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  • Pascal, Filósofo Cristão

    Pascal, Filósofo Cristão

    Eduardo Abranches de Soveral

    8,00 

    Pascal, Filósofo Cristão de Eduardo Abranches de Soveral
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1968, 290 págs. B.
    Colecção: Meridiano Universitário | 4

    Em «Pascal Filósofo Cristão» é feita uma exposição crítica da filosofia pascaliana, considerando quer a sua gnosiologia, quer os elementos mais importantes que ele oferece para uma antropologia e uma ontologia culturais.

    Para o efeito o Autor seguiu o método mais adequado à natureza do tema: utilizou o conhecimento objetivo e seguro, que era possível ter sobre a vida e a personalidade de Pascal, como um meio auxiliar, mas de muito interesse, para a interpretação da sua obra.

    Ao mesmo tempo procedeu à inventariação e crítica de todos os textos com carácter filosófico nela contidos.

    Isto permitiu chegar a algumas conclusões novas, designadamente no que se refere à dialética pascaliana; ao seu bi-substancialismo mecanicista; ao valor cognitivo e apologético do argumento da ´Aposta` ; e ao plano e significado dos ´Pensamentos` .

    No respeitante à biografia de Blaise Pascal, tiveram-se em conta os resultados das mais recentes investigações que lançaram uma nova luz sobre o teor das relações do filósofo com ´Port-Royal` e sobre os últimos tempos da sua vida breve mas intensa.

    Também neste campo se propõe algo de novo: uma diversa interpretação do ´Memorial` e do testemunho do Padre Beurrier.

    Deverá anotar-se ainda a forma como as ´Cartas Provinciais` são interpretadas e criticadas, designadamente quanto às críticas que nelas se fazem à ´Companhia de Jesus`.

    📖 Exemplar por abrir

  • Freud: Estudo Crítico da Psicanálise de Rudolph Allers

    Freud: Estudo Crítico da Psicanálise

    Rudolph Allers

    7,50 

    Freud: Estudo Crítico da Psicanálise de Rudolph Allers.
    Livaria Tavares Martins. Porto, 1970, 339 págs. B.

    Apresenta a psicanálise no seu conjunto: sofismas, axiomas, filosofia, teoria da sexualidade. Compara-a com a psicologia e a medicina. Sua relação com a religião. Por fim, a psicanálise na história do pensamento.

    Índice:
    Noções básicas da psicanálise
    Os sofismas da psicanálise
    Os axiomas da psicanálise
    A filosofia da psicanálise
    A teoria da sexualidade
    A psicanálise e a psicologia
    A psicanálise e a medicina
    Filosofia e método
    A psicanálise e a etnologia
    Psicanálise e educação
    Psicanálise e religião
    O lugar da psicanálise na história do pensamento humano

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Agonia da Noite

    Agonia da Noite

    Jorge Amado

    5,00 

    Agonia da Noite de Jorge Amado.
    Livraria Martins Editora. São Paulo, 1971, 299 págs. B.

    Agonia da Noite, segundo volume da trilogia Subterrâneos da Liberdade, aborda o período em que o regime de Vargas já estava instaurado, mostrando que as promessas não foram cumpridas, deixando o povo sem opção.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História da ArteWhatsApp Image 2026 02 05 at 12.22.50

    História da Arte

    Pierre du Colombier

    25,00 

    História da Arte: da Pré-História aos Nossos Dias de Pierre du Colombier.
    Livraria Tavares Martins. Porto, s.d., 482 págs. E.

    MATÉRIA deste livro é a arte, quer dizer, o conjunto de obras que os homens do século XX, considerados competentes pelos seus semelhantes, se habituaram a considerar como belas no domínio plástico. Claro está que a estética teórica não é para aqui chamada. Não faltam, por certo, sistemas muito engenhosos para explicar as razões que tornam uma obra verdadeiramente bela. A sua própria diversidade produz a desconfiança e, com um pouco de malícia, haveria a observar que os seus autores, ao passarem aos domínios da aplicação, chegam a resultados por vezes muito singulares. A custo conseguiram eles arrancar ao mistério alguns princípios cujo valor não é de contestar, como, por exemplo, o princípio segundo o qual o sentimento da beleza se considera frequentemente inseparável de proporções determinadas. Mas quem não verá que as migalhas assim obtidas não bastam para resolver o problema?

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Doutrinas Existencialistas

    Doutrinas Existencialistas

    Regis Jolivet

    8,00 

    Doutrinas Existencialistas: de Kierkegaard a Sarte de Regis Jolivet.
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1957, 438 págs. B.

    “As Doutrinas Existencialistas: de Kierkegaard a Sartre”, de Régis Jolivet, analisa o desenvolvimento do existencialismo, abordando as contribuições de Kierkegaard e Sartre, entre outros, e contextualizando-o no cenário filosófico. A obra, com prefácio de Delfim Santos, explora o aspecto doutrinal do existencialismo, focando nas suas origens e formas mais características, sem deixar de considerar as implicações filosóficas e sociais do tema

    𓂃🖊 Prefácio de Delfim Santos
    📝 Assinatura de posse.

  • Problema Econômico Português de Daniel Vieira Barbosa

    Problema Econômico Português

    Daniel Vieira Barbosa

    15,00 

    Problema Econômico Português de Daniel Vieira Barbosa.
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1958, 283 págs. B.

    Temos trinta anos duma política que se mostra plenamente capaz de enfrentar o futuro se corajosamente a expurgarmos dos vícios e dos defeitos a que a acomodação no tempo a um estado de tranquilidade e segurança criou particulares condições ambienciais; impõe–se, porém, ponderando devidamente tendências que conscienciosamente se afirmem e respeitando o que se deva e possa considerar como vontade do país, conduzi-la na evolução que é mister incutir-lhe para não só a manter naquele estado de dinamismo que arrasta as multidões, mas para a libertar de alguns conceitos restritivos que se se podem compreender na emergência dos primeiros tempos dum sistema politico não deverão, de forma alguma, perdurar como norma inelutável pela vida fora, como dado perene de actuação governativa, em perigo de acabarem por únicamente servir ao comodismo de alguns numa consequente inutilidade para servir a Nação.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Mulher no Século XX de Plínio Salgado

    Mulher no Século XX, A

    Plínio Salgado

    7,50 

    Mulher no Século XX de Plínio Salgado.
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1946, 155 págs. B.

    Do índice: Pergunta do século XX; A Esfinge-mulher; A mulher é medida, pesada e comparada; Abramos um parêntesis; A mulher e a civilização naturalista; Falsos argumentos críticos materialistas; Da Idade-Média à Renascença;  A Ciência do Bem e do Mal; Instrução e Educação; A mulher e o cristianismo; Concepção integral do homem e da mulher; Missão maternal da mulher; O homem depende da mulher; O homem do nosso tempo; Nem a mulher-boneca, nem a mulher-soldado; Mulheres masculinizadas e homens afeminados; Acção social da mulher; Notas

    📝 Assinatura de posse.

  • Garrett

    Garrett

    João Gaspar Simões

    6,00 

    Garrett de João Gaspar Simões.
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1954, 172 págs. B.
    Colecção: Poetas de Ontem e de Hoje | 1

    De muito pouco vale o que um poeta diz ou pensa dos seus próprios versos, seja qual for o grau de acuidade da sua inteligência critica, desde que o não auxiliem luzes susceptiveis de iluminar a sus obra para além do gosto e das tendências estéticas do seu tempo. Não podemos esquecer que ao poeta Garrett devemos a introdução do gosto romântico na poesia portuguesa, campanha em que se empenhou antes por imperativos de cultura e sociabilidade que por tem peramento propriamente dito.

    📝 Assinatura de posse.

  • Antiguidades Lusitanas de M. R. Conceição

    Antiguidades Lusitanas

    M. R. Conceição

    20,00 

    Antiguidades Lusitanas ou Desabar dum Êrro Histórico: Oirgem e Fundação da Velha Igreja de Cedofeita e seu Mosteiro antiquíssimo) de M. R. Conceição.
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1931, 98 págs. B.

    Interessante documento acerca da origem e fundação do notabilíssimo monumento românico portuense, documentado com ilustrações nas páginas de texto.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Só de António Nobre. Livraria Tavares MartinsSó de António Nobre (Encadernado)

    António Nobre

    20,00 

    Só de António Nobre.
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1959, 214 págs. E.

    Publicado em Paris, em abril de 1892, na casa Léon Vanier, Só surpreenderá os leitores e críticos nacionais com o carácter inesperado dos temas e com a novidade das opções formais e estilísticas. Integrado na geração de poetas da década de 90, Nobre revela o desejo de renovação da linguagem poética próprio de uma estética finissecular, integrando temas e registos de língua cujo acesso à expressão poética estivera outrora vedado. Em termos temáticos, destaca-se o pessimismo profundo da sua visão do mundo; em termos formais, a presença da linguagem popular e a utilização expressiva das marcas da coloquialidade

    📝 Assinatura de posse..

  • Non Sum Dignus de Antero de Figueiredo

    Non Sum Dignus

    Antero de Figueiredo

    7,50 

    Non Sum Dignus de Antero de Figueiredo.
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1948, 375 págs. B.

    Antero de Figueiredo nasceu para a beleza das coisas e sabe traduzir o seu encantamento em requintes de linguagem policrónica, ora num tom solene de majestade, ora num puro visualismo do real. Tudo isto impregnado de espiritualidade, sobretudo em livros como “Fátima”, “Amor Supremo”, “Non Sum Dignus”, “O Último Olhar de Jesus”. De qualquer forma, estão sempre em causa os ideais da Pátria e os da Religião.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Príncipe do Mar e o Descobrimento do Mundo de Adolfo Simões Muller

    Príncipe do Mar e o Descobrimento do Mundo

    Adolfo Simões Muller

    6,00 

    Príncipe do Mar e o Descobrimento do Mundo de Adolfo Simões Muller.
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1971, 265 págs. B.

    O Príncipe do Mar (que têm agora nas vossa mãos), eu aprendi a ter orgulho do povo a que pertenço – que se meteu à aventura sobre águas desconhecidas, rumo a terras desconhecidas, ouvindo as vozes de então garantir que a linha do horizonte era o fim do mundo, e que para lá do fim do mundo havia só dragões. Mas o infante D. Henrique sabia que nada disso era verdade, que havia muitas terras para lá daquela linha que a nossa vista alcançava, e descobri-las foi o sonho e o trabalho de toda a sua vida.» Alice Vieira

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Visão do Crente

    Visão do Crente

    João de Almeida

    6,00 

    Visão do Crente de João de Almeida.
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1937, 228 págs. B.

    Há aproximamente vinte anos que êste trabalho foi escrito; e quanto a nós, salvaguardadas certas soluções aconselhadas, consoante as oportunidades, e ainda em certos pormenores, em nada temos que alterar as nossas ideias, concepções e pensamentos que nele se esboçaram.

     

    Antes pelo contrário a Tese da originalidade do Território e da Raça, bem como da Teoria e da unidade do Império, implicitamente definidas neste trabalho, mais se avigoram no nosso espírito, pela confirmação de certos factos e observações, que uma interpretação clara e precisa, e uma dedução lógica puseram a iluminar uma explicação que abarca toda a vida da Raça, desde as origens até ao presente.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Abelha Contra o Vidro de Gilbert Cesbron

    Abelha Contra o Vidro

    Gilbert Cesbron

    5,00 

    Abelha Contra o Vidro de Gilbert Cesbron.
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1967, 331 págs. B.

    Esta obra, agora presente de forma directa, frontal, o problema da solidão.

    O drama de Isabelle Devrain, a figura central do livro, assenta em três pontos: tem 28 anos, é virgem e é feia. O seu diário, o caderno preto que era «para queimar sem ler depois da tentativa (falhada) de suicídio da sua autora, dá-nos a evolução da personalidade de Isabelle, desnuda uma alma sensível que sofre por acreditar que a fealdade lhe nega o lugar ao sol a que, como ser humano, a jovem entende ter direito.

    Uma Abelha Conta O Vidro, a história de uma rapariga feia, (tema delicado que um escritor da envergadura de Cesbron consegue manter sempre dentro das fronteiras da dignidade literária) é um patético grito de alarme sobre os dramas anónimos de seres humanos que, escarninhamente, a sociedade moderna tornou Robinsons em ilhas superpovoadas e é afinal mais uma tomada de posição do autor perante os grandes problemas gerados pela maneira de viver actual – falha de espiritualidade.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Nova Rússia, A

    Nova Rússia, A

    Henri Massis

    7,50 

    A Nova Rússia de Henri Massis.
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1945, 264 págs. B.

    Tudo ignorando sobre a Rússia, saltando a seu respeito de ilusão em ilusão, a maior parte dos franceses ainda há pouco alimentava as mais contraditórias opiniões quanto a ésse pais. Para uns, AU, R. S. S. era o pais de maior desenvolvimento da civilização, o farol e o guia de todos os povos, a pátria de todos os proletários Para os outros, era apenas um território assolado onde reinavam a desordem, a fome e o desespero, onde a população inteira esperava somente a primeira oportunidade e o primeiro abalo para derrubar a detestada tirania reinante.

    📝 Assinatura de posse.