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  • Irmãos Karamazov de Dostoievski

    Irmãos Karamazov

    Dostoievski

    15,00 

    Irmãos Karamazov de Dostoievski
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 390 págs. E. Il.

    Este é o último grande romance de Dostoiévski, terminado pouco tempo antes da sua morte. Faz parte das suas obras maiores, escritas na última e mais produtiva fase da sua vida, e muitos consideram-na mesmo a sua obra-prima.

    Os Irmãos Karamázov é indiscutivelmente uma das mais lidas e admiradas criações literárias de todos os tempos. Na complexidade da intriga, Dostoiévski deixa transparecer a sua própria culpabilidade pelo assassínio do pai, um homem tirânico e brutal, provavelmente morto por mujiques.

    Mas o alcance da filosofia subjacente a este enredo vai muito além. o escritor debate de forma sublime o problema do bem e do mal, da abjecção humana e daquilo que a redime, das contradições entre razão e emoção, além de temas como a dignidade humana e o livre-arbítrio.

    A sua intrínseca religiosidade é aqui mais explícita do que em obras anteriores, e a inquietação que transparece destas páginas reflecte já inteiramente a subjectividade do homem moderno.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Jogador e Outras Obras de Dostoievski

    Jogador e Outras Obras

    Dostoievski

    8,00 

    Jogador e Outras Obras de Dostoievski.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1965, 443 págs. B.
    Obras Literárias Completas de Dostoievki | 7

    Pessoas assim, não existem”, decretou a crítica russa contemporânea, após a publicação de No Meu Subterrâneo. Hoje, cem anos volvidos, sabemos (mas tê-lo–íamos ignorado alguma vez?) que no mais fundo de todos nós há matéria para um monólogo igualmente pungente e assustador. Por baixo da evidência cristalina do dois–e-dois-são-quatros, agita-se o homem interdito, escondido, o homem clandestino e resistente que pensa e concebe fora dos limites do número e da matéria. A voz do irracional, em suma.

    Incluí também:
    No Meu Subterrâneo
    O Crocodilo
    O Eterno Marido

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Recordações da Casa dos Mortos de Dostoievski

    Recordações da Casa dos Mortos

    Dostoievski

    8,00 

    Em Recordações da Casa dos Mortos, Dostoievski narra a sua experiência de cinco anos de prisão siberiana. Ele fora preso em Abril de 1849 e condenado à morte por actividades contra o governo como membro do Círculo Petrashevski. A 22 de Dezembro, colocado diante de um pelotão de fuzilamento, viu a ordem de execução comutada no último momento por trabalhos forçados na Sibéria.
    Os acontecimentos são contados do ponto de vista de Aleksandr Petróvitch Goriántchikov, que assassinou a mulher no primeiro ano de casamento e vai descrevendo as conversas, experiências e sentimentos dos outros presos. Dostoievski fala da perda de liberdade, da solidão, do frio, dos trabalhos forçados e do carácter daqueles com quem conviveu, que, apesar de criminosos, descreve com humanidade, demonstrando admiração pela sua energia, engenhosidade e talento. Isto apesar dos seus ódios, astúcias, falta de escrúpulos e delações.

    A vida na prisão é particularmente dura para Aleksandr Petróvitch, mais educado e sensível do que a maioria dos outros detidos. Dostoievski conclui que a existência de prisões como aquela, com as suas práticas administrativas e os cruéis castigos corporais, é um facto trágico tanto para os prisioneiros como para a Rússia. É como se previsse também o gulag dos tempos de Estaline, que viria a ser narrado, entre outros escritores, por Varlam Chalamov nos Contos de Kolimá