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  • Solução para Portugal de Diogo Freitas do Amaral

    Solução para Portugal, Uma

    Diogo Freitas do Amaral

    5,00 

    Solução para Portugal de Diogo Freitas do Amaral.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1985, 195 págs. B.

    «Nos séculos XIX e XX, Portugal tem oscilado entre períodos de governo fraco em democracia períodos de governo forte em ditadura. A solução para Portugal é um governo forte em democracia.» Nesta síntese, Diogo Freitas do Amaral descreve o que considera ser o problema português e propõe uma solução para Portugal. Apontando os bloqueios fundamentais, Diogo Freitas do Amaral anuncia as reformas necessárias. Para mudar um sistema político instável. Para simplificar uma Administração burocrática. Para libertar uma economia estatizada. Para investir na educação, atacando a fundo o atraso português. Em suma, para indicar um caminho de mudança. Neste livro, Diogo Freitas do Amaral convida Portugal inteiro a pensar antes de decidir. Porque ele próprio reflectiu, antes de agir.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Afonso Henriques

    Afonso Henriques

    Diogo Freitas do Amaral

    6,00 

    Afonso Henriques de Diogo Freitas do Amaral.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2000, 210 págs. B.

    «Este livro não é uma obra de investigação, mas de reflexão e divulgação. Não tem autoria de historiador, mas de cidadão. Não tem aspirações científicas, mas cívicas. E não pretende defender nenhuma tese sobre o magno problema dos fatores da formação de Portugal, nem tão-pouco retratar a história integral do País no século XII – mas apenas compreender, e dar a conhecer melhor, a ação do principal protagonista da nossa independência. Por isso tem o caráter de biografia.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ideias Políticas e Sociais de Jesus Cristo de Diogo Freitas do Amaral

    Ideias Políticas e Sociais de Jesus Cristo

    Diogo Freitas do Amaral

    6,00 

    Ideias Políticas e Sociais de Jesus Cristo de Diogo Freitas do Amaral.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2019, 89 págs. E.

    Neste breve mas claríssimo ensaio, o autor, católico praticante de uma vida, Professor de Direito e autor de manuais sobre pensamento político do Ocidente, analisa as mensagens políticas e sociais de Jesus Cristo apresentadas nos quatro evangelhos que formam o Novo Testamento, no seu contexto histórico, e reflete sobre a sua continuada pertinência nos nossos dias.

    «Não tenho credenciais para escrever sobre problemas teológicos, exegéticos ou hermenêuticos. Mas, tendo redigido, ao longo de vários anos de estudo e reflexão, uma História do Pensamento Político Ocidental, gostaria de aplicar os métodos que utilizei nesse trabalho ao estudo e comentário das ideias políticas, económicas e sociais de Jesus Cristo. (…) Penso que este breve opúsculo poderá ter uma dupla utilidade: para os cristãos, chamar de novo a sua atenção para o facto de que, como Jesus avisou, “nem todo aquele que diz ‘Senhor, Senhor’ entrará no reino do céu. Só aí entrará quem ouve [as] minhas palavras e as põe em prática” (Mateus 7, 21 e 24); para os não cristãos, para os que seguem outras religiões e para os não crentes, sublinhar que Jesus Cristo não tinha a intenção de pregar aos convertidos, mas sim aos que se sentiam perdidos ou incompletos na sua vida (…). Mesmo que não acreditem na divindade de Jesus, sei que há muitos agnósticos e ateus que reconhecem como excecionalmente boas as suas ideias políticas e, sobretudo, as sociais e que em larga medida as seguem.» (da Introdução)

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Do 11 de Setembro à Crise do Iraque de Diogo Freitas do Amaral

    11 de Setembro à Crise do Iraque, Do

    Diogo Freitas do Amaral

    5,00 

    Do 11 de Setembro à Crise do Iraque de Diogo Freitas do Amaral.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2002, 109 págs. B.

    Diogo Freitas do Amaral, jurista e antigo ministro dos Negócios Estrangeiros, analisa o quadro jurídico internacional invocado pelos Estados Unidos para justificar a guerra contra o Iraque, na sequência dos atentados de 11 de Setembro de 2001. O autor sustenta que a intervenção militar não encontra fundamento no Direito Internacional vigente, nem nas justificações políticas sucessivamente apresentadas pela administração Bush, analisando criticamente os argumentos invocados ao longo do processo.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
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