• Ano de Política, Um

    Ano de Política, Um

    Egas Moniz

    50,00 

    Um Ano de Política de Egas Moniz
    Portugal-Brasil Sociedade Editora. Lisboa, 1919, 415 págs. B.

    Apesar do título se referir a «um ano de política», Egas Moniz traça o seu percurso político, do início do século XX até 1919, ano em que abandona definitivamente a atividade política para se dicar por inteiro à neurologia.

    Egas Moniz entrou ativamente na política na década de 1900, ocupando o lugar de deputado pelo Partido Progressista, ainda no sistema político monárquico. Cinco anos depois, distancia-se do status-quo rotativista, passando para o campo dos republicanos.

    Virá a ter um papel destacado entre 1917 e 1918, quer como chefe do Partido Nacional Republicano, líder parlamentar, embaixador em Madrid, secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros (cargo correspondente ao de ministro no modelo político adotado por Sidónio Pais) e presidente da delegação portuguesa à Conferência de Paz de Paris, onde foram estabelecidos os termos da rendição alemã que pôs fim à 1ª Grande Guerra.

    A sua carreira política é marcada por duas ruturas principais: primeiro com o sistema monárquico, em 1905; depois, em pleno regime republicano, ao apoiar a ditadura de Sidónio Pais que tomou o poder em dezembro de 1917 e presidiu a chamada República Nova até ao momento em que foi assassinado, em dezembro de 1918.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.
    ✒️ Sublinhados a tinta.

  • Diálogos

    Diálogos

    Júlio Dantas

    10,00 

    Diálogos de Júlio Dantas.
    Portugal-Brasil Sociedade Editora. Lisboa, s.d., 234 págs. B.

    Dantas (1876-1962). Escritor, Jornalista, Médico, Diplomata, Político. Licenciado em Medicina pela Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, viria a desempenhar numerosos cargos oficiais e não oficiais de prestígio: comissário do Governo junto do Teatro de D. Maria II, professor e director da Secção de Arte Dramática do Conservatório, inspector superior das Bibliotecas e Arquivos, etc.  Da sua bibliografia destacam-se as obras: A Severa (1901), Pátria Portuguesa (1914), Os Galos de Apolo (1921) ou de Tribuna (1960).

    📕 1ª Edição. 1º Milhar.
    Lombada danificada na parte inferior.

  • Conversar Sobre Viagens, Amores e Ironias

    Conversar Sobre Viagens, Amores e Ironias

    Augusto de Castro

    10,00 

    Conversar Sobre Viagens, Amores e Ironias de Augusto de Castro.
    Portugal-Brasileira Sociedade Editora. Lisboa, 1919, 200 págs. B.

    Augusto de Castro foi diplomata, jornalista, cronista, dramaturgo e ficcionista, tendo sido uma figura influente na vida intelectual portuguesa, sobretudo como diretor do Diário de Notícias durante mais de 30 anos. Licenciado em Direito, destacou-se cedo como cronista em jornais do Porto e Lisboa, com um estilo culto, ritmado e envolvente. Como diplomata, representou Portugal em várias capitais europeias, concluindo em 1928 os acordos sobre o Padroado com a Santa Sé. Escritor de prosa viva e sensível, foi elogiado por Fernando Namora como alguém para quem agir e criar eram uma só coisa. Hoje, a sua memória está injustamente esquecida.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse

  • Verdade Nua

    Verdade Nua

    Carlos Malheiro Dias

    7,00 

    Verdade Nua de Carlos Malheiro Dias.
    Portugal-Brasil Sociedade Editora. Lisboa, s.d.

    Crónicas.

    Escritor português, da escola naturalista, nascido em 1875, no Porto, e falecido em 1941, em Lisboa. Licenciado em Letras pela Universidade de Lisboa, foi defensor convicto da causa monárquica, tanto em Portugal como no Brasil, onde publicou as suas primeiras obras de ficção. Ocupou alguns cargos políticos no Porto. Da sua vasta obra destacam-se Cenários – Fantasias sobre a História Antiga (1894), O Estado Atual da Causa Monárquica (1913), Exortação à Mocidade (1924) e O Piedoso e o Desejado (1925). A investigação historiográfica História da Colonização Portuguesa no Brasil (1921-24) é também digna de registo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.