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  • Tempestade de August Strindberg

    Tempestade

    August Strindberg

    8,00 

    Ilustra este volume a modernidade do grande dramaturgo sueco ao mesmo tempo que revela facetas várias do autor de A Menina Júlia. É preci samente esta obra que fecha a colectânea de três peças.

    Desnecessário se torna adjectivá-la. Todos a conhecem como obra maior do realismo-naturalista. Quiseram ainda os editores fazê-la acompanhar do prefácio que August Strindberg para ela escreveu, considerado como autêntico documento histórico duma fase de evolução da arte cénica.

    Por seu turno, as peças de câmara Tempestade e A Casa Queimada revelam ao leitor de língua portuguesa uma zona da obra strindberguiana para si quase desconhecida. A primeira, alardeando uma notável contensão de processos, de feição intimista, oferece-nos descarnadamente o tema da raiva-amor, tema que Strindberg glosou até à saciedade. A segunda, mais ortodoxamente intimista, tem quase o cunho duma investigação policiária. Lenta, mas seguramente, Strindberg disseca o diabolismo da alma humana.

  • Gente de Hemso

    Gente de Hemso

    August Strindberg

    6,00 

    Gente de Hemso de August Strindberg.
    Portugália Editora. Lisboa, 1966, 202 págs. B.

    Publicado pela primeira vez em 1887. O romance descreve a vida dos habitantes da ilha de Hemsö – uma ilha fictícia no Arquipélago de Estocolmo. Strindberg escreveu esta obra por causa das saudades que tinha da Suécia, quando estava a viver na Alemanha e na Suíça.

    Gente de Hemsö é considerado uma das obras-primas de August Strindberg. Escrito na sua maior parte quando o autor se encontrava no exílio auto-imposto, foi publicado pela primeira vez em 1887, pela editora Bonniers, de Estocolmo. Estrondoso sucesso desde sua aparição, este romance foi concebido, nas palavras do próprio Strindberg, para reconquistar seu público depois de uma fase marcada pela polémica e pelo ostracismo literário.

    A obra traça um quadro da natureza física e humana dos arquipélagos suecos, berço cultural da Suécia: poucos escritos são tão característicos daquele país escandinavo. Fino retrato psicológico de diversas personagens cativantes, Gente de Hemsö alia humor e lirismo, ocupando um lugar ímpar em meio à obra posterior de Strindberg, carregada de tensões e conflitos psicológicos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

    Gente de Hemsö é considerado uma das obras-primas de August Strindberg. Escrito na sua maior parte quando o autor se encontrava no exílio auto-imposto, foi publicado pela primeira vez em 1887, pela editora Bonniers, de Estocolmo. Estrondoso sucesso desde sua aparição, este romance foi concebido, nas palavras do próprio Strindberg, para reconquistar seu público depois de uma fase marcada pela polémica e pelo ostracismo literário.

    A obra traça um quadro da natureza física e humana dos arquipélagos suecos, berço cultural da Suécia: poucos escritos são tão característicos daquele país escandinavo. Fino retrato psicológico de diversas personagens cativantes, Gente de Hemsö alia humor e lirismo, ocupando um lugar ímpar em meio à obra posterior de Strindberg, carregada de tensões e conflitos psicológicos.