Correspondência de uma Estação de Cura de João do Rio. Portugal Brasil Sociedade Editora. Lisboa, s.d., 256 págs. B.
“A Correspondência de uma Estação de Cura” é um romance do escritor brasileiro João do Rio, também conhecido como Paulo Barreto. Publicado em 1918, o livro é um romance epistolar que retrata a vida social de uma estação de águas termais no início do século XX. A narrativa é construída através de cartas e bilhetes trocados entre diversos personagens, revelando suas ambições, fraquezas e intrigas
📕 2ª Edição. ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Crucificados de Júlio Dantas. Sociedade Editora Portugal-Brazil. Lisboa, s.d., 214 págs. B.
Um interior modesto de solteirões, no Bairro-Alto. Casa velha da rua da Atalaia: rodapé baixo de azulejos; janela de tabuinhas. Porta para a escada; vê-se o patamar de tijolo e o corrimão. Estante de livros; pape leira; cadeiras de roca. O ar desaconchegado das casas onde não há mulheres. Um sofá. Perto, mesa de trabalho: livros, papéis, candeeiro de petróleo com abat-jour verde.
Letícia de Paulo de Gardenia. Portugal-Brasil Sociedade Editora. Lisboa, s.d., 240 págs. B.
Elles subiam pela Avenida Rio Branco. Para traz ia ficando o rumor, o movimen- to, a agitação da cidade. Já podiam andar, lado a lado, sem encontrões nem desvios. Passavam automoveis celeres, na aza do vento. A tarde morria velludosa…
Dobraram o Monroe e entraram na Avenida Beira-Mar. Agora, em frente, era o mar immenso recolhido na bahia trans- lucida. E no ceu desmaiado da tarde as primeiras sombras da noite appareciam. (Excerto)
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