Penso Positivo de Jack Canfield. Plátano Editora. Lisboa, 2012, 437 págs. B.
101 histórias verdadeiras sobre como o pensamento positivo pode mudar a sua vida! Toda a gente precisa de mudar de atitude de vez em quando, e as espantosas e genuínas histórias de vida deste livro revelam o modo como as pessoas reais usaram o pensamento positivo para melhorarem as suas vidas e ultrapassarem os seus desafios.
Mitos Gregos: Vozes do Nosso Inconsciente de Zacarias Nascimento. Plátano Editora. Lisboa, 2004, 218 págs. B.
Os mitos são um palco simbólico em que actores imaginários representam as lutas internas e externas que o ser humano trava, desde sempre, na conquista da sua personalidade.
língua tropeça com um cada vez maior número de livros editados, de jornais impressos e de todo o tipo de mensagens emitidas pelos vários meios de comunicação de massa (aos quais a internet veio acrescentar um universo vastíssimo de produção de textos), a referência de rigor e a facilidade na comunicação desse rigor são instrumentos de valor incalculável para quem faz da palavra (impressa, digitada ou falada) trabalho e vida. “Tento na Língua!” dá-nos, sem pretensões ou imposições de cátedra, precisamente isso.
Falar de serralharia como um ramo auxiliar, o mais artístico sem dúvida, da construção, e, inclusivamente, como uma arte autónoma, é algo que para um profissional pode parecer desne-cessário: por isso será breve este preâmbulo.
Reino de Caliban III de Manuel Ferreira. Plátano Editores. Lisboa, 1997, 506 págs. B.
Antologia Panorâmica da Poesia Africana de Expressão Portuguesa
3º Volume – Moçambique
Raras vezes um autor e uma obra terão estado desde o início e por definição destinados a tão íntima e lógica associação como, neste caso, Manuel Ferreira e No reino de Caliban.
Autor desde sempre profunda e exemplarmente vinculado ao estudo e divulgação da problemática cultural africana de expressão portuguesa; ele próprio favorecido por uma vivência pessoal africana de doze anos, responsável por algumas das melhores páginas da novelística cabo-verdiana (Hora di Bai, Terra trazida, Voz de prisão, aos quais haverá que acrescer o ensaio A aventura crioula), acreditamos não ser talvez errado, e muito menos audacioso, avançar que em Portugal e hoje, somente Manuel Ferreira seria capaz de cumprir a tarefa de organizar e apresentar um instrumento de cultura como este No reino de Caliban: Não será por acaso ter sido o autor, depois de 25 de Abril, convidado para reger, na Faculdade de letras de Lisboa, a recém criada disciplina de literatura africana de expressão portuguesa.
Reino de Caliban II de Manuel Ferreira. Plátano Editores. Lisboa, 1997, 506 págs. B.
Antologia Panorâmica da Poesia Africana de Expressão Portuguesa
2º Volume – Angola e São Tomé e Príncipe.
Raras vezes um autor e uma obra terão estado desde o início e por definição destinados a tão íntima e lógica associação como, neste caso, Manuel Ferreira e No reino de Caliban.
Autor desde sempre profunda e exemplarmente vinculado ao estudo e divulgação da problemática cultural africana de expressão portuguesa; ele próprio favorecido por uma vivência pessoal africana de doze anos, responsável por algumas das melhores páginas da novelística cabo-verdiana (Hora di Bai, Terra trazida, Voz de prisão, aos quais haverá que acrescer o ensaio A aventura crioula), acreditamos não ser talvez errado, e muito menos audacioso, avançar que em Portugal e hoje, somente Manuel Ferreira seria capaz de cumprir a tarefa de organizar e apresentar um instrumento de cultura como este No reino de Caliban: Não será por acaso ter sido o autor, depois de 25 de Abril, convidado para reger, na Faculdade de letras de Lisboa, a recém criada disciplina de literatura africana de expressão portuguesa.
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