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  • Parsifal de Wolfram von Eschenbach

    Parsifal

    Wolfram von Eschenbach

    10,00 

    Parsifal de Wolfram von Eschenbach
    Vega. Lisboa, 2010, 355 págs. B.

    Parsival é um conto épico medieval escrito entre 1200 e 1210 pelo poeta e trovador alemão Wolfram von Eschenbach e, no dizer de muitos estudiosos do tema que aborda, uma obra-prima da poesia medieval alemã e da literatura universal. Objecto de várias representações, nomeadamente a lírica concebida pelo compositor ale-mão Richard Wagner, este romance centra-se no tema do Graal, sob uma perspectiva diferente da tradicional mas não menos aliciante. Graal aqui, é, em síntese, uma pedra ou laje com poderes divinos, pedra de luz que é fonte de alimento e vida mas tem também uma virtude contrária, podendo destruir todos aqueles que tentem usurpá-la. Uma obra encantatória pela transcendência e espiritualidade com que recria a história, já lendária, do Rei Artur e dos seus cavaleiros na demanda do Graal, que ora se apresenta pela primeira vez ao nosso público leitor.

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  • Despedidas de António Nobre

    Despedidas

    António Nobre

    6,00 

    Despedidas de António Nobre
    Vega. Lisboa, s.d., 139 págs. B.
    Colecção: Mnésis | 1
    𓂃🖊 Prefácio: Urbano Tavares Rodrigues

    Assim António Nobre, narciso de alma, deixa atrás de si o reflexo de um. reflexo e a atenção amorosa com que olhou o humano cenário das feiras de Amarante ou as suas naves de névoa a todo o pano, os altos castanhei-ros que eram troveiros lúgubres, as vizinhas meninas vestidas de seda vermelha. Das «Despedidas», canto de narcisismo e morte, letra de adeus, eleva-se, contudo – e são esses os passos mais pungentes uma comedida ora-ção (imploração derradeira) à vida. – Urbano Tavares Rodrigues

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  • A Literatura e o Mal de George Bataille.

    Literatura e o Mal, A

    George Bataille

    7,00 

    A Literatura e o Mal de George Bataille
    Vega. Lisboa, 1998, 186 págs. B.
    Colecção: Passagens | 31

    Neste livro, Bataille analisa de forma magistral as obras de Emily Brontë, Charles Baudelaire, Michelet, William Blake, Marquês de Sade, Proust, Kafka e Jean Genet, obras que são, de um modo ou de outro, atravessadas pelo mal. Bataile acompanha estes autores numa escrita caracterizada pela radicalidade do seu própio pensamento.

     

    «Estes estudos respondem aos esforços que prossegui para esclarecer o sentido da literatura… A literatura é o essencial, ou nada é. O Mal – uma forma aguda do Mal -, da qual ela é a expressão, tem para nós, na minha opinião, o valor supremo. Mas esta concepção não implica a ausência de moral, exigindo antes uma “hipermoral”.»

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  • Práticas e Linguagens Gestuais de A. J. Greimas

    Práticas e Linguagens Gestuais

    A. J. Greimas

    7,50 

    Práticas e Linguagens Gestuais de A. J. Greimas [et al.]
    Vega. Lisboa, 1979, 211 págs. B.
    Colecção: Universidade | 17

    As sociedades logocêntricas, caracterizadas pelo rigor do pensamento aristotélico e cartesiano e pela eficácia técnica das aplicações positivas, estão em crise.

     

    As oposições tradicionais entre o signo e o símbolo, o racional e o objectivo, o lógico e o mítico, a ciência e a ideologia, que servem de fundamento ao projecto científico tradicional, tornam-se problemáticas e perdem até a pertinência quando procura-mos compreender a emergência do sentido nos modos de expressão não verbais. A gestualidade é o terreno privilegiado da linguagem não verbal, É precisamente do desbravamento deste terreno ainda virgem que os textos aqui publicados tratam de maneira exemplar.

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  • Toda e Qualquer Escrita de João de Melo

    Toda e Qualquer Escrita

    João de Melo

    6,00 

    Toda e Qualquer Escrita: Estudos, Ensaios e Críticas de Literatura de João de Melo.
    Vega. Lisboa, s.d., 224 págs. B.
    Universidade | 23

    TODA E QUALQUER ESCRITA (Estudos, ensaios e críticas de Literatura) é um livro que atravessa as cinco áreas fundamentais do trabalho ensaístico de João de Melo dos últimos anos: a Literatura Açoriana (Romanceiro e tradições orais, a produção literária insular 1960-1980, a novelística de Dias de Melo e a poesia de Nemésio); a análise estrutural da obra de consagrados escritores portugueses (José Cardoso Pires, Manuel da Fonseca, Augusto Abelaira); a questão sociolinguística da Língua como fenómeno social; a Literatura Francesa (do Barroco a Baudelaire) e, por fim, a Literatura Angolana (Castro Soromenho e Manuel dos Santos Lima). Na diversidade desta temática reside a intenção de suscitar o interesse dos leitores (estudantes, críticos, estudiosos em geral) para a relação da escrita do ensaio com a de criação literária. Com a especial novidade de retomar o estudo da cultura dos Açores, este livro preenche um espaço de conhecimento, de trabalho e de descoberta ainda pouco experimentado por muitos, além de prolongar a perspectiva, o conceito e o fundo teórico das novas correntes da crítica portuguesa.

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  • O Que é um Autor? de Michel Foucault

    Que é um Autor?, O

    Michel Foucault

    6,00 

    O Que é um Autor? de Michel Foucault
    Vega. Lisboa, 2002, 160 págs. B.
    Colecção: Passagens | 6

    Michel Foucault é um dos autores cuja influência mais se faz sentir no pensamento actual. A multiplicidade dos seus interesses, inseparável da recusa da filosofia e crítica do saber disciplinar, fazem dele um autor inclassificável, revelando o que o seu pensamento tem de exigente. O conjunto de textos reunidos neste pequeno volume tem hoje maior oportunidade do que quando da sua publicação, inserindo-se numa via que o próprio Foucault ajudou a abrir. Essa via tem a ver com o problema do sujeito, e a sua relação com a escrita, não simplesmente como problema estético mas enquanto forma de experiência moderna. Abrangendo todas as etapas do pensamento de Foucault, o conjunto dos textos dá uma visão da sua maneira de trabalhar, permitindo simultaneamente apreender a complexidade da problematização da subjectividade.

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  • História Secreta de Portugal de António Telmo01.48

    História Secreta de Portugal

    António Telmo

    7,50 

    História Secreta de Portugal de António Telmo.
    Vega. Lisboa, 1997, 163 págs. B. Il.

    “Há uma história oculta de Portugal. Não dizemos isto no sentido em que tudo se pode afirmar ter um aspecto oculto. Pensamos que houve entre nós (senão connosco) uma organização esotérica que, de uma maneira perfeitamente consciente e intencional, procurou a partir desta Pátria, a que deu existência, redimir o mundo do mal e da divisão.”

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  • O Eleito de Thomas Mann

    Eleito, O

    Thomas Mann

    6,00 

    O Eleito de Thomas Mann.
    Vega. Lisboa, 2017, 218 págs. B.

    Refundição da lenda de São Gregório, o Édipo cristão, outrora fixada por Hartmann von Aue numa epopeia medieval. Nascido do incesto, recai no pecado como no vício, e após longa penitência chega a Papa. Esta fábula, cujo herói é o santo, denuncia a necessidade perversa do pecado no círculo cristão. Todo o homem, nascido do pecado original, entre as fezes e as urinas (Santo Agostinho), e do âmnio terrivelmente carnal, tem a possibilidade e o dever de se redimir e de se elevar espiritualmente ao divino, consagrando o estatuto de semi-deidade que lhe é competido neste mundo. Thomas Mann, um dos maiores escritores do nosso tempo, distinguido com o Prémio Nobel em 1929, revela aqui uma acutilante penetração da ideologia cristã e dos mais profundos mitos humanos, evidentemente traumáticos e pujantes.

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  • Império do Sonho, O

    Império do Sonho, O

    Alfred Kubin

    5,00 

    O Império do Sonho de Alfred Kubin.
    Vega. Lisboa, 1986, 295 págs. B.

    Num universo Kafkiano de caos e decadência, onde a luta contra o absurdo se revela constantemente inglória, Alfred Kubin descreve a desagregação de um país imaginário, regido por um poder oculto e habitado por toda a espécie de personagens delirantes. Trata-se de uma obra de sempre, em que se funde a parábola política, a crítica social e a aventura fantástica e que destaca o papel do inconsciente e a importância das descobertas de Freud.

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  • Cultura Política ou a Cidade e os Labirintos

    Cultura Política ou a Cidade e os Labirintos

    José Augusto Seabra

    7,50 

    Cultura Política ou a Cidade e os Labirintos de José Augusto Seabra.
    Vega. Lisboa, s.d., 173 págs. B.

    Este livro recolhe textos de intervenção cívica e cultural do Autor, nomeadamente através da Comissão Cívica Independente, de que foi um dos fundadores, e da Nova Renascença, movimento de que vem sendo impulsionador persistente e que agrupa, à volta da revista com o mesmo nome, um sector importante de intelectuais que se reclamam da continuidade da pedagogia democrática e patriótica da Renascença Portuguesa, interrompida com o fim da I República, procurando atualizá-la numa perspectiva de modernidade e universalidade, nas novas condições políticas de liberdade e pluralismo posteriores ao 25 de Abril.

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  • Campo dos Media

    Campo dos Media

    Adriano Duarte Rodrigues

    6,00 

    Campo dos Media de Adriano Duarte Rodrigues.
    Editorial Vega. Lisboa, 1999, 189 págs. B.

    Neste livro procura-se delimitar o campo dos media enquanto instituição social e estudar a discursividade, a narrativa e a tecnologia como suas principais componentes.

    📝 Assinatura de posse.

  • Fernando Pessoa Vozes de uma Alma Nómada

    Fernando Pessoa Vozes de uma Alma Nómada

    Zbigniew Kotowicz

    6,00 

    Fernando Pessoa Vozes de uma Alma Nómada de Zbigniew Kotowicz.
    Vega. Lisboa, 1998, 95 págs. B.

    Filósofo com larga experiência como psicanalista, exegeta de apurada sensibilidade estética, Zbigniew Kotowicz é um profundo conhecedor de Portugal e dos portugueses, da vivência lisboeta de cidade à beira-rio, alguém que conhece também o nosso meio rural: o campo de Alberto Caeiro e a melancolia urbana de Álvaro de Campos e de Bernardo Soares. Visando primacialmente a divulgação de Fernando Pessoa, o Autor fornece­-nos várias pistas de leitura sobre a(s) alma(s) do Poeta, num estilo lapidar, incisivo e acessível, reflectindo a vivência subjectiva da sua sensibilidade enquanto leitor e, assim, tomando o seu ensaio sumamente singular, original, único, útil. Fixando-se nas principais máscaras de Pessoa — Caeiro, Reis, Campos e Soares — vai desenrolando o fio que conduz o leitor (mais ou menos versado) no labirinto pessoano, à descoberta das diferentes Vozes de um dos maiores poetas europeus do século XX.

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  • Lisboa Galante: Episódios e Aspectos da Cidade de Fialho de Almeida

    Lisboa Galante: Episódios e Aspectos da Cidade

    Fialho de Almeida

    5,00 

    Lisboa Galante: Episódios e Aspectos da Cidade de Fialho de Almeida.
    Editorial Vega. Lisboa, 1994, 191 págs. B.

    Livro de crónicas e contos de Fialho de Almeida, subintitulado “Episódios e aspetos da cidade”, em que os textos oscilam de facto entre a narrativa, como em “Amor de velhos”, “A chávena da China”, “A condessa” ou “A verruga”, e a descrição de Lisboa, como em “De noite”, “Madrugada de inverno” ou “Lisboa velha e Lisboa nova”. “Sentimental Journey”, cujo título remete intertextualmente para a obra de Sterne, oferece uma série de notações de viagem.

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  • Iniciação aos Mistérios da Poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Iniciação aos Mistérios da Poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Carlos Ceia

    7,50 

    Iniciação aos Mistérios da Poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Vega. Lisboa, 1997, 171 págs. B.

    Quando um dia ouvi dizer que sobre esta poesia seria impossível escrever um estudo crítico, porque a sua “pureza” impedia qualquer exercício deste tipo, restando ao leitor extasiar-se perante obra tão original. desconfiei com o olho esquerdo e acreditei com o direito. Mais tarde, depois de três anos de investigação e leituras cerradas dos textos poéticos de Sophia de Mello Breyner Andresen, cheguei à conclusão de que devia ter aberto ambos os olhos à desconfiança, embora muitas crenças positivas tivessem permanecido. O mais importante foi ter concluído que nenhum texto, nenhuma obra, pode ser impenetrável ou ficar isenta de leitura crítica. Quase sempre um texto que se anuncia “puro” ou “imaculado” contém em si gérmenes de contradições insustentáveis, ou então a pureza de tal texto é feita de aparências que escaparam de certeza à intenção e à consciência do autor. Significa este princípio que, para ler as profundezas de uma obra/texto, é necessário primeiro ultrapassar a barreira ilusória da verdade que alguém diz ser absoluta ou visível. O presente livro constitui o trabalho propedêutico de conquista da ilusão sofística da obra poética de Sophia de Mello Breyner Andresen.

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  • Toucador: Periódico sem Política

    Toucador: Periódico sem Política

    Almeita Garrett

    7,50 

    Toucador: Periódico sem Política de Almeita Garrett. Vega Gabinete de Edições. Lisboa, 1993, 127 págs. B.

    É eesta a primeira reedição duma obra, hoje raríssima, escrita há cento e trinta e cinco anos, e do seu mesmo título parece evolar-se o indefinível aroma, a graça triste, das coisas esquecidas. Periódico sem política dedicado ås Senhoras portuguesas, «O Toucador, que tratava de modas, namoro, bailes, teatro, jogo, passeios e variedades, foi, cremos poder afirmá-lo, o primeiro jornal do género que se publicou em Portugal. Isto bastaria para justificar a reedição presente, que, todavia, para muitos olhos, não iria além duma curiosidade bibliográfica. Mas… aos seus versos, e não sabemos ao certo a que porção da sua prosa, está ligado o nome glorioso de Almeida Garrett, e aquele dom, que lhe era exclusivo, de valorizar e transfigurar tudo aquilo em que tocava a sua pena.

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  • ONDE A TERRA SE ACABA E O MAR COMEÇA DE AFONSO LOPES VIEIRA.

    Onde a Terra Se Acaba e o Mar Começa

    Afonso Lopes Vieira

    7,00 

    Onde a Terra Se Acaba e o Mar Começa de Afonso Lopes Vieira.
    Vega Editora. Lisboa, 1998, 134 págs. B.

    “Ao estudar Afonso Lopes Vieira, na sua História da Poesia Portuguesa, João Gaspar Simões considera Onde a Terra se Acaba e o Mar Começa ‘o livro mais pessoal e mais forte de quantos o poeta escreveu”.

     

    Dividido em três partes – Canções da Piquena Pátria, “onde o poeta evoca todas aquelas paisagens e vultos que lhe são mais caros porque pertencem à região estremenha que lhe foi berço”; Sob o Signo de Camões, onde figuras como Dinamene e Lord Byron, entre “outros vultos e temas camonianos”, são “tratadas com rara beleza e em que se sente uma leve amargura a marcar o peso da idade do autor” e Cantares dos Búzios, que nos fala “das suas viagens empreendidas pelo mundo e pela sua sensibilidade”-, Onde a Terra se Acaba e o Mar Começa é efectivamente o livro onde Afonso Lopes Vieira está mais presente e “com arte inexcedível” se afirma como “o Paladino da nossa Língua e Mestre de Portugalidade”.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.