• História da Retórica de Michel Meyer

    História da Retórica

    Michel Meyer

    8,00 

    História da Retórica de Michel Meyer [et al.]
    Temas e Debates. Lisboa, 2002, 327 págs. B.

    A retórica trata o modo como os homens comunicam e se opõem uns aos outros, discutem e procuram seduzir-se e convencer-se. Ora caracterizada por uns como arte de intriga cortesă, ora elevada por outros ao estatuto de método filosófico essencial ao debate público, a retórica tornou-se um campo teórico fundamental das preocupações contemporâneas. Eis a primeira história da retórica, da Antiguidade aos nossos dias, publicada em Portugal. Quer se trate da retórica literária, da argumentação, da propaganda, da publicidade, do direito ou da religião, nada é deixado de lado neste vasto fresco. De Cícero à hermenêutica, de Platão à Nova Retórica de Perelman, de Quintiliano a Port-Royal, de Aristóteles à problematologia, todas as abordagens que deixaram uma marca indelével na retórica actual são aqui expostas de forma articulada e sistemática.

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  • Outra Face da Lua: Escritos sobre o Japão de Claude Lévi-Strauss

    Outra Face da Lua: Escritos sobre o Japão

    Claude Lévi-Strauss

    7,00 

    Outra Face da Lua: Escritos sobre o Japão de Claude Lévi-Strauss
    Temas e Debates. Lisboa, 2012, 239 págs. B.

    É um Lévi-Strauss apaixonado pelo Japão que se encontra neste volume que reúne pela primeira vez diversos escritos, inéditos ou impressos em publicações eruditas, por vezes unicamente no Japão, redigidos entre 1979 e 2001. Da variedade destes textos surge um olhar senão indulgente, pelo menos por vezes generoso, a respeito dos japoneses.

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  • D. Sebastião de Maria Augusta Lima Cruz

    D. Sebastião

    Maria Augusta Lima Cruz

    7,50 

    D. Sebastião de Maria Augusta Lima Cruz
    Temas e Debates. Lisboa, 2009, 384 págs. B. Il.
    Colecção: Reis de Portugal

    O dramático contexto político em que nasceu valeu-lhe o cognome de o Desejado, uma vez que, antes mesmo de vir ao mundo, representava já a última esperança de quantos temiam ver Portugal governado, a breve prazo, por um rei castelhano.

    D. Sebastião foi o décimo sexto monarca português e o sétimo e penúltimo da dinastia de Avis. Nasceu em Lisboa, a 20 de Janeiro de 1554, poucos dias depois da prematura morte de seu pai, o príncipe D. João, último sobrevivente dos nove filhos de D. João III e de D. Catarina de Áustria. Ainda não completara quatro meses de vida, quando sua mãe, D. Joana de Áustria, chamada à regência de Castela, de onde era natural, se viu obrigada a deixá-lo ao cuidado dos avós paternos. Aclamado rei aos 3 anos de idade, após a morte de D. João III, D. Sebastião só viria a governar efectivamente a partir dos 14 anos. Até lá, a regência do reino foi assegurada, primeiro, pela sua avó, a rainha viúva D. Catarina, e mais tarde pelo seu tio-avô, o cardeal D. Henrique, avesso a uma sujeição aos ditames de Filipe II de Espanha. O seu reinado cessou brutalmente a 4 de Agosto de 1578 com a Batalha de Alcácer Quibir.

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  • Dinis de José Augusto de Sotto Mayor Pizarro

    D. Dinis

    José Augusto de Sotto Mayor Pizarro

    7,50 

    Dinis de José Augusto de Sotto Mayor Pizarro
    Temas e Debates. Lisboa, 2008, 384 págs. B. Il.
    Colecção: Reis de Portugal

    Filho de D. Afonso III e de D. Beatriz de Castela, D. Dinis foi o sexto monarca português. Nasceu em Lisboa, a 9 de Outubro de 1261, e iniciou em 1279 um longo reinado de quase 46 anos, vindo a falecer em Santarém, a 7 de Janeiro de 1325.
    Os primeiros anos do reinado ficaram marcados pela vontade do jovem monarca em se afirmar, quer no plano externo, onde se destaca a aliança com o reino de Aragão, selada em 1281 com o casamento de D. Dinis com D. Isabel de Aragão, a Rainha Santa, quer no plano interno, recusando a interferência da sua mãe na governação, reprimindo as exaltações e desmandos do seu irmão D. Afonso, e dando os primeiros passos na orientação política que norteou todo o seu reinado: a afirmação do poder régio.

    Na verdade, a maior parte dos seus actos governativos foi dirigida para reforçar o poder do rei face aos poderes privados, pela reorganização do exército e da marinha de guerra, pela libertação das ordens militares de tutelas exteriores ao reino, pela adopção da língua portuguesa nos documentos oficiais e pela fundação da universidade.

    Vencedor em Alcañices, onde se definiu a fronteira política mais antiga e estável da Europa, e prestigiado internacionalmente, os últimos anos de reinado ficaram ensombrados pela guerra civil que opôs o monarca ao seu filho e herdeiro, mas parece que as cedências então obtidas pelo futuro D. Afonso IV não chegaram para empalidecer o impacto das medidas políticas levadas a cabo por D. Dinis, um dos monarcas que mais influenciou toda a história de Portugal.

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  • Iludidos pelo Acaso de Nassim Nicholas Taleb

    Iludidos pelo Acaso

    Nassim Nicholas Taleb

    7,50 

    Iludidos pelo Acaso de Nassim Nicholas Taleb
    Temas e Debates. Lisboa, 2018, 351 págs. B.

    O papel oculto do acaso na vida e nos mercados Este é o livro que muda a forma como encaramos o mundo dos negócios. Fala-nos da sorte ou, mais precisamente, do papel que atribuímos à sorte na nossa experiência pessoal e profissional. Tendo como cenário o fórum de maior visibilidade em que a sorte é confundida com perícia – os mercados – esta obra explica de maneira irreverente, iconoclasta, surpreendente e divertida uma das forças menos compreendidas da nossa vida.

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  • Tipos de Mentes de Daniel C. Dennett

    Tipos de Mentes

    Daniel C. Dennett

    7,00 

    Tipos de Mentes de Daniel C. Dennett.
    Temas e Debates. Lisboa, 2001, 202 págs. B.

    Há poucos autores tão aptos para formularem questões que causem perplexidade à razão humana do que o filósofo e cientista cognitivo Daniel Dennett. Em Tipos de Mentes, o autor combina ideias da filosofia, da inteligência artificial e da neurobiologia, introduzindo o leitor numa viagem metafísica intrigante. O que é uma mente e quem mais (além do ser humano) a possui? Que distingue a mente humana da dos outros animais? Os robots dotados de sistemas sensoriais exibirão, alguma vez, as características da mente humana? Dennett mostra como, passo a passo, a vida animal passou da simples capacidade de responder às questões ambientais à aptidão excepcional de superar as adversidades, usando experiências passadas para prever situações nunca antes enfrentadas.

    Ao discorrer sobre as mudanças desencadeadas no homem a partir do surgimento da fala, sobre os robots cujos «olhos» de câmara de vídeo nos dão a forte ilusão de presença ou sobre a possibilidade de as aranhas serem apenas robots diminutos tecendo irreflectidamente teias do mais refinado padrão, Dennett demonstra ser um mestre em formular questões estimulantes e perturbadoras.

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  • Nosso Reino de Valter Hugo Mãe

    Nosso Reino, O

    Valter Hugo Mãe

    10,00 

    O Nosso Reino de Valter Hugo Mãe.
    Temas e Debates. Lisboa, 2004, 156 págs. B.

    Delicadíssima história de uma criança em torno da ansiedade por uma resposta de Deus. Retrato de um Portugal recôndito ao tempo da Revolução dos Cravos que nos conta como em lugares pequenos as ideias maiores são relativamente intemporais e o que acontece ignora largamente o tempo exacto do mundo.

    O belo livro de estreia de valter hugo mãe é uma fulgurante prova de imaginação e beleza. Entre a profunda ternura e a difícil aprendizagem da vida, cada dia é um esforço para que se prove a existência do milagre de se ser alguém.

    📕 1ª Edição.
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  • É a Hora de Paulo Borges

    É a Hora

    Paulo Borges

    7,50 

    É a Hora: a mensagem da Mensagem de Fernando Pessoa de Paulo Borges.
    Temas e Debates. Lisboa, 2013, 363 págs. B.

    “Esta obra é fruto da leitura e do convívio assíduo, desde há quase 32 anos, com a Mensagem, o único livro publicado por Fernando Pessoa em vida em língua portuguesa. Oferecemos uma interpretação e um comentário, poema a poema, da composição pessoana, integrando-os ao mesmo tempo numa interpretação e comentário globais, com o objectivo de decifrar a mensagem da Mensagem, tecida na trama das suas personagens, figuras e temas, explicitar os múltiplos sentidos e níveis de sentido do que a obra tem a dizer a todos os seus leitores e a intencionalidade com que o faz: o espírito desta obra visa que, ao lê-la e compreendê-la, sejamos movidos para fazer alguma coisa de essencial, sermos agentes de uma transformação profunda, de nós mesmos, de Portugal e do mundo”

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  • Porque Falham as Nações de Daron Acemoglu

    Porque Falham as Nações

    Daron Acemoglu

    10,00 

    Porque Falham as Nações: As Origens do Poder, da Prosperidade e da Pobreza de Daron Acemoglu de James A. Robinson.
    Temas e Debates. Lisboa, 2013, 619 págs. B.

    Porque são umas nações ricas e outras pobres? Serão os responsáveis a cultura, as condições meteorológicas, a geografia? Ou talvez a ignorância de quais são as políticas certas? Pura e simplesmente, não. Nenhum destes fatores é definitivo ou constitui um destino. Se assim não for, como explicar por que razão o Botsuana se tornou um dos países de crescimento mais rápido do mundo, enquanto outras nações africanas, como o Zimbabué, o Congo e a Serra Leoa, estão atoladas na pobreza e na violência?
    Daron Acemoglu e James Robinson mostram, de uma forma conclusiva, que são as instituições políticas e económicas criadas pela humanidade que estão subjacentes ao êxito económico (ou à falta dele). Baseando-se em quinze anos de investigação, reuniram indícios históricos espantosos sobre o Império Romano, as cidades-estado maias, a Veneza medieval, a União Soviética, a América Latina, Inglaterra, Europa, Estados Unidos e África para elaborarem uma nova teoria de economia política com enorme relevância para as grandes questões atuais, nomeadamente:

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  • Todos os Contos de Edgar Allan Poe

    Todos os Contos

    Edgar Allan Poe

    10,00 

    Todos os Contos de Edgar Allan Poe.
    Temas e Debates. Lisboa, 2014, 948 págs. E.

    Edgar Allan Poe é um dos autores mais publicados do mundo, conhecido pela genialidade expressa também nos seus famosos contos de terror e em algumas das histórias de detetives mais macabras jamais escritas, como A Queda da Casa de UsherOs Crimes da Rua Morgue ou O Escaravelho de Ouro. Notável mestre do suspense, Poe também era poeta e, como demonstram os seus contos sobre hipnotismo e viagens no tempo, foi um pioneiro da ficção científica.

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  • O Retrato de Rose Madder de Stephen King

    Retrato de Rose Madder, O

    Stephen King

    6,00 

    O Retrato de Rose Madder de Stephen King.
    Temas e Debates. Lisboa, 1999, 539 págs. B.

    Ao fim de 14 anos de um casamento terrível Rose Daniels resolve fugir de casa. Refugia-se numa pequena cidade mas continua a viver aterrorizada com a possibilidade do marido a encontrar, pois é um investigador persistente além de ter uma louca obcessão por Rose, tornando-o um monstro de crueldade quase mítico. Para escapar a esse poder quase mítico Rose terá de compactuar e transformar-se numa mullher que nunca desejou ser: Rose Madder.

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  • A História da China de Michael Wood

    História da China, A

    Michael Wood

    10,00 

    A História da China: Um Retrato de uma Civilização e do seu Povo de Michael Wood.
    Temas e Debates. Lisboa, 2021, 621 págs. B. Il.

    A História da China evoca as últimas descobertas arqueológicas; a correspondência e processos judiciais que datam das dinastias Qing e Han; cartas escritas à família por soldados do Exército de Terracota; histórias de mercadores da Rota da Seda e viajantes budistas; diários de imperadores, poetas e camponeses para dar vida à história. Por meio de pormenores íntimos e vozes coloridas, somos conduzidos das estepes desérticas da Mongólia à Grande Muralha, e da Cidade Proibida ao mundo ultramoderno de Pequim, Xangai e Hong Kong.

    Michael Wood apresenta-nos a extraordinária saga do povo chinês através dos tempos numa obra acessível que põe uma narrativa histórica de grande escala ao alcance de qualquer leitor.

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  • Presidente da República Portuguesa de António Costa Pinto

    Presidente da República Portuguesa

    António Costa Pinto

    15,00 

    Presidente da República Portuguesa de António Costa Pinto.
    Temas e Debates. Lisboa, 2001, 280 págs. E. Il.

    O regime republicano português foi um fenómeno precoce no quadro europeu, mas a sua sobrevivência ao longo do século xx, sobretudo considerando a longa experiência autoritária, demonstrou a rápida consolidação das instituições republicanas na sociedade portuguesa e sobretudo nas suas elites.

    Associando-se à abertura do Museu da Presidência da República, a obra colectiva Os Presidentes da República Portuguesa analisa o papel da instituição presidencial nos diversos regimes políticos que Portugal conheceu desde 1910 (I República, Ditadura Militar, Estado Novo e Democracia) e inclui as biografias políticas dos dezassete presidentes portugueses.

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  • Fernando Pessoa de Joaquim Vieira

    Fernando Pessoa

    Joaquim Vieira

    10,00 

    Fernando Pessoa de Joaquim Vieira.
    Temas e Debates. Lisboa, 2008, 200 págs. E. Il.

    Diz-se, por vezes, que os quatro maiores portas portugueses do século XX são Fernando pessoa. Tal afirmação poderá parecer estranha para quem não conheça este fenómeno literário e torna-se ainda mais insólita se recordarmos que Pessoa apenas publicou um livro de versos em português, Mensagem, em 1934. Enquanto outros poetas só alcançaram a celebridade a título póstumo, Pessoa, já na sepultura, surpreendeu o mundo não só por ter deixado muita poesia inédita mas por ser o criador de vários poetas desconhecidos, ou pouco conhecidos, e ainda de vários prosadores. Os três nomes de poetas, juntamente com o que recebeu à nascença, formam um quarteto assombroso que transformou a história da literatura portuguesa e, depois, da literatura europeia e mesmo mundial.

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  • D. Carlos: Fotobiografia do Século XX de Joaquim Vieira

    D. Carlos: Fotobiografia do Século XX

    Joaquim Vieira

    10,00 

    D. Carlos: Fotobiografia do Século XX de Joaquim Vieira.
    Temas e Debates. Lisboa, 2008, 199 págs. E. Il.

    Fotobiografia do Rei D. Carlos, numa edição de grande qualidade tendo como responsável gráfico Fernando Rochinha Diogo.  A pesquisa iconográfica  é da responsabilidade de Cristina Faria, Irene Pimentel e Júlia Leitão de Barros, e a genealogia de Luís Filipe Marques da Gama.

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  • Amália Rodrigues de Joaquim Vieira

    Amália Rodrigues

    Joaquim Vieira

    10,00 

    Amália Rodrigues de Joaquim Vieira [Dir.]
    Temas e Debates. Lisboa, 2008, 200 págs. E. Il.

    Reunindo uma equipa de especialistas, Joaquim Vieira, reputado jornalista e investigador, dirige uma inédita coleção de fotobiografias. A intensa pesquisa de iconografia, e bibliográfica, levaram-no a diversos arquivos, públicos e privados, a entrevistas e conversas com os que de alguma forma contactaram com os biografados.

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