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  • Islão

    Islão

    Ernst Dies

    7,50 

    Islão de Ernst Dies.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 188 págs. B.

    As concepções artisticas do Islão encontraram-se, em cada um destes países, em face de um mundo diferente a que o Islão se acomodou. Nada de novo foi criado, pois nos complexos históricos da arte, que sempre se desenvolveram no terreno da religião, não existem invenções, mas apenas transformações e adaptações. Assim, a ornamentação em vigor nos países mediterrânicos oferecia ao Islão, que o adoptou e dele tirou os seus arabescos», o conjunto, já de modo geral espalhado, das suas folhagens e flores, sob a forma de rosáceas, de palmetas, de folhas de acanto e de vinha. Do templo antigo e da basílica cristă fez-se a mesquita; do campanário, do farol e da torre do fogo saiu o minarete; das rotundas cristãs e dos santuários do fogo fizeram-se os mausoléus, as cúpulas e as torres funerárias. Sob o impulso de um espirito novo, surgia um mundo de novas formas arquitectónicas e ornamentais.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.