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  • Máscaras de Salazar de Fernando Dacosta

    Máscaras de Salazar

    Fernando Dacosta

    7,00 

    Máscaras de Salazar de Fernando Dacosta
    Casa das Letras. Cruz Quebrada, 2006, 371 págs. B.

    Uma obra decisiva para a compreensão do século XX português

    Máscaras de Salazar é a recriação de uma crónica pessoal a partir de testemunhos, de diálogos, de declarações, de confidências, de segredos que Fernando Dacosta teve com vários protagonistas (e opositores) do Estado Novo, inclusive Salazar. Para julgar é preciso compreender. Daí o contributo deste livro, memória de gerações de pessoas convictas de um desígnio que foi morrendo com elas. É urgente reter a palavra, o testemunho com que influenciaram para sempre o nosso presente e o nosso futuro.

    Através de dezenas de depoimentos inéditos, incluindo os do próprio Salazar e de D. Maria, a governanta-virgem, a revelação de dados até agora completamente desconhecidos:
    O ex-presidente do Conselho não caiu de nenhuma cadeira.
    Conservou, escondidas, duas cápsulas de cianeto fornecidas por Hitler.
    A Pide matou Delgado sem o seu conhecimento.
    Foi ele que sugeriu a fuga de Cunhal da prisão de Caxias.
    As razões que levaram a Santa Sé a considerá-lo a «encarnação viva do demónio

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Viúvo: Memórias do Fim do Império de Fernando Dacosta

    Viúvo: Memórias do Fim do Império, O

    Fernando Dacosta

    6,00 

    «O Viúvo é um romance diferente. Na sua narrativa, saturada de dor tranquila, caldeiam-se lances de realismo mágico, miúdas observações do quotidiano pobre, reflexões e lembranças de um tempo revoluto, a ditadura, a guerra colonial, as romarias, os carrocéis, os cantores ambulantes, a mudança que chega através da televisão. É um melancólico, lúcido, lento romance,…

  • Viúvo, O

    Viúvo, O

    Fernando Dacosta

    6,00 

    O Viúvo de Fernando Dacosta.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1996, 213 págs. B.

    «O Viúvo é um romance diferente. Na sua narrativa, saturada de dor tranquila, caldeiam-se lances de realismo mágico, miúdas observações do quotidiano pobre, reflexões e lembranças de um tempo revoluto, a ditadura, a guerra colonial, as romarias, os carrocéis, os cantores ambulantes, a mudança que chega através da televisão. É um melancólico, lúcido, lento romance, de estrutura e escrita aventurosa, perpassado por um canto agónico, às vezes iluminado por um riso novo, por comentários provocatórios, de uma inocência ou de uma acuidade invulgares.»
    Urbano Tavares Rodrigues

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.