ENSAIO GERAL: PASSADO E FUTURO DO 25 DE ABRIL DE FRANCISCO LOUÇÃ E FERNANDO ROSAS (ORG.) Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2004. 242 págs. B.
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Colectânea organizada por Francisco Louçã e Fernando Rosas, reunindo análises e testemunhos sobre o 25 de Abril de 1974 e as três décadas que se lhe seguiram, publicada no ano do trigésimo aniversário da Revolução dos Cravos. Os textos não pretendem uma história oficial nem uma interpretação definitiva, mas reflectem sobre as grandes rupturas de 1974 e a sua herança na sociedade portuguesa da viragem do século, situando Portugal num contexto mais amplo de transformação histórica.
────────────────── Características do Exemplar ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
Peso: 400g ──────────────────
O Que Quer o Bloco?: 51 Ideias para Mudar Portugal de Francisco Louçã [Pref.].
Bertrand Editora. Lisboa, 2009, 221 págs. B.
«O Bloco de Esquerda assume as grandes tradições da luta popular no país e aprende com outras experiências e desafios; renova a herança do socialismo e inclui as contribuições convergentes de cidadãos, forças e movimentos que ao longo dos anos se comprometeram com a busca de alternativas ao capitalismo.
É daqui que queremos partir para a construção de uma esquerda plural, combativa e influente, capaz de reconstruir a esperança.» in Badana
Isto é um Assalto: A História da Dívida em Banda Desenhada de Francisco Louçã de Maria Mortágua.
Bertrand Editora. Lisboa, 2013, 169 págs. B. Il. 👨🏻🎨 Ilustrações de Nuno Saraiva
Com ilustrações e BD de Nuno Saraiva e design de Rita Gorgulho, este livro descreve o assalto que Portugal está a sofrer. Eles estão a cobrar impostos acima das nossas possibilidades, a retirar subsídios de férias e de Natal que eram as nossas possibilidades, a destruir o Serviço Nacional de Saúde, a escola pública e a Segurança Social que deveriam ser a devolução dos nossos tributos. Eles querem tudo. Eles, a finança, cobram uma renda sobre o nosso futuro e ainda querem convencer-nos de que somos culpados. Por isso, em Isto é um Assalto, faz-se a conta e cobra-se a fatura: verá como os bancos foram financiados pelos nossos impostos, como a austeridade e a chantagem da dívida estão a criar o maior desemprego da história do nosso país, como a troika destrói a vida das pessoas.
Globalização Armada de Francisco Louçã [et al.]. Edições Afrontamento. Porto, 2004, 244 págs. B.
As aventuras de George W. Bush na Babilónia são fascinantes e assustadoras, pelo que revelam dos jogos de poder na Casa Branca, pela forma como agravam a espiral da história maldita do Médio-Oriente, pelas sombras do negócio do petróleo, pelo xadrez geo-estratégico do século XXI onde se disputa brutalmente o controlo de países, de rotas de pipelines, de mercados de droga, de milícias de assassinos. Rodeado de fundamentalistas cristãos, de neoconservadores e de republicanos tradicionalistas, o Presidente Bush arrastou o seu país para uma guerra em que já morreram mais soldados norte-americanos do que nos três primeiros anos do Vietname.
A GLOBALIZAÇÃO ARMADA passa em revista essa história de alianças e traições, manobras e intrigas e analisa o supra-imperialismo como sistema de poder, na sua força e na sua fraqueza. Este império está a viver uma crise dramática, não só no atoleiro iraquiano, mas sobretudo na sua estrutura económica e social. A guerra infinita é a consequência directa e a resposta a esta crise.
A Dividadura: Portugal na Crise do Euro de Franciso Louçã. Bertrand Editora. Lisboa, 2012, 237 págs. B.
Um livro sobre a crise das dívidas soberanas e do euro .
Para além de abordar a atual crise e o caso português, «A Dividadura» traça uma perspetiva histórica do conceito de dívida e do seu contexto desde a Mesopotâmia, passando pelos textos bíblicos e indo até à bancarrota portuguesa no reinado do rei D.Carlos I, no fim do século XIX, à Grande Depressão ou às renegociações de dívida que tiveram lugar na Argentina ou na Islândia.
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