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  • Cântaro Que Vai à Fonte

    Cântaro Que Vai à Fonte

    Cunha Leal

    7,00 

    Cântaro Que Vai à Fonte de Cunha Leal.
    Edição do Autor. Lisboa, 1963, 240 págs. B.

    O autor, natural de Pedrógão, Penamacor, iniciou a sua carreira política militando o Partido Centrista de Egas Moniz. Foi deputado Sidonista em 1918. Fundou em 1923 a União Liberal Republicana, tendo exercido funções como Reitor da Universidade de Coimbra em 1924 e 1925. Apoiante que foi do golpe de Estado do 28 de Maio, foi indicado para vice-governador do Banco Nacional Ultramarino, no entanto o seu posicionamento político levou-o à oposição ao regime militar. Participa já nos anos 50 no Directório Democrato-Social, fundado por António Sérgio, Cortesão e Azevedo Gomes. Como jornalista foi director dos jornais «O Popular», «O Século» e «Vida Contemporânea». Volume integrado na colecção subordinada ao título genérico «Coisas do tempo presente».

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pátria em Perigo

    Pátria em Perigo

    Cunha Leal

    7,50 

    Pátria em Perigo de Cunha Leal
    Edição do Autor. Lisboa, 1962, 300 págs. B.

    Volume integrado na colecção subordinada ao título genérico: «Coisas do tempo presente», dada à imprensa em edição do autor. “A nossa actual orientação governativa foi concebida e está sendo executada como se Portugal constituísse um compartimento estanque, insusceptível de permeabilidade às ideias exteriores, de modo que estas nem sequer por osmose pudessem penetrar no seu interior. Ora esta concepção já se demonstrou impraticável na época de Pina Manique quanto mais no período histórico da rádio, da televisão, da revolução bolchevista e das bombas atómica r termonuclear. (…)”.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.