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  • Ideias de Eça de Queirós, As

    Ideias de Eça de Queirós, As

    António José Saraiva

    6,00 

    As Ideias de Eça de Queirós de António José Saraiva.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1982, 166 págs. B.

    Eça de Queirós aceita certo número de ideias bem definidas e nitidamente formuladas; com essas ideias constrói os seus contos e os seus romances, dominando inteiramente os personagens.
    Ao contrário portanto do que sucede com Balzac ou Stendhal, e à semelhança do que acontece com Camões, não há uma filosofia implícita na sua obra; há. pelo contrário, afirmações bem explícitas de uma doutrina claramente formulada. Os personagens não se afirmam a si, mas são fiéis intérpretes do autor. Eça de Queirós, em resumo, é um estilista; vale a pela fórmula nova que encontrou para ideias correntes.

    📝 Assinatura de posse.

  • O Crepúsculo da Idade Média em Portugal de António José Saraiva

    Crepúsculo da Idade Média em Portugal, O

    António José Saraiva

    7,50 

    O Crepúsculo da Idade Média em Portugal de António José Saraiva.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1988, 276 págs. B.

    Na presente obra, António José Saraiva tenta fazer a identificação do espírito nacional, restringindo ao mínimo as generalizações e procurando eliminar as abstracções. As suas obras têm, aliás, vindo a revelar a portugalidade como um momento ímpar de procura de isolamento por parte de uma das nações hispânicas, a única que decisivamente tentou romper com as suas origens.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poesia e Drama de António José Saraiva

    Poesia e Drama

    António José Saraiva

    6,00 

    Poesia e Drama: Estudos Sobre Bernardim Ribeiro, Gil Vicente e as Cantigas de Amigo de António José Saraiva.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2018, 191 págs. B.

    O presente volume reúne estudos de António José Saraiva sobre Bernardim Ribeiro, Gil Vicente e as cantigas de amigo. Incursões sobre três momentos capitais na história da evolução das for-mas literárias ou, se se quiser, sobre os fundamentos de que partiram os ímpetos formadores de grande parte do imaginário português.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Gil Vicente e o Fim do Teatro Medieval

    Gil Vicente e o Fim do Teatro Medieval

    António José Saraiva

    6,00 

    O presente ensaio, que serviu de tese de doutoramento, foi publicado em 1942, em tiragem muito reduzida. É conhecido apenas de universitários e de especialistas vicentinos, e, talvez por isso, as ideias nele expostas nunca, ou raramente, foram objecto de apreciação ou debate público. Os estudos vicentinos estão orientados para temas eruditos e disciplinas auxiliares, de grande interesse, sem dúvida, mas que deixam de lado ou perdem de vista os problemas essenciais, que são os de conteúdo estético, de que neste livro se fala. Estes encontram-se praticamente no mesmo ponto em que se achavam há vinte anos.