Em Demanda do Graal de Afonso Lopes Vieira
Portugal-Brasil Sociedade Editora. Lisboa, 1922, 386 págs. B.
É — segundo Júlio Brandão — um livro em que o autor reuniu conferências e prosas diversas, do sabor mais original e mais poético, e em que lateja um vivo amor de Portugal, no que êle tem de bem português.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados. 🟡 Capa com rasgão
O Encoberto de Afonso Lopes Vieira Livraria Editora Viuva Tavares Cardoso. Lisboa, 1905, 154 págs. E
Encadernação com gravuras a seco.
“O thema do Encoberto é o ideal messiânico, não já religioso nem nacional, – mas humano. Essa incógnita da nova vida tem de se desvendar pela demolição de acanhados pardieiros que nos asphixiam. Mas essa demolição poderá fazer-se desmontando as peças arcaicas e gastas, ou fazendo-as voar em estilhaços.” Teófilo Braga.
📕 1ª Edição.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Onde a Terra Se Acaba e o Mar Começa de Afonso Lopes Vieira. Vega Editora. Lisboa, 1998, 134 págs. B.
“Ao estudar Afonso Lopes Vieira, na sua História da Poesia Portuguesa, João Gaspar Simões considera Onde a Terra se Acaba e o Mar Começa ‘o livro mais pessoal e mais forte de quantos o poeta escreveu”.
Dividido em três partes – Canções da Piquena Pátria, “onde o poeta evoca todas aquelas paisagens e vultos que lhe são mais caros porque pertencem à região estremenha que lhe foi berço”; Sob o Signo de Camões, onde figuras como Dinamene e Lord Byron, entre “outros vultos e temas camonianos”, são “tratadas com rara beleza e em que se sente uma leve amargura a marcar o peso da idade do autor” e Cantares dos Búzios, que nos fala “das suas viagens empreendidas pelo mundo e pela sua sensibilidade”-, Onde a Terra se Acaba e o Mar Começa é efectivamente o livro onde Afonso Lopes Vieira está mais presente e “com arte inexcedível” se afirma como “o Paladino da nossa Língua e Mestre de Portugalidade”.
Longo Ataque da Melancolia Mansa… de Afonso Lopes Vieira. Magno Edições. Leiria, 2001, 166 págs. B.
Este projecto inicia-se com a publicação de diversos manuscritos e correspondência trocados entre Afonso Lopes Vieira e Artur Lobo de Campos, organizados e anotados pela Dr.ª Cris- tina Nobre, investigadora e profunda- mente conhecedora da vida e obra de Lopes Vieira. A presente edição é um trabalho editorial conjunto da Câmara Municipal e da Magno e inicia um projecto de colecção que desejamos ver crescer por forma a continuarmos a divulgar o património bibliográfico local.
Romance de Amadis de Afonso Lopes Vieira. Ulmeiro. Lisboa, 1983, 157 págs. B.
Batalhas, guerreiros, monstros fantásticos, feiticeiros, donzelas em apuros e intrigas amorosas – este é o romance de Amadis, o cavaleiro mais formoso e intrépido de toda a Gaula! Sobre a sua glória escreveram-se sagas em todas as línguas e a sua história foi contada por muitos… Mas não só sobre as bravas façanhas de Amadis fala este livro, pois o que seria de um cavaleiro sem a sua amada? O nosso herói é tão devoto à espada como à bela Oriana, e não descansará até fazer dela a sua rainha!
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