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  • Lusíadas de Luís de Camões Contados às Crianças e Lembrados ao Povo, Os

    Lusíadas de Luís de Camões Contados às Crianças e Lembrados ao Povo, Os

    João de Barros

    5,00 

    Os Lusíadas de Luís de Camões Contados às Crianças e Lembrados ao Povo de João de Barros.
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 2003, 213 págs. B.

    Era uma vez um povo de marinheiros e de heróis, o povo português, o nosso povo, que já lá vão muitos anos — mais de quatrocentos — quis descobrir o caminho marítimo para a Índia. A Índia aparecia então, aos olhos de todos os Europeus, como terra de esplendor e de riqueza, que todos os homens desejavam, mas onde era difícil, quase impossível chegar. Quatro pequenos navios — tão pequenos sobre o imenso, ignorado Oceano! — Quatro naus comandadas pelo grande capitão Vasco da Gama lançaram-se através do Atlântico, só conhecido até ao Cabo da Boa Esperança, dobraram esse Cabo e puseram-se de vela para a região que demandavam.

    O vento era brando, o mar sereno. Até então a viagem correra sossegada. Mas os perigos seriam constantes, a travessia arriscada, a viagem longa. E ninguém sabia ao certo o rumo a seguir, pois nunca outra gente se atrevera sequer a tentar tão comprida e custosa navegação.

    Só a coragem e a audácia dos Portugueses seria capaz da proeza heróica! Assim inicia João de Barros a sua adaptação em prosa de Os Lusíadas, o poema épico português. Nesta obra, o autor condensa e simplifica a leitura dessa joia da literatura nacional, tornando-a acessível a um público mais jovem, mas interessado em conhecer a sua História e as suas Origens.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Lusíadas de Luís de Camões de João de Barros

    Lusíadas de Luís de Camões

    João de Barros

    6,00 

    Lusíadas de Luís de Camões de João de Barros.
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1977, 214 págs. B.

    Era uma vez um povo de marinheiros e de heróis, o povo português, o nosso povo, que já lá vão muitos anos — mais de quatrocentos — quis descobrir o caminho marítimo para a Índia. A Índia aparecia então, aos olhos de todos os Europeus, como terra de esplendor e de riqueza, que todos os homens desejavam, mas onde era difícil, quase impossível chegar. Quatro pequenos navios — tão pequenos sobre o imenso, ignorado Oceano! — Quatro naus comandadas pelo grande capitão Vasco da Gama lançaram-se através do Atlântico, só conhecido até ao Cabo da Boa Esperança, dobraram esse Cabo e puseram-se de vela para a região que demandavam. O vento era brando, o mar sereno. Até então a viagem correra sossegada. Mas os perigos seriam constantes, a travessia arriscada, a viagem longa. E ninguém sabia ao certo o rumo a seguir, pois nunca outra gente se atrevera sequer a tentar tão comprida e custosa navegação. Só a coragem e a audácia dos Portugueses seria capaz da proeza heroica! Assim inicia João de Barros a sua adaptação em prosa de Os Lusíadas, o poema épico português. Nesta obra, o autor condensa e simplifica a leitura dessa joia da literatura nacional, tornando-a acessível a um público mais jovem, mas interessado em conhecer a sua História e as suas Origens.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Martins Barata

  • Poesia e Metafísica

    Poesia e Metafísica

    Eduardo Lourenço

    15,00 

    Poesia e Metafísica: Camões, Antero e Pessoa de Eduardo Lourenço.
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1983, 261 págs. B.

    O que não somos como filósofos sê-lo-emos como poetas? Se assim é, ninguém como Camões, Antero e Pessoa teria ilustrado tão bela e convincentemente esta fatalidade cultural que nos faz preferir Orfeu à musa mais severa de Parménides. Acrescentemos à tríade abordada nestas páginas de há vinte anos o nome de Pascoaes e o panorama ficará completo. Que os leitores o façam por sua conta e risco.

    📕 1ª Edição.
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  • Marília de Dirceu e Mais Poesias de Tomás António Gonzaga

    Marília de Dirceu e Mais Poesias

    Tomás António Gonzaga

    7,00 

    Marília de Dirceu e Mais Poesias de Tomás António Gonzaga.
    Sá da Costa Editora. Lisboa, 2008, 238 págs. B.

    A vida de Gonzaga e com ela a sua obra apresentam hoje ainda problemas de dificil resolução. A fantasia tem-se exercitado largamente sobre a figura do curioso escritor e, longe de lhe aclarar os traços, tem-na rodeado, como de costume, de persistentes névoas. A presente edição, fundada nos melhores textos e abonada por algumas investigações em arquivo, pretende dar uma imagem mais exacta do cantor de Marilia e desterrar para longe algumas dessas sombras.

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  • O Nascimento da Moderna Historiografia de Georges Lefebvre

    Nascimento da Moderna Historiografia, O

    Georges Lefebvre

    15,00 

    Georges Lefebvre consagrou, em 1945-1946, um dos últimos cursos que deu na Sorbonne à história da história; do referido curso apa receu nessa altura uma versão do Centre de Documentation Universitaire, sob o título Notions d’Historiographie moderne. O livro que ora se publica é a reprodução desse ori ginal, ligeiramente modificado por algumas correcções e acrescentos de pormenor, que em nada lhe alteram o espírito ou o estilo. A lucidez e a simpatia de Georges Lefebvre fazem ainda hoje de O Nascimento da Moderna Historiografia uma obra clássica para todos os candidatos a historiadores e também o guia mais inteligente e mais huma no para a exploração desse continente quase desconhecido que é a história da história.

  • Casamento Perfeito de Diogo Paiva de Andrada

    Casamento Perfeito

    Diogo Paiva de Andrada

    10,00 

    Casamento Perfeito de Diogo Paiva de Andrada.
    Livraria Sá da Costa. Lisboa, 1944, 206 págs. Dura.

    Prefácio e notas de Fidelino de Figueiredo. Uma obra que se debruça sobre o tema do casamento, no seio da sociedade do século XVII, o qual só se começou a teorizar e a exprimir literariamente a partir da revalorização renascentista da figura do Homem. Diogo de Paiva de Andrada mostra, através deste livro, amentalidade do homem instruído da sua época, baseando-se numa perspectiva idealista da vida conjugal, resultante do equilíbrio entre a “vida viva” e os “dogmas da vida ascética”. Enquanto retrato fiel de uma época, o livro representa um importante testemunho da mesma, além de suscitar, ainda hoje, grande interesse já que aborda um dos tópicos mais polémicos das sociedades de todos os tempos. «O tratado de Paiva de Andrada, instrumento nobre de dignificação do matrimónio à luz das doutrinas fixadas em Trento, pertence mais à história das ideias morais e dos métodos de acção da Contra-Reforma do que à literatura. O que de mais literário contém – não falando na mestria da composiçãointrínseca – é o sólido conhecimento das velhas letras gregas e romanas, trazido muito a propósito na sua exposição apologética, e o domínio da língua portuguesa, que demonstra nas traduções dos lugares selectos desses velhos textos.»

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.