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  • Mão Morta: Narradores da Decadência2026/01/1000081331.jpg

    Mão Morta: Narradores da Decadência

    Vitor Junqueira

    20,00 

    Mão Morta: Narradores da Decadência de Vitor Junqueira.
    Quasi Edições. Vila Nova de Famalicão, 2004, 229 págs. B.

    Adolfo Luxúria Canibal e os Mão Morta colocaram-se deliberadamente à margem, tornaram-se narradores da decadência, procuraram e muitas vezes encontraram nela uma espécie de fulgor; um combustível para alimentar a energia dos que desiludidos em subverter o senso comum, mantém a determinação a fazer da cultura variedade de guerrilha romântica. 23 de Outubro de 2001, Blitz, Rui Monteiro

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  • Poses para um Retrato de Época

    Poses para um Retrato de Época

    José Viale Moutinho

    10,00 

    Poses para um Retrato de Época: Camilo Castelo Branco visto pelos seus contemporâneos de José Viale Moutinho [Org.].
    Edições Quasi. Vila Nova de Famalicão, 2005, 338 págs. B.

    Poses para um Retrato na Época é uma antologia de páginas sobre Camilo Castelo Branco da autoria de alguns dos escritores e jornalistas que o conheceram, pessoal e literariamente. José Viale Moutinho pretende com este livro arrolar materiais, com importância inclusive sociológica, que permitam uma maior aproximação ao Homem e ao Escritor. E aqui estão palavras de Ana Plácido, a companheira de Camilo, de Ramalho e de Júlio César Machado, seus amigos, de Ricardo Jorge, de Trindade Coelho e de Júlio Dinis, de Eça e de Bruno, de Silva Pinto e de Oliveira Martins, de Fialho e de Pinheiro Chagas, críticas, narrativas de episódios e de ambientes, bem como alguns documentos parlamentares justificativos da compensação de uma obra literária com uma coroa de visconde…

    Eis, enfim, uma mão-cheia de prefácios, cartas, crónicas, artigos e apenas um breve poema, que constituem os traços, as sombras e a iluminação de um retrato de Camilo, que, intencionalmente, acaba por acontecer apenas a sépia.

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  • Histórias da Ciência de Miguel Lobo Antunes

    Histórias da Ciência

    Miguel Lobo Antunes

    5,00 

    Histórias da Ciência de Miguel Lobo Antunes.
    Edições Quasi. Vila Nova de Famalicão, 2007, 165 págs. B.

    Por que é que não nascem crocodilos dos ovos dos pintos? Segundo a Teoría dos Humores, como é que se trata de uma gripe comum, e porquê? As penas com que os machos da Ave do Paraíso ornamentam as caudas para serem escolhidos pelas fêmeas nas suas complexas paradas nupciais são sem dúvida estonteantes mas, do ponto de vista evolutivo, para que é que servem? Um rapazinho impúbere que entrou para uma ordem monástica medieval e nunca teve qualquer experiência de sexo é mesmo um homem, ou pertence antes a um terceiro género que ainda não tem nome? Como é que uma lesão cerebral provoca, exactamente, alterações sensíveis na linguagem falada? Todas estas perguntas levantadas pelos mistérios naturais, e tantas outras, mereceram atenção e raciocínio dos espíritos inquietos dos tempos mais remotos até aos nossos dias. Ao seguirmos a história do que sobre elas se pensou, abrimo-nos ao hipertexto de todas as outras ideias que foram ficando pelo caminho. Para quem gosta de encantar-se com os meandros e caprichos do pensamento humano através dos séculos.

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  • Três de Máximo Gorki

    Três Contos

    Máximo Gorki

    2,50 

    Três de Máximo Gorki.
    Edições Quasi. Vila Nova de Famalicão, 2008, 93 págs. B.

    Estas narrativas, tal como grande parte da obra de Gorki, trazem para o primeiro plano o povo miúdo e miserável, como os mendigos, os vagabundos e os operários, captados e retratados com a ternura, a humanidade e o conhecimento de quem, como o autor russo, vagueou profundamente pela Rússia e exerceu as mais diversas profissões.

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  • Fera da Selva de Henry James

    Fera da Selva, A

    Henry James

    2,50 

    Justamente considerada um dos momentos mais altos da obra de Henry James, esta novela devastadora e comovente aborda temas universais – o amor, a solidão, a morte e o sentido da vida – de uma forma admirável e inesquecível para qualquer leitor que se cruze com ela. Não é por isso de admirar que este pequeno texto seja um dos grandes clássicos da literatura de todos os tempos.

  • Cântico de Natal de Charles Dickens

    Cântico de Natal, Um

    Charles Dickens

    2,50 

    Cântico de Natal de Charles Dickens.
    Edições Quasi. Vila Nova de Famalicão, 2008, 101 págs. B.

    Um Cântico de Natal (1843) é talvez o mais dickensiano dos contos.

    É que só Charles Dickens poderia, a propósito do Natal, criar personagens como Scrooge, o pequeno Tim, e os três Espíritos do Natal Passado, Presente e Futuro, e acrescentar-lhes o Fantasma de Marley.

    Este livro tem passado de geração em geração, acompanhado do desejo do autor de que «assombre as casas dos leitores de forma agradável, e que ninguém deseje apaziguá-lo».

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  • Ciganita de Miguel de Cervantes

    Ciganita, A

    Miguel de Cervantes

    2,50 

    Ciganita de Miguel de Cervantes.
    Edições Quasi. Vila Nova de Famalicão, 2008, 94 págs. B.

    Esta novela, que segue a tradição italiana de novellieri criada por figuras como Giovanni Boccaccio e desenvolvida por autores como Matteo Bandello no renascimento italiano, é o pórtico do tomo em que Cervantes reuniu suas doze novelas de assunto amoroso intitulado Novelas exemplares. É também a mais extensa de todas elas. Nela se utiliza o conhecido recurso da anagnórise, através do qual a ciganinha é reconhecida no desenlace como de origem nobre. A jovem foi educada pelos ciganos e vive tocando e cantando para ganhar seu sustento, quando um nobre se enamora dela. Para segui-la, como prova de amor, aceita a vida nômade e marginal com ela, e, por fim, traz o reconhecimento da sua verdadeira condição. A novela acaba em feliz matrimônio entre iguais.

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  • O Retrato do Sr. W. H. de Oscar Wilde

    Retrato do Sr. W. H., O

    Oscar Wilde

    2,50 

    Nesta brilhante narrativa – que tem tanto de obra de ficção como de ensaio – Wilde expressa todo o fascínio que sente pela personalidade de Shakespeare. Debruçando-se sobre o enigma da identidade do Sr. W. H., a quem os Sonetos de Shakespeare foram dedicados na primeira edição, o autor irlandês constrói a intrigante teoria de que essa misteriosa personagem seria um jovem e belo actor. Movendo-se entre a crítica literária e a especulação, este conto traz-nos um Oscar Wilde na sua plenitude criativa

  • O Ingénuo de Voltaire

    Ingénuo, O

    Voltaire

    2,50 

    O Ingénuo conta-nos a história de um índio hurão que desembarca na Bretanha, França, e que, depois de convertido ao catolicismo e baptizado, se apaixona pela sua madrinha, confrontando-se com os interditos e costumes religiosos e com a hierarquia social. De forte pendor filosófico, esta obra faz uma sátira, cheia de bom humor, ao catolicismo, à sociedade e à nobreza francesa.

  • Histórias Eróticas

    Histórias Eróticas

    Giovanni Boccaccio

    2,50 

    Giovanni Boccaccio (Paris, 1313 – Certaldo, 1375) foi um humanista renascentista do século XIV e é considerado ainda hoje um dos gigantes da literatura italiana. Detentor de uma criatividade extraordinária, produziu uma obra extensa e variada (escrita tanto em latim como italiano), da qual se destacam, entre outros, o romance Fiammetta e a verdadeira obra-prima da literatura Decâmeron, compilação de cem novelas narradas por dez jovens refugiados no campo devido à Peste Negra, de onde se extraem estas Histórias Eróticas. Desenhadas com realismo, as novelas deste livro transportam-nos para uma sociedade medieval ridicularizada, em que impera o humor, a fantasia, a volúpia e a malícia.

  • Herbert West: Reanimador de H. P. Lovecraft

    Herbert West: Reanimador

    H. P. Lovecraft

    2,50 

    Herbert West: Reanimador (1922) é uma perturbante história sobre as experiências excêntricas e secretas de um médico em busca da solução química para reanimar a vida humana. Nesta busca, Herbert West faz diversas tentativas com cadáveres frescos e obtém os resultados mais inesperados e aterradores.

  • Embuste Perfeito, UmEmbuste Perfeito de Italo Svevo

    Embuste Perfeito, Um

    Italo Svevo

    2,50 

    Esta narrativa breve apresenta-nos Mario Samigli, um literato de sessenta anos que escrevera um romance na juventude sem nenhuma aceitação da parte do público ou da crítica, mas que acreditava ter a glória como destino. Aproveitando esta presunção, um amigo caixeiro-viajante, afeiçoado ao embuste, convenceu-o de que um editor austríaco estaria interessado em traduzir a sua obra, o que despertou no literato o sonho do sucesso e da fama. Escrita primorosamente, esta história deliciosa e divertida fala-nos sobre a ilusão, a decepção e a dificuldade de nos equilibrarmos entre a fantasia e a realidade.

  • Avenida Paulista de João Pereira CoutinhoAvenida Paulista de João Pereira Coutinho

    Avenida Paulista

    João Pereira Coutinho

    3,00 

    Avenida Paulista de João Pereira Coutinho.
    Edições Quasi. Vila Nova de Famalicão, 2007, 153 págs. B.

    As crónicas deste livro foram publicadas na Folha de S. Paulo entre 2005 e 2008. Publicadas na edição impressa (FSP) e da edição on-line (FOL). É uma escolha, limitada e pessoal de João Pereira Coutinho. Salada farta e colorida, que faria as delícias de Carmen Miranda. Temos política e literatura, cronistas e artistas. Viagens, malandragens. E algumas declarações de amor. Se pedirem muito, ainda há espaço para um encore.

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  • Confissões de uma Liberal

    Confissões de uma Liberal

    Maria Filomena Mónica

    3,00 

    Confissões de uma Liberal de Maria Filomena Mónica.
    Quasi Edições. Vila Nova de Famalicão, 2007, 152 págs. B.

    Inéditas em livro, estas crónicas de Maria Filomena Mónica, revelam a sabedoria de um olhar – inconformista, liberal e céptico – sobre a realidade portuguesa e estrangeira.

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  • História da Arte de Dana ArnoldHistória da Arte

    História da Arte

    Dana Arnold

    2,50 

    Uma introdução acessível e lúcida não só à história da arte mas também aos temas e problemáticas que envolvem esta disciplina. O método de Dana Arnold consiste em desenvolver ideias a partir de exemplos concretos. Orientando o nosso olhar para determinadas obras de arte, ela ensina-nos a observá-las como historiadores de arte.»

  • Inteligência de Ian J. DearyInteligência

    Inteligência

    Ian J. Deary

    2,50 

    «Há muitos anos que esperávamos por um livro sucinto, actualizado e rigoroso sobre a ciência da inteligência. Este é o livro que faltava. O estilo informal e narrativo de Deary irá encantar os leitores, mas não compromete de forma alguma a seriedade científica do livro. […] Excelente.»