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  • AUTO DOS DANADOS DE ANTÓNIO LOBO ANTUNES

    Auto dos Danados

    António Lobo Antunes

    7,50 

    AUTO DOS DANADOS DE ANTÓNIO LOBO ANTUNES
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1986, 323 págs. B.

    Sexto romance de António Lobo Antunes, premiado com o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores. Em Setembro de 1975, quando Portugal vivia o rescaldo da Revolução, os membros de uma família burguesa reúnem-se em Monsaraz durante a agonía do patriarca. Ao longo dos cinco dias das festas da vila, que culminam com a morte do touro na pega, cada personagem desvela a sua história de ódio, traição e decepção dentro de um clã que não tem herança a legar: só dívidas.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 355g
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  • As Naus de António Lobo Antunes

    Naus, As

    António Lobo Antunes

    6,00 

    As Naus de António Lobo Antunes
    Leya. Alfragide, 2016, 189 págs. E.

    Em imaginoso encontro de tempos e espaços, figuras diversas da História e da Literatura portuguesas (sobretudo dos séculos XVI e XVII), a par de um casal anónimo vindo da Guiné e de algumas figuras estrangeiras de renome, encontram-se em Lisboa na situação de retornados no pós-25 de Abril de 1974. Subvertendo as histórias individuais dessas diferentes personalidades – Pedro Álvares Cabral, Luís de Camões, Francisco Xavier, Diogo Cão, Manuel de Sousa de Sepúlveda, Vasco da Gama, Fernão Mendes Pinto – conta-se das suas vidas em terras africanas, diferentes das que a História consagrou como tendo sido o seu percurso, e de como na sua maior parte se ocupam, após o regresso à metrópole, de actividades menos dignificantes que vão do proxenetismo de Francisco Xavier e Fernão Mendes Pinto à exploração de boîtes e bares manhosos por Manoel de Sousa de Sepúlveda e à batota no jogo da sueca de Vasco da Gama. Projectando nos vultos históricos de navegadores, escritores, heróis e missionários a inditosa aventura de retorno dos colonos no pós-25 de Abril de 1974, multiplicando neles as marcas do descalabro e da irrisão (físicas e morais), recorrendo a efeitos de burlesco, de sátira e de rebaixamento carnavalescos, inverte António Lobo Antunes o assaz mitificado e glorioso sentido dos descobrimentos portugueses, reescrevendo assim «Os Lusíadas» em modo paródico.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tratado das Paixões da Alma de António Lobo Antunes

    Tratado das Paixões da Alma

    António Lobo Antunes

    7,50 

    Tratado das Paixões da Alma de António Lobo Antunes.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1990, 359 págs. E.

    Um Juiz de Instrução e um Homem, que aparecerá também como “Antunes”, amigos de infância, encontram-se num processo judicial em que o Homem (Antunes) é acusado de pertencer a uma rede bombista. São amigos de infância porque o Juiz era filho do caseiro da quinta do avô Antunes, em Benfica.

    📘 Plastificado de origem

  • Auto dos Danados

    Auto dos Danados

    António Lobo Antunes

    6,00 

    Auto dos Danados de António Lobo Antunes.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1986, 249 págs. E.

    A Vida de uma grande família portuguesa em 1975. quando, em Portugal, «a época das cerimónias morreu». Um casal e o irmão do marido viajam até Reguengos de Monsaraz porque o patriarca (o avô) está moribundo. Em Monsaraz vive o resto do clã, que inclui um filho e uma filha, ambos casados, e uma terceira filha, solteira e mongolóide. O velho morre durante as festas da vila, que terminam com a morte do touro. Não há herança, há dívidas. A família foge do país.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Morte de Carlos Gardel de António Lobo Antunes

    Morte de Carlos Gardel, A

    António Lobo Antunes

    7,50 

    A Morte de Carlos Gardel de António Lobo Antunes. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1994, 391 págs. B.

    António Lobo Antunes, implacável, dá-nos a conhecer uma família e os que em seu torno gravitam, num retrato árido e cruel, que leva o leitor, pelo menos, a repensar as relações entre os homens num Portugal prestes a entrar no século XX.

     

    Uma Lisboa marginal, decadende, que acolhe um pequeno universo com personagens que giram em torno da sua própria solidão e isolamento.

     

    Um pai ingénuo que acredita que Gardel não morreu naquele acidente aéreo, e uma tia obstinada dirigem-se a um hospital para velar um jovem heroínomano em estado de coma.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Auto dos Danados

    Auto dos Danados

    António Lobo Antunes

    8,00 

    Auto dos Danados de António Lobo Antunes.
    Publicação Dom Quixote. Lisboa, 2001, 323 págs. Mole.

    A Vida de uma grande família portuguesa em 1975. quando, em Portugal, «a época das cerimónias morreu». Um casal e o irmão do marido viajam até Reguengos de Monsaraz porque o patriarca (o avô) está moribundo. Em Monsaraz vive o resto do clã, que inclui um filho e uma filha, ambos casados, e uma terceira filha, solteira e mongolóide. O velho morre durante as festas da vila, que terminam com a morte do touro. Não há herança, há dívidas. A família foge do país.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ontem Não Te Vi em Babilónia de António Lobo Antunes

    Ontem Não Te Vi em Babilónia

    António Lobo Antunes

    15,00 

    Ontem Não Te Vi em Babilónia de António Lobo Antunes.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2016, 479 págs. B.

    Primeira edição com fixação do texto  por Eunice Cabral, inserido na colecção Obra Completa, Edição ne varietur, coordenada  por Maria Alzira Seixo

     

    Uma noite ninguém dorme, e durante a meia-noite a as cinco da manhã, as pessoas sonham acordadas no sono: contam e inventam as suas vidas e as suas histórias, ou as histórias em que transformam as suas vidas, ou as vidas que transformaram em histórias. Podem ser vidas cruéis, de medo, de uma cicatriz interior, de algo que talvez fosse o Estado português de outros tempos. Podem ser vidas de amores passados, de lápides varridas, de um desejo de uma vida inteira, de se poder ser feliz sem pensar. Nestas histórias, nestes silêncios destas falas, nos risos e nas traições, vamos identificando a noite de um país, a noite cheia de vozes de todos nós, e a noite silenciosa que é o isolamento de cada um. Como diz o autor – “porque aquilo que escrevo poder ler-se no escuro”.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.