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Cândido Beirante
7,00 €
Alexandre Herculano de Cândido Beirante.
Secretaria de Estado da Cultura. Lisboa, 1977, 83 págs. B.
Pequena antologia de textos de Alexandre Herculano com textos selecionados por Cândido Beirante e Jorge Custódio. Publicação lançada pela Comissão Coordenadora das Comemorações do Centenário da Morte por Alexandre Herculano que se realizou em 13 de Setembro de 1978.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Cândido Beirante
10,00 €
Alexandre Herculano: Um homem e uma ideologia na construção de Portugal de Cândido Beirante.
Livraria Bertrand. Amadora, 1979, 386 págs. B.
Qual a razão deste título? É que grande parte da obra de Herculano -talvez a mais significativa-foi um longo discurso ideológico sobre o Portugal do passado em função do Portugal do seu tempo, isto é, o Portugal que se (re)construía, na conjuntura das revoluções liberais europelas, por homens que, como ele, eram revolucionários, soldados, escritores e políticos.
Construção de Portugal no sentido de que é um país não acabado que se vai sucessivamente e quotidianamente construindo. Construção de Portugal no sentido concreto do primeiro liberalismo, da regeneração reformista e da transformação revolucionária, numa época de transição, de hesitações e de adaptações das doutrinas europeias às realidades nacionais.
Dai que o liberalismo apareça no ideário de Herculano (a que não é estranho o seu cruzamento com o cristianismo dos primeiros tempos) como um misto de socialismo, sem o ser, de democratismo puro não estatal, de proclamação radical dos direitos humanos e individuais, de criticismo permanente aos desmandos do Poder e à corrupção dos governantes e ainda de idealismo utópico, num mundo que caminhava inexoravelmente para o capitalismo industrial moderno.
(Da «Introdução»)
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Cândido Beirante
12,50 €
Herculano em Vale de Lobos de Cândido Beirante.
Junta Distrital. Santarém, 1977, 251 págs. B. Il.
Cândido Beirante consegue provar com excelente critério e dados aduzidos a sua proposição nos três capítulos da primeira parte: que Herculano não foi «nem eremita nem solitário», mas na exploração agrícola um pioneiro», e como escritor e homem moral sempre um <mestre». Assim a lenda do «retiro» se reduz ao sentido meramente simbólico a que pode aspirar. Na segunda parte deste trabalho, particularmente incidente sobre o agricultor exemplar que chegava a tomar parte com os seus homens na azáfama quotidiana, pegando no sacho de rega e na tesoura de podar, é primorosamente focada a «apologia do campo contra a cidade» e analisados os motivos concretos que levaram Herculano a defender acerrimamente a liberdade de emigração», principalmente nos seus magistrais estudos empreendidos nos últimos anos de vida sobre este tema. A proposta de regeneração para Portugal» decorre naturalmente da meditação profunda de toda uma existência consagrada à história e ao trabalho, incluso o dos campos, e recebeu da análise de Cândido Beirante uma luz, senão nova, intensa. – in Prefácio de Vitorino Nemésio
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
📌 Carimbo: Oferta da Assembleia Distrital de Santarém.