• Os Teles de Albergaria de Carlos Malheiro Dias

    Teles de Albergaria, Os

    Carlos Malheiro Dias

    6,00 

    Os Teles de Albergaria de Carlos Malheiro Dias.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1986, 330 págs. E.

    O romance Os Teles de Albergaria (1901) cria o ambiente da província beata e preconceituosa, ainda completamente dominada por uma Igreja fanática e miguelista. Destaca-se a figura de João de Albergaria, em constante oposição com o meio, que acaba morrendo, totalmente desenganado com a República que se avizinha. Os comentários políticos acentuam o momento de desprestigio que é vivido no país, marcado sobretudo pela humilhação do Ultimatum inglês. Libertando-se aos poucos dos espartilhos ortodoxamente naturalistas, Malheiro Dias consegue recriar o mundo limitado e limitador dos últimos anos do século XIX em Portugal, focalizado por uma determinada classe sociopolítica. É talvez neste romance que melhor se vislumbra o autor, escondido numa das suas múltiplas máscaras.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Verdade Nua

    Verdade Nua

    Carlos Malheiro Dias

    7,00 

    Verdade Nua de Carlos Malheiro Dias.
    Portugal-Brasil Sociedade Editora. Lisboa, s.d.

    Crónicas.

    Escritor português, da escola naturalista, nascido em 1875, no Porto, e falecido em 1941, em Lisboa. Licenciado em Letras pela Universidade de Lisboa, foi defensor convicto da causa monárquica, tanto em Portugal como no Brasil, onde publicou as suas primeiras obras de ficção. Ocupou alguns cargos políticos no Porto. Da sua vasta obra destacam-se Cenários – Fantasias sobre a História Antiga (1894), O Estado Atual da Causa Monárquica (1913), Exortação à Mocidade (1924) e O Piedoso e o Desejado (1925). A investigação historiográfica História da Colonização Portuguesa no Brasil (1921-24) é também digna de registo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.