Na Pele do Urso de Horácio Edições Polvo. Lisboa, 1999, 16 págs. B.
“Na Pele do Urso” é uma obra de banda desenhada criada por Horácio Gomes (Horácio, 1968-), publicada em 1999 pela editora Polvo, em Lisboa. Este livro, com 16 páginas e ilustrações integrais, faz parte da coleção Primata Comix, sendo uma referência no panorama da BD portuguesa de autor.
Yayalalar de Alain Corbel. Polvo. Lisboa, 2000. Mole.
França. 1965.
Depois de uma quinzena de anos em peregrinações (em família). entre a Bélgica. a França (Bretanha. Gasconha. Marseiha) e Portugal. e depois de se ter enfiado em ofícios tão pouco compatíveis como trabalhador agricola e ilustrador. Alain Corbel renasce (neste ano de 2000) para a Banda Desenhada, precisamente com esta história.
Publicou recentemente “La Fosse” na Frigobox-échangeur narratif II. das Éditions Fréon.
Em Portugal, a sua história “La maison noire”, desenhada por Ana Cardoso, deve ser publicada dentro em breve.
De notar, também, que “Yaylalar” é a primeira de uma série de histórias que serão publicadas de quando em vez pelas Edições Polvo.
Parece, por outro lado, que lhe é difícil escapar ao carimbo de Ilustrador, por que é conhecido. ainda por cima com dois livros a serem dados este ano à estampa: um diz respeito a contos chineses, pela Caminho: o outro é sobre Gulliver. na Civilização.
Fúria de Derradé. Edições Polvo. Lisboa, 1999, 16 págs. B.
Derradé (Lisboa, 1971) é autor premiado na área do humor e argumento (Troféus Central Comics e Prémio Jorge Magalhães). Matemático de formação, Informático de profissão e Autor de BD por vocação. Casado, tem 3 filhas e um coelho. Vive em Portugal. Acredita que o humor não pode ter limites porque cada pessoa que interpreta a piada tem os seus próprios limites, ou julga ter. Gosta de cerveja e batata frita.
Entorpecidos pelo Frio de Maria Bjorklund. Edições Polvo. Lisboa, 1999, 16 págs. Mole.
Finlândia, 1970.
Formada em Design Gráfico pelo Rovaniemi Institute of Arts and Handicrafts.
Está editada em mais de uma dezena de publicações no seu pais natal. Lança, desde 1993. o fanzine Vacuum, com Petri Bergman. Trabalhos seus podem ser igualmente descobertos em fanzines da Alemanha. Bélgica. Brasil. EUA. Eslovénia. Espanha. Holanda. Inglaterra e Lituânia. Em Portugal, publicou em Azul BD3 e expôs nas mostras “BD no Feminino” e “Novos Ventos” do Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora de 1995 e 1999, respectivamente.
Aikajana é um dos seus livros. publicado na Finlândia em edição de autor. Two’s Company é a série, em tiras, que produziu para vários jornais finlandeses e que se encontra recolhida em Kaksin (Arctic Banana Collection. 1998).
Actualmente trabalha em Cinema de Animação.
Entorpecidos pelo frio é o seu primeiro livro editado em Portugal.
Os Anjos de Jakob Klemencic. Edições Polvo. Lisboa, 2000, 16 págs. Mole.
Eslovénia, 1968.
Autodidacta do desenho, estudou História de Arte na Universidade de Liubliana onde, a partir de 1994, trabalha como bibliotecário.
Desde 1993 que as suas histórias curtas e ilustrações têm vindo a ser publicadas em diversas revistas da Eslovénia (integra o colectivo Stripburger, a única revista de Banda Desenhada eslovena), Holanda. Bélgica. França e Estados Unidos da América e antologias, tais como: Wind (Bélgica). Superstate Funnies e Monkey Punk (Reino Unido).
Os Anjos é a história com que se estreia em livro e é. simultaneamente, a sua primeira publicação em Portugal, onde já esteve exposto na mostra “Novos Ventos” do Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora de 1999.
História Muda de Blanquet. Edições Polvo. Lisboa, 2000, 14 págs. Mole.
Histoire Muette [História Muda], mostrando um amplo espectro da perversão humana, desde a crueldade infantil até a frustração sexual. Se os personagens de Mon Placard são lentamente levados a um final trágico, em Histoire Muette Blanquet coloca-os em situações extremas, onde as coisas acontecem tão rápido que os personagens estão sempre correndo entre os momentos de tristeza esmagadora e imenso prazer que se alternam.
Desenhar bandas desenhadas tem sido a minha principal atividade desde que aprendi a escrever um pouco. Desde 1987, incentivado pela atitude punk rock “faça você mesmo”, tenho autopublicado o meu trabalho, até que foi reconhecido por editoras nos Países Baixos e no estrangeiro. Em 2008, o meu romance gráfico Inferno foi premiado e, em 2015, recebi o Stripschapprijs, um prémio nacional de carreira. Além disso, sou editor da revista Zone 5300 desde 1994, escrevendo artigos e críticas.
4 Peças para Octávio Framboa de Lazare Katsimbalis. Polvo. Lisboa, 1988, 16 págs. Mole.
Lazare Katsimbalis, pseudónimo artístico do francês Alain Corbel. Teve um papel importante nas revistas de banda desenhada de Bruxelas. Depois de criar Moka, lançou Pelure amère, uma verdadeira revista de transição onde se descobriam pela primeira vez em França desenhadores belgas, portugueses e espanhóis. Escale à Kerbarbo, publicado pelas edições Amok em 1996, reunia os relatos de viagens que ele tinha espalhado por várias revistas. Desde então, assinou 4 peças para a Framboa sob o nome de Lazare Katsimbalis, bem como a Fosse, uma participação nos Récits de ville das edições Fréon. Vive em Portugal, onde realiza numerosos livros para a juventude.
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