• Rosa Minha Irmã Rosa de Alice Vieira

    Rosa Minha Irmã Rosa

    Alice Vieira

    25,00 

    Rosa Minha Irmã Rosa de Alice Vieira
    Editorial Caminho. Lisboa, 1979, 108 págs. B.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Isabel Sabino.

    Mariana, filha única, tem dez anos quando Rosa nasce. Agora vai partilhar tudo com a irmã: o quarto, o tempo dos pais, o afeto da família – incluindo a Avó Elisa que desconfia do progresso, e a Tia Magda, que tem um dente de ouro, uma fala que mete medo e só gosta de estrelícias e antúrios.

    Mas pelo menos a recordação da Avó Lídia e a amizade de Rita ela não quer dividir com mais ninguém. Será que Rosa vai continuar a ser «uma intrusa»?

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Este Rei Que Eu Escolhi

    Este Rei Que Eu Escolhi

    Alice Vieira

    5,00 

    Este Rei Que Eu Escolhi de Alice Vieira
    Editorial Caminho. Lisboa, 1984, 174 págs. B.

    Em Este Rei que Eu Escolhi os mesmos protagonistas de A Espada do Rei Afonso e a sua tia idosa vão participar na escolha do Mestre de Avis (D. João I) para iniciar a segunda dinastia. Mordazmente caracterizado, o futuro rei, um indeciso, beneficiará da iniciativa dos jovens e, em especial, dos conselhos da tia Leocádia. De novo, o humor, resultante dos sucessivos equívocos, percorre cada página deste livro.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Às Dez a Porta Fecha de Alice VieiraÀs Dez a Porta Fecha de Alice Vieira

    Dez a Porta Fecha, Às

    Alice Vieira

    2,50 

    Às Dez a Porta Fecha é um peculiar romance juvenil, pois quase não encontramos personagens jovens. O livro trata da vida de velhos num lar de pessoas idosas. Conta-nos as histórias dos sonhos, desgostos e dores de homens e mulheres velhos que travam uma luta interior contra a rotina e o esquecimento das suas famílias….

  • Viagem à Roda do Meu Nome de Alice Vieira

    Viagem à Roda do Meu Nome

    Alice Vieira

    3,00 

    Abílio detesta o seu nome e decide mudá-lo para Luís. A mudança de nome tem valor simbólico, mostra o instante em que Abílio entra em processo de crise, na busca de ser ele mesmo, diferente daquilo que dele queriam fazer. Uma viagem à terra dos seus antepassados reconcilia-o com a sua história e o seu…

  • Eu Bem Vi Nascer o Sol

    Eu Bem Vi Nascer o Sol

    Alice Vieira

    6,00 

    Eu Bem Vi Nascer o Sol de Alice Vieira.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1994, 160 págs. E.

    Estamos perante uma selecta de poemas da tradição oral destinada aos mais pequenos. Razão por que a escolha privilegia o folclore rimado infantil, não deixando, porém, de incluir romances tradicionais (como “A Nau Catrineta”, “O Conde Torres”, “O Conde Nilo” e “A Condessinha”), canções e outras poesias de origem popular sem destinatário específico. Selecção ampla que procurou abranger uma considerável diversidade de géneros e que foi efectuada com base num razoável número de recolhas de estudiosos da nossa literatura popular, as quais aparecem referenciadas no final.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Catarina da Fonseca.