravessou o séc. XX e, ainda, na ressaca da Primeira Guerra Mundial. A cidade estava exaurida de fome e sofrimento. É neste ambiente magoado e receoso que Sidónio Pais é assassinado na estação do Rossio em Dezembro de 1918.
Francisco Moita Flores constrói um romance de amor e morte. Fundamentado em documentos da época, reconstrói o homicídio do Presidente-Rei, utilizando as técnicas forenses e que, de certa forma, continuam a ser reproduzidas em séries televisivas de grande divulgação sobre as virtualidades da polícia científica.
Os resultados são inesperados e Mataram o Sidonio é um verdadeiro confronto com esse tempo e as verdades históricas que ao longo de décadas foram divulgadas, onde o leitor percorre os medos e as esperanças mais fascinantes dessa Lisboa republicana que despertava para a cidade que hoje vivemos. E sendo polémico, é terno, protagonizado por personagens que poucos escritores sabem criar. Considerado um dos mestres da técnica de diálogo, Moita Flores provoca no leitor as mais desencontradas emoções que vão da gargalhada hilariante ao intenso sofrimento. Um romance que vem da História. Uma história única para um belo romance.
📕 1ª Edição.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Francisco Moita Flores
7,00 €
Ballet Rose: uma novela (a)moral de Francisco Moita Flores de Felícia Cabrita.
Editorial Notícias. Lisboa, 1998, 229 págs. B.
Uma reportagem de Felícia Cabrita publicada o ano passado no Expresso desenterrou o escândalo sexual – conhecido por ballet rose – que, há cerca de trinta anos, fez tremer o Estado Novo, envolveu gente importante e foi pretexto para o degredo de Mário Soares para S. Tomé e Príncipe. Findou com a absolvição dos “senhores” e a condenação de duas prostitutas. Francisco Moita Flores transpôs a história para “um punhado de páginas narrativas”, visando a realização de uma série televisiva. São histórias (reais) de “paixões pedófilas, pederastas e prostituídas”, de mulheres obrigadas a viver ao contrário, de “figurões de ar respeitável mas cheios de vícios” e de crianças ensinadas a ultrapassar as profissionais na “ciência das volúpias”, na escrita fluída de Francisco Moita Flores.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Francisco Moita Flores
6,00 €
Polícias Sem História de Francisco Moita Flores.
Editorial Notícias. Lisboa, 1996, 166 págs. B.
Um olhar irónico sobre a vida do ponto de vista dos polícias e não só…
Teve o direito a votar e votou. O direito de comprar o carro a prestações e comprou. A adquirir casa com o juro bonificado e adquiriu. A ir ao médico e escolher se queria consulta com recibo verde e escolheu. Mas, sublimidade de todas as coisas sublimes, teve direito ao protesto e não protestou. A fazer greve e não fez. A revoltar-se contra a arrogância e preferiu o silêncio. A reagir à injustiça e quedou-se atormentado. A indignar-se contra a hipocrisia e morder a raiva até espirrar sangue. Foi solidário. Todos os domingos dava esmola a um mendigo e, ainda que por medo, nunca deixou sem gorjeta um arrumador de carros. Deus deu-lhe o nome de Ernesto. O Diabo fez dele polícia.
📕 2ª Edição.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.