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  • NOSSA SENHORA DE PORTUGAL DE JOSÉ DIAS SANCHES

    Nossa Senhora de Portugal: No Cinquentenário

    José Dias Sanches

    7,50 

    NOSSA SENHORA DE PORTUGAL: NO CINQUENTENÁRIO DAS APARIÇÕES DE JOSÉ DIAS SANCHES
    Tip. União Gráfica. Lisboa, 1967, 241 págs. B. Il.

    Publicado por ocasião do cinquentenário das Aparições de Fátima, o livro conjuga um relato circunstanciado das Aparições e dos acontecimentos posteriores com capítulos mais amplos sobre a história do cristianismo em Portugal e o culto a Nossa Senhora, desde as primeiras vitórias do cristianismo na Península Ibérica, passando pelo papel de São Frutuoso na evangelização, até à presença da fé cristã na Reconquista do território português.

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    Características do Exemplar
    🖋️ Assinatura de posse de anterior proprietário, sem outras marcas.
    🔒 Exemplar por abrir
    Peso: 220
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  • As Duas Paixões de S. Paulo de Nuno de Montemor

    Duas Paixões de S. Paulo, As

    Nuno de Montemor

    10,00 

    As Duas Paixões de S. Paulo de Nuno de Montemor
    União Gráfica. Lisboa, s.d., 389 págs. B.

    Nuno de Montemor, pseudónimo de Joaquim Augusto Álvares de Almeida (1881-1964), foi padre católico, poeta, romancista e dramaturgo português. Capelão militar na Primeira Grande Guerra, contactou em França com vários intelectuais. Fundou o Lactário Dr. Proença, em Braga, para apoiar crianças pobres. A sua vasta obra, marcada pela defesa da Fé Católica e do tradicionalismo, alcançou grande êxito editorial e foi traduzida em várias línguas.

    📝 Assinatura de posse.

  • História Eclesiástica de Portugal de Miguel Oliveira

    História Eclesiástica de Portugal

    Miguel Oliveira

    20,00 

    História Eclesiástica de Portugal de Miguel Oliveira
    União Gráfica. Lisboa, 1948, 467 págs. B. Il.

    História Eclesiástica de Portugal é uma obra objectiva e não apologética sobre uma instituição que influenciou decisivamente o destino de Portugal. O Padre Miguel de Oliveira, cuja honestidade científica foi amplamente reconhecida, traça a evolução da Igreja Católica no nosso país, desde os alvores do cristianismo, com o domínio romano, até aos nossos dias, passando em revista vinte séculos de evangelização. Numa abordagem equilibrada e sintética, analisam-se, com rigor e isenção, assuntos como as relações entre a Igreja e o Estado ou a actividade missionária e pedagógica das ordens religiosas, entre muitos outros. Conhecer a história eclesiástica de Portugal é um caminho fundamental para compreender a realidade em que vivemos e o legado de fé e de ecumenismo que os nossos antepassados nos transmitiram.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Paixão de uma Religiosa de Nuno de Montemor

    Paixão de uma Religiosa

    Nuno de Montemor

    7,00 

    Paixão de uma Religiosa de Nuno de Montemor.
    União Gráfica. Lisboa, 1927, 206 págs. B.

    Nuno de Montemor, pseudónimo de Joaquim Augusto Álvares de Almeida, foi um padre católico e autor português nascido em Quadrazais no 16 de dezembro de 1881 e falecido em Lisboa no 4 de janeiro de 1964. Após ter sido ordenado sacerdote, foi nomeado capelão e secretário do Distrito de Recrutamento e Reserva do Exército, na cidade da Guarda. Na qualidade de assistente religioso acompanha os militares ao teatro de guerra em França, por ocasião da Primeira Grande Guerra. Em França trava conhecimento com intelectuais, como Augusto Casimiro, de quem ficará amigo. Nuno de Montemor fundou o Lactário Dr. Proença, com a colaboração de vários beneméritos, para benefício das crianças lactentes pobres. Autor de obra muito vasta, foi poeta, contista, romancista, dramaturgo e obteve significativo sucesso editorial, chegando mesmo a ser o autor com maior procura no mercado do livro. Este êxito levaria à publicação de algumas obras no estrangeiro. Nuno de Montemor fez dos seus livros um apostolado, defensores da Fé Católica e da sua Moral. A intenção era a defesa da corrente tradicionalista católica, estabelecendo laços entre a Literatura e o Cristianismo. A sua obra foi estudada fora de Portugal e traduzida para espanhol, francês, italiano e holandês.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Quando se Tem Mãe de Nuno Montemor

    Quando se Tem Mãe

    Nuno Montemor

    6,00 

    Quando se Tem Mãe de Nuno Montemor.
    União Gráfica. Braga, 1958, 235 págs. B.

    Nuno de Montemor, pseudónimo de Joaquim Augusto Álvares de Almeida, nasceu em Quadrazais, Sabugal. Ordenado sacerdote, foi capelão e secretário do Exército, acompanhando militares na Primeira Guerra Mundial em França, onde conheceu intelectuais como Augusto Casimiro. Ligado à cidade por laços familiares e sociais, destacou-se pelo Lactário Dr. Proença, apoiando crianças pobres. Escritor prolífico, uniu Literatura e Cristianismo, com obras traduzidas e reconhecidas internacionalmente.

    📕 3ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Quando a Vida é Primavera de Maria Amália Fonseca

    Quando a Vida é Primavera

    Maria Amália Fonseca

    7,50 

    Quando a Vida é Primavera de Maria Amália Fonseca.
    União Gráfica. Lisboa, 1944, 260 págs. B.

    O livro que vai ler-se é uma estreia literária que promete bom futuro, se a autora insistir na tarefa agora começada com tanta felicidade. Não é obra de escola, nem realista nem romântica, mas tem realidade e poesia: não tomou a realidade tôda, como se fazia há 50 anos, carregando sobretudo no lado infecto, nem tão pouco divagou pelos mundos incertos e inconsistentes de pura fantasia. Escolheu, joeirou, e pôs de tudo um pouco. Não fêz criações fantásticas, absurdas, inverosímeis, nem co piou a realidade em simples fotografia. Fêz o retrato da vida de família, não de uma família observada, mas de uma família de sua criação, composta com elementos de várias origens. Assim procedem os químicos que fazem corpos novos, dotados de propriedades novas, que a medicina aproveita hoje, com grande satisfação, e que a natureza não possuía, dizendo-se por isso que a qui mica faz concorrência ao Criador. Inserem-se, num radical, grupos moleculares que dão o novo corpo, e faz-se isto graças aos recursos da técnica.

    📝 Assinatura de posse.

  • Água de Neve (Poema Pastoril)Água de Neve (Poema Pastoril) de Nuno de Montemor

    Água de Neve (Poema Pastoril)

    Nuno de Montemor

    10,00 

    Água de Neve (Poema Pastoril) de Nuno de Montemor.
    União Gráfica. Lisboa, 1933, 115 págs. B.

    Nuno de Montemor, pseudónimo de Joaquim Augusto Álvares de Almeida, nasceu em Quadrazais, Sabugal. Ordenado sacerdote, foi capelão e secretário do Exército, acompanhando militares na Primeira Guerra Mundial em França, onde conheceu intelectuais como Augusto Casimiro. Ligado à cidade por laços familiares e sociais, destacou-se pelo Lactário Dr. Proença, apoiando crianças pobres. Escritor prolífico, uniu Literatura e Cristianismo, com obras traduzidas e reconhecidas internacionalmente.

    📕 1ª Edição.
    👨🏻‍🎨Ilustrações de Raquel R. Gameiro Ottolini.

  • Até MaioImagem WhatsApp 2025 03 26 às 16.43.26 8da09ed5

    Até Maio

    Rui Falcão de Matos

    7,00 

    Até Maio de Rui Falcão de Matos.
    União Gráfica. Lisboa, 1953, 85 págs. Mole.

    O livro que vai ler-se não tem só o mérito de revelar um jovem poeta – tem, ainda, o de exprimir a revolta da sua geração. Já houve um tempo, bom tempo de individualismo romântico, em que o poeta de vinte anos se isolava no seu mundo, julgando-se único e privilegiado habitante dele. Pois não é a dor, ela mesma, um privilégio, desconhecido ou impróprio do grosso burguês?

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • OIRO PERDEU O BRILHO DE EVARISTO FRANCO

    E o Oiro Perdeu o Brilho

    Evaristo Franco

    6,00 

    E O OIRO PERDEU O BRILHO DE EVARISTO FRANCO
    União Gráfica. Lisboa, 1943. 229 págs. B.

    Romance de Evaristo Franco que acompanha Carlos Mendes, jovem de dezasseis anos cuja vida tranquila é abalada pela primeira dificuldade séria, a impossibilidade de continuar os estudos. Dividido entre a sede de saber e o amor por Maria Gabriela, o rapaz começa a perder a inocência perante as durezas do mundo, na sequência de confidências do pai que lhe revelam as hipocrisias da condição humana.

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    Características do Exemplar
    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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  • Hora do DiálogoNa Hora do Diálogo de D. Manuel Gonçalves Cerejeira

    Hora do Diálogo

    D. Manuel Gonçalves Cerejeira

    5,00 

    Em vésperas de perfazer trinta e oito anos de Patriarca de Lisboa, é já tempo de olhar para trás, considerando o caminho percorrido. Não quereria falar particularmente do caminho percorrido por mim, parte mínima da marcha da Igreja. O horizonte, porém, é o de toda a vida da Igreja na época em que, sendo o último, fui, pela misteriosa providência de Deus, o primeiro servo dos servos de Deus em Portugal. Se aparecço eu, para confusão minhas, mais vezes à ribalta da história, é apenas porque comigo está de certo modo representado o Episcopado. Creio que este me aprova, ao declarar que, na «resposta a muitas questões», a minha voz é também a dele.