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  • Quinze Portugueses Ilustres de Paulo Marques

    Quinze Portugueses Ilustres

    Paulo Marques

    7,50 

    Quinze Portugueses Ilustres de Paulo Marques
    Porto Editora. Porto, 2012, 302 págs. B.

    Uma viagem ao longo de todo o século xx que aborda a vida de quinze grandes personalidades portuguesas e as suas importantes contribuições em áreas como a Literatura, a Educação, a Cultura, a Arte e a Política.

    De Maria de Lourdes Pintasilgo a Francisco Sá Carneiro e Álvaro Cunhal, de Miguel Torga a Irene Lisboa e António Botto, relembrando figuras aparentemente votadas ao esquecimento como Maria Lamas e Elina Guimarães, Paulo Marques dá a conhecer aspetos menos explorados do percurso destes homens e mulheres que, como dizia Camões, se vão da lei da morte libertando, pela enorme contribuição que tiveram na História do nosso país.

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  • Memoria de David Lagercrantz

    Memoria

    David Lagercrantz

    8,00 

    Memoria de David Lagercrantz
    Porto Editora. Porto, 2024, 337 págs. B.

    Claire Lidman está morta há catorze anos. O reconhecimento do corpo pelos familiares e os registos dentários comprovam-no. Ainda assim, Samuel – o marido – recusa-se a acreditar que ela tenha morrido. As dúvidas aumentam quando uma mulher que parece ser Claire aparece por acaso numa fotografia tirada por um turista em Veneza. Hans Rekke e Micaela Vargas parecem ser as pessoas indicadas para o ajudar a esclarecer a situação. Porém, a mesma investigação que os leva à crise bancária dos anos 90 e à luta dos oligarcas contra o antigo KGB vai obrigá-los a revisitar o passado e a enfrentar memórias dolorosas há muito esquecidas. Ao Professor Rekke cabe enfrentar o seu eterno arqui-inimigo Gabor Morovia – um homem cuja inteligência só conhece par na sua imensa crueldade. Ao mesmo tempo, Vargas procura denunciar os crimes do irmão, Lucas, um traficante de droga que atua no bairro onde ambos cresceram. Porém, esse confronto passa para segundo plano quando descobre a identidade do novo namorado de Julia, a filha do Professor Rekke.

    Em Memoria, do autor bestseller David Lagercrantz, o passado faz-se presente, e tanto Rekke como Vargas vão reencontrar medos antigos que haviam tentado esquecer. O resultado é um engenhoso thriller psicológico capaz de prender o leitor da primeira à última página.

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  • A Sétima Porta de Richard Zimler

    Sétima Porta, A

    Richard Zimler

    8,00 

    A Sétima Porta de Richard Zimler
    Porto Editora. Porto, 2014, 613 págs. B.

    Em 1990, Richard Zimler encontrou, numa cave de Istambul, sete manuscritos do século xvi escritos pelo cabalista Berequias Zarco. Um deles narrava o pogrom de Lisboa e o autor utilizou-o para cenário do seu livro O Último Cabalista de Lisboa. Mas, o que revelavam os outros seis manuscritos?

    Em Berlim, na década de trinta, Isaac, um descendente de Berequias Zarco e detentor dos manuscritos, está determinado a descobri-lo. Convencido de que o pacto entre Hitler e Estaline anuncia uma profecia apocalíptica prestes a concretizar-se, Isaac Zarco procura arduamente descodificar aqueles textos cabalísticos medievais para assim salvar o mundo.

    Passado durante a ascensão de Hitler ao poder, e coincidente com o período da perseguição nazi aos portadores de malformações físicas, A Sétima Porta junta Sophie Riedesel – uma jovem ousada, sonhadora e ambiciosa – a um grupo clandestino de ativistas judeus e antigos artistas de circo liderado por Isaac Zarco, numa luta contra as políticas antissemitas. Mas quando uma série de esterilizações forçadas, estranhos crimes e deportações dizimam o grupo, Sophie ergue-se num combate solitário contra aqueles que ameaçam destruir tudo o que ela mais ama na vida.

    Um romance emocionante carregado de simbolismo e uma verdadeira lição de História e de humanidade sobre as muitas vítimas sem rosto de um dos regimes mais implacáveis de todos os tempos.

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  • A Sentinela de Richard Zimler

    Sentinela, A

    Richard Zimler

    8,00 

    A Sentinela de Richard Zimler
    Porto Editora. Porto, 2013, 423 págs. B.

    Até que ponto um único assassinato pode iluminar a crise moral em que se encontra o país?

    6 de julho de 2012. Henrique Monroe, inspetor-chefe da Polícia Judiciária, é chamado a um luxuoso palacete de Lisboa para investigar o homicídio de Pedro Coutinho, um abastado construtor civil.

    Depois de interrogar a filha da vítima, Monroe começa a acreditar que Coutinho foi assassinado ao tentar defender a perturbada adolescente do violento assédio sexual de algum amigo da família. Ao mesmo tempo, uma pen que o inspetor descobre escondida na biblioteca da casa contém alguns ficheiros com indícios de que a vítima poderá também ter sido silenciada por um dos políticos implicados na rede de corrupção que o industrial montara para conseguir os seus contratos.

    Tendo como pano de fundo o Portugal contemporâneo, um país traído por uma elite política corrupta, que sofre sob o peso dos seus próprios erros históricos, Richard Zimler criou um intrigante policial psicológico, com uma figura central que se debate com os seus demónios pessoais ao mesmo tempo que tenta deslindar um caso que irá abalar para sempre os muros da sua própria identidade.

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  • Insubmissos

    Insubmissos

    Richard Zimler

    8,00 

    Insubmissos de Richard Zimler
    Porto Editorial. Porto, 2020, 352 págs. B.

    Depois da morte de muitos dos seus amigos, um professor de guitarra clássica, mundano, judeu e antiga estrela da equipa de basquetebol de Greenwich Village, decide abandonar os Estados Unidos e procurar uma nova vida em Portugal. Mas aquilo a que ele chama o eclipse viral da sexualidade persegue-o até ali, quando António, o seu mais talentoso aluno, testa positivo para VIH e ameaça desistir da vida aos vinte e quatro anos. Desesperado por mostrar ao jovem que ele ainda tem um futuro pela frente, «o Professor» organiza uma viagem de carro com destino a Paris, esperando ser capaz de convencer um virtuoso a aceitá-lo como aluno. O pai de António, um homem rígido e presença distante na sua vida, decide acompanhá-los e, de passagem, os três mergulham num triângulo de aventuras, violência e revelações pessoais. Será que de caminho vão encontrar uma oportunidade de redenção?
    Publicado originalmente em 1996, e inédito até agora em Portugal, Insubmissos é um romance vívido e intimista que ousa dar luz a temas que ainda persistem nas sombras.

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  • O Evangelho Segundo Lázaro de Richard Zimler

    Evangelho Segundo Lázaro, O

    Richard Zimler

    8,00 

    O Evangelho Segundo Lázaro de Richard Zimler.
    Porto Editora. Porto, 2016, 452 págs. B.

    No Novo Testamento, ficamos a saber que Jesus ressuscitou um amigo próximo de nome Lázaro. Contudo, em parte alguma do Evangelho segundo São João – que contém este episódio -, se menciona como é que ele realizou o milagre ou se teria algum motivo especial para o fazer. Em O Evangelho segundo Lázaro, Richard Zimler preenche estas e outras lacunas, narrando a história da perspetiva de Lázaro, descrevendo como ele e Jesus se conheceram em crianças, a transcendência da ligação que os une e o momento em que Lázaro acordou no túmulo, desorientado e sem qualquer memória de uma vida após a morte.

    Porém, só trinta anos depois da crucificação do seu velho amigo, Lázaro começa a entender a extensão do papel que sempre ocupou na vida de Jesus e talvez ainda venha a ocupar. É que a derradeira prenda de Jesus a Lázaro – deixada num dos locais malditos de Jerusalém – parece conter a chave que ajudará Lázaro a concretizar os desígnios de uma Terra Prometida. Deverá ele arriscar tudo e levar a cabo os perigosos planos de Jesus?

    Com a voz única a que Richard Zimler nos habituou, este romance apaixonante e amplamente documentado, situado no contexto das práticas e tradições judaicas da era antes de Cristo, irá certamente perturbar alguns leitores e tocar profundamente outros.

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  • Os Dez Espelhos de Benjamim Zarco de Richard Zimler

    Dez Espelhos de Benjamim Zarco, Os

    Richard Zimler

    8,00 

    Os Dez Espelhos de Benjamim Zarco de Richard Zimler
    Porto Editora. Porto, 2018, 435 págs. B.

    Benjamin Zarco e o seu primo Shelly foram os únicos membros da família a escapar ao Holocausto. Cada um à sua maneira, ambos carregam o fardo de ter sobrevivido a todos os outros. Benjamin recusa-se a falar do passado, procurando as respostas na cabala, que estuda com avidez, em busca daquilo a que chama os fios invisíveis que tudo ligam. E Shelly refugia-se numa hipersexualidade, seu único subterfúgio para calar os fantasmas que o atormentam.

    Construído como um mosaico e dividido em seis peças, Os dez espelhos de Benjamin Zarco entretecem-se entre 1944, com a história de Ewa Armbruster, professora de piano cristã que arrisca a vida para esconder Benni em sua casa, e 2018, com o testemunho do filho de Benjamin acerca do manuscrito de Berequias Zarco, herança do pai, talvez a chave para compreender a razão por que Benjamin e Shelly se salvaram e o vínculo único que os une.

    Um romance profundamente comovente e redentor, com personagens inesquecíveis. Uma ode à solidariedade, ao heroísmo e ao tipo de amor capaz de ultrapassar todas as barreiras, temporais e geográficas.

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  • O Cão Que Comia a Chuva de Richard Zimler

    Cão Que Comia a Chuva, O

    Richard Zimler

    7,50 

    O Cão Que Comia a Chuva de Richard Zimler
    Porto Editora. Porto, 2018, 43 págs. E. Il.
    👨🏻‍🎨 Imagens de Júlio Pomar

    O Zé tem 11 anos e vive em Campo de Ourique, em Lisboa, com os pais, o seu afetuoso e atlético cão Adão e a sua impertinente e preguiçosa gata, Violeta, a narradora da história.

    O Zé quer ser guarda-redes profissional e flautista mundialmente conhecido, mas quando começa a regressar da escola com pisaduras nos braços e a sangrar do nariz perde o interesse pela música e pelo desporto. Até se recusa a levar o cão e a gata a passear.

    Será que está com medo de alguma coisa? Porque perdeu o seu sorriso entusiasta? Quando a Violeta e o Adão finalmente compreendem as razões para a súbita alteração de comportamento do seu «irmão» humano, decidem defendê-lo — não olhando a perigos. Será que encontram a coragem necessária?

    O cão que comia a chuva é uma história comovente e cheia de humor sobre o bullying e os seus efeitos devastadores sobre os mais frágeis.

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  • A Aldeia das Almas Desaparecidas de Richard Zimler

    Aldeia das Almas Desaparecidas, A

    Richard Zimler

    20,00 

    A Aldeia das Almas Desaparecidas de Richard Zimler
    Porto Editora. Porto, 2022, 2 vols. B.

    Corre o ano de 1671 e Isaaque Zarco, um rapaz de nove anos, leva uma existência tranquila na pacata aldeia de Castelo Rodrigo. No entanto, nem mesmo esse recanto perdido no Norte de Portugal escapa à sombra de uma força nefasta poderosíssima, que alastra, insidiosa, no peito de uma população até então pacífica. E, em pouco tempo, com o desaparecimento misterioso de uma família amiga e o assassinato de um vizinho, os pilares que haviam sustentado o mundo de Isaaque começam a ruir, pondo em risco a sua própria vida. A avó Flor, velha parteira e curandeira castelhana, revela-lhe então o que ninguém se atrevera a dizer: que ele e a sua família são afinal judeus secretos – e, por conseguinte, sujeitos a denúncias e aprisionamentos.
    Retomando a família Zarco, num romance comovente e arrebatador, dividido em dois volumes, Richard Zimler explora os efeitos devastadores da intolerância religiosa na aldeia de Castelo Rodrigo e povoações adjacentes. Recorrendo a nomes reais, datas de prisão e outros detalhes sobre os aldeãos que foram levados pela Inquisição, apresenta ao leitor um trabalho de pesquisa exaustivo que faz desta obra um romance magistral e um testemunho inigualável.

     

    Depois dos desesperados esforços para salvar a avó Flor do Fogo de Santo António que dizimava Salamanca, Isaaque Zarco regressa ao Porto, onde retoma o seu trabalho como assistente de alfaiate e participa ainda mais ativamente nos serviços da sinagoga clandestina da cidade. A pacatez dos seus dias, porém, é interrompida quando, já com dezassete anos, recebe uma carta da filha adotiva de Flor, Sálvia, informando-o de que a velha curandeira foi presa pelo Santo Ofício. Isaaque vê-se então mergulhar num mundo pérfido repleto de traições, que culminam no terrífico auto de fé de Madrid, de 1680. Pior do que tudo, fica a saber que, sob tortura, a velha curandeira denunciou outros dois amigos como judeus secretos. Será ele capaz de os salvar, correndo o risco de ser preso?

    Amor, traição, sacrifício e coragem coexistem neste romance arrebatador, narrativa ímpar dos horrores da Inquisição, que eleva Richard Zimler ao pódio dos maiores contadores de histórias.

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  • Um Violino na Noite de Jojo Moyes

    Violino na Noite, Um

    Jojo Moyes

    6,00 

    Um Violino na Noite de Jojo Moyes.
    Porto Editora. Porto, 2014, 471 págs. B.
    Colecção: 11×17 | 281-001

    Isabel Delancey, uma mulher frágil e ainda jovem, alheada das vicissitudes do dia a dia, vivia para a música – era violinista numa orquestra sinfónica. O que a prendia à realidade era o amor que sentia por Laurent, o seu marido. Quando este morre num brutal acidente, Isabel vê-se obrigada a confrontar-se com a terrível situação financeira em que o marido deixou a família e a assumir o papel de mãe que sempre tinha sido desempenhado por uma ama.

    A Casa Espanhola, uma propriedade que herda inesperadamente, sendo uma fonte inesgotável de problemas, vai ser ao mesmo tempo um desafio à sua coragem e determinação, levando Isabel a descobrir em si mesma um instinto de sobrevivência que desconhecia.

    Um Violino na Noite, um romance que nos fala de obsessões, escolhas e paixões, envolve-nos numa leitura compulsiva e irresistível.

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  • Filha da Fortuna de Isabel Allende

    Filha da Fortuna

    Isabel Allende

    6,00 

    Filha da Fortuna de Isabel Allende
    Porto Editora. Porto, 2015, 454 págs. B.
    Colecção: 11×17 | 306.001

    Eliza Sommers é uma jovem chilena que vive em Valparaíso em 1849, ano em que se descobre ouro na Califórnia. O seu amante, Joaquin Andieta, parte para o Norte decidido a fazer fortuna, e ela decide segui-lo. A viagem infernal, escondida no porão de um veleiro, e a procura do amante numa terra de homens sós e de prostitutas, atraídos pela febre do ouro, transformam a jovem inocente numa mulher fora do comum. Eliza recebe ajuda e afecto de Tao Chién, um médico chinês que a amparará ao longo de uma viagem inesquecível pelos mistérios e contradições da condição humana. Filha da Fortuna é o retrato palpitante de uma época marcada pela violência e pela cobiça, onde os protagonistas redescobrem o amor, a amizade, a compaixão e a coragem. Neste seu ambicioso romance, Isabel Allende descobre um universo fascinante, povoado de estranhas personagens que, como tantas outras da autora, ficarão para sempre na memória e no coração dos leitores.

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  • Divergente

    Divergente

    Veronica Roth

    6,00 

    Divergente de Veronica Roth.
    Porto Editora. Porto, 2014, 350 págs. B.

    Na Chicago distópica de Beatrice Prior, a sociedade está dividida em cinco fações, cada uma delas destinada a cultivar uma virtude específica: Cândidos (a sinceridade), Abnegados (o altruísmo), Intrépidos (a coragem), Cordiais (a amizade) e Eruditos (a inteligência). Numa cerimónia anual, todos os jovens de 16 anos devem decidir a fação a que irão pertencer para o resto das suas vidas. Para Beatrice, a escolha é entre ficar com a sua família… e ser quem realmente é. A sua decisão irá surpreender todos, inclusive a própria jovem.

    Durante o competitivo processo de iniciação que se segue, Beatrice decide mudar o nome para Tris e procura descobrir quem são os seus verdadeiros amigos, ao mesmo tempo que se enamora por um rapaz misterioso, que umas vezes a fascina e outras a enfurece. No entanto, Tris também tem um segredo, que nunca contou a ninguém porque poderia colocar a sua vida em perigo. Quando descobre um conflito que ameaça devastar a aparentemente perfeita sociedade em que vive, percebe que o seu segredo pode ser a chave para salvar aqueles que ama… ou acabar por destruí-la.

    Veronica Roth foi considerada a melhor autora pelo GoodReads Choice Awards em 2012. Divergente foi eleito o melhor livro de 2011 e Insurgente o melhor livro de fantasia para jovens-adultos em 2012, pela mesma entidade, a única cujas distinções são atribuídas exclusivamente pelos leitores.

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  • Último Cabalista de Lisboa de Richard Zimler

    Último Cabalista de Lisboa

    Richard Zimler

    7,50 

    Último Cabalista de Lisboa de Richard Zimler.
    Porto Editora. Porto, 2016, 350 págs. B.

    Em abril de 1506, durante as celebrações da Páscoa, cerca de dois mil cristãos-novos foram mortos num pogrom em Lisboa e os seus corpos queimados no Rossio. Reinava então D. Manuel, o Venturoso, e os frades incitavam o povo à matança, acusando os cristãos-novos de serem a causa da fome e da peste que flagelavam a cidade.
    Berequias, sobrinho e discípulo de Abraão Zarco – iluminador e membro respeitado da célebre escola cabalística de Lisboa -, vai encontrar o tio e uma jovem desconhecida mortos na cave que servia de templo secreto desde que a sinagoga fora encerrada pelos cristãos-velhos. Um valioso manuscrito iluminado também desapareceu do seu esconderijo. Estarão os dois incidentes relacionados? Terá sido um cristão ou um judeu, como os indícios fazem crer, a assassinar o tio? Quem será a rapariga morta?

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Última Carta de Amor de Jojo Moyes

    Última Carta de Amor, A

    Jojo Moyes

    7,00 

    A Última Carta de Amor de Jojo Moyes.
    Porto Editora. Porto, 2012, 449 págs. B.

    Inglaterra, 1960. Quando Jennifer Stirling, uma mulher de vinte e sete anos, acorda no hospital, após um trágico acidente de automóvel, não tem qualquer lembrança da sua vida passada. Não reconhece o marido, não recorda a sua própria casa e tão-pouco se identifica com a vida que lhe dizem ser a sua. Quando encontra uma carta apaixonada, escrita por um homem que assina apenas «B» e que lhe pede para abandonar o marido, irá a todo o custo tentar descobrir a identidade desse homem, enquanto enfrenta os preconceitos sociais estabelecidos.

    Anos volvidos, em 2003, uma outra mulher, Ellie, descobre nos arquivos poeirentos do jornal onde trabalha a mesma carta enigmática. Fica de imediato obcecada pela história, que lhe permitirá escrever um artigo que relance a sua carreira e talvez até a ajude a lidar com a sua própria vida amorosa. Afinal, se aquela história tiver tido um final feliz, quem lhe garantirá que o homem com quem se envolveu não acabe também por deixar a mulher?

    Uma história de amor apaixonante e arrebatadora, com um final absolutamente inesperado.

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  • O Sr. Wilder & Eu de Jonathan Coe

    Sr. Wilder & Eu, O

    Jonathan Coe

    7,00 

    O Sr. Wilder & Eu de Jonathan Coe.
    Porto Editora. Porto, 2022, 229 págs. B.

    Aos 57 anos, a vida de Calista Frangopoulos parece ter chegado a um impasse pessoal e profissional. À partida de uma das filhas para um país longínquo e ao complexo dilema com que a outra se debate, soma-se o pouco trabalho que tem tido enquanto compositora de bandas sonoras. É no meio deste caos que recorda a sua própria juventude e os tempos passados com o grande realizador de cinema Billy Wilder.
    Em 1976, por mero acaso, Calista dá por si em Los Angeles, num requintado jantar com grandes figuras do cinema, entre elas Wilder, que acaba por contratá-la como intérprete durante a rodagem do filme O Segredo de Fedora, numa belíssima ilha grega.
    E assim, ao lado de um dos maiores nomes da sétima arte, numa ímpar jornada de aprendizagem e crescimento, Calista conhece os últimos momentos de uma forma de fazer cinema que então chegava ao fim. Ao mesmo tempo, começa a traçar o seu próprio caminho, descobrindo não apenas o amor, mas também os traumas privados e coletivos que o Holocausto deixou.
    Num romance que evoca a passagem da juventude à idade adulta e faz o retrato íntimo de uma das mais intrigantes figuras do cinema, Jonathan Coe lança o olhar sobre a natureza do tempo e da fama, da família e da atração traiçoeira que a nostalgia consegue exercer sobre cada um de nós.

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  • Uma Menina Está Perdida no seu Século à Procura do Pai de Gonçalo M. Tavares

    Menina Está Perdida no seu Século à Procura do Pai, Uma

    Gonçalo M. Tavares

    8,00 

    Uma Menina Está Perdida no seu Século à Procura do Pai de Gonçalo M. Tavares.
    Porto Editora. Porto, 2016, 194 págs. B.

    Hanna e Marius, Berlim, Século XX.

    Marius encontra uma menina perdida à procura do pai. Hanna, rapariga, cabelos castanhos, olhos pretos, catorze anos. Hanna fala com dificuldades, entende mal o que lhe acontece, não percebe o raciocínio dos outros. Está perdida.

    Marius está com pressa mas muda o seu percurso, acompanha-a.

    A sua busca leva-os até Berlim, a um hotel com corredores que lembram fantasmas da guerra — e os dois circulam entre as obsessões e os escombros do seu século.

    “- E vocês? De onde vêm?
    Tentei explicar-lhe que não era um homem falador. Gosto de ouvir, disse-lhe, não tenho muito para dizer.
    Ele perguntou, virado para Hanna:
    – Como te chamas?
    Hanna respondeu. Ele não percebeu. Hanna repetiu, ele continuou sem perceber. Eu repeti:
    – Chama-se Hanna.
    – Hanna – disse Fried. – Bom.
    – Que idade tens?
    – Catorze – respondeu, e agora percebeu-se.
    Fried sorriu para ela, simpaticamente. Ela disse:
    – Olhos: pretos. Cabelo: castanho.
    Eu disse: – Ela aprendeu assim.
    Depois ela disse:
    – Estou à procura do meu pai.
    Fried sorriu, não disse nada.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.