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  • Viagem ao Desconhecido de Hilary Evans

    Viagem ao Desconhecido

    Hilary Evans

    7,50 

    Viagem ao Desconhecido de Hilary Evans.
    Selecções do Reader’s Digest.

    O Fascínio pelo Sobrenatural.
    PARTE I – Histórias Surpreendentes da Antiguidade
    PARTE II – Grandes Mistérios da Idade Média
    PARTE III – Uma Era de Bruxas, Demónios e Fantasmas.
    PARTE IV – Visões e Espíritos na Idade da Razão
    PARTE V
    Enigmas que Desafiam a Ciência
    O Desconhecido no Ano 2000 e para além Dele
    Guia do Paranormal

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Novo Atlas do Mundo de Mary Jane Hodges

    Novo Atlas do Mundo

    Mary Jane Hodges

    7,50 

    Novo Atlas do Mundo de Mary Jane Hodges.
    Lisboa. Selecções do Reader’s Digest, 1990, 239 págs. Dura.

    Depois de um dicionário, um atlas é talvez o livro de consulta mais frequentemente utilizado. Todos os membros da família recorrem às suas páginas seja para localizar topónimos desconhecidos que subitamente surgem num noticiário, seja para fazer os trabalhos de casa, para planear as férias ou apenas para sonhar com viagens a regiões exóticas e distantes. Por todos esses motivos, os mapas que constituem o núcleo de um atlas têm de ser completos, legíveis e actualizados. Para garantir que os mapas de O NOVO ATLAS DO MUNDO DAS SELECÇÕES DO READER’S DIGEST correspondessem a to dos esses requisitos, procurámos os mais destacados cartógrafos e encarregámo-los de elaborar a espantosa série de cartas que aparece entre as pp. 64 e 192 desta obra. A representação topográfica exclusiva deste atlas utiliza uma combinação de cores e sombreados de que resulta um efeito tridimensional sem prejuízo do pormenor nem da clareza.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • José António Ferreira de Almeida

    Tesouros Artísticos de Portugal

    José António Ferreira de Almeida

    20,00 

    Tesouros Artísticos de Portugal de José António Ferreira de Almeida.
    Selecções do Reader’s Digest. Lisboa, 1976, 667 págs. E.

    “ O projecto, acarinhado durante três anos, surge livro, livro que é simultaneamente uma antologia, um dicionário e um guia das riquezas artísticas de Portugal. Ao longo das suas páginas, o leitor é constantemente convidado a percorrer os lugares privilegiados onde o espírito da Arte pairou, a admirar os tesouros até agora ocultos aos olhos da maioria, que não sabia onde encontrá-los. Seguindo este roteiro, cada viagem pelo País tornar-se-á uma aventura de descoberta dos bens preciosos que de norte a sul merecem ser contemplados, quer sejam uma ponte romana, as muralhas de um castelo ou os painéis de um retábulo gótico.(…)”

    Obra profusamente ilustrada nas páginas de texto, tendo no final uma série de mapas em folhas desdobráveis e um glossário.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Incas: Senhores dos Andes

    Incas: Senhores dos Andes

    Carmen Salazar

    5,00 

    Incas: Senhores dos Andes de Jean-François Bouchard.
    Selecções do Reader’s Digest. Lisboa, 2004, 192 págs. E. Il.

    Na segunda metade do século xv, algumas dezenas de milhar de indivíduos – os Incas – conquistaram um território que se estendia pela cordilheira dos Andes ao longo de mais de 4000 quilómetros. O seu poder, porém, é efémero: em 1532, o Império Inca cai nas mãos dos Espanhóis.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Monarquia Portuguesa

    Monarquia Portuguesa

    Maria Antónia Vasconcelos

    20,00 

    Há muito que se sentia a necessidade de preencher a extensa lacula de conhecimentos de muits portugueses sobre a Monarquia que os serviu durante cerca de 800 anos. Na verdade, e infelizmente, o seu papel na génese e desenvolvimento da Nação é frequentemente ignorado, e o pouco conhecimento existente é reduzido a esteriótipos deformadores da verdade histórica. (…) O livro que me pediram que prefacie não é uma apologia da Monarquia Portuguesa nem, ainda menos, um instrumento de propaganda, uma obra de facção ou um combate contra quem quer que seja. Os seus autores, com credenciais intelectuais bem conhecidas, subordinam-se a critérios de rigor e isenção ideológica. O seu único compromisso é com a História. in Prefácio Gonçalo Ribeiro Telles.