• Alentejo Saqueado

    Alentejo Saqueado

    Jorge Morais

    7,00 

    Alentejo Saqueado de Jorge Morais
    Perespectivas & Realidades. Lisboa, 1976, 182 págs. B.

    Esta obra denuncia os conflitos e abusos ligados à reforma agrária no Alentejo após o 25 de Abril, mostrando tensões entre trabalhadores, proprietários e partidos políticos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Voz dos Deuses

    Voz dos Deuses

    João Aguiar

    6,00 

    A Voz dos Deuses: Memórias de um Companheiro de Armas de Viriato de João Aguiar.
    Perspectivas & Realidades. Lisboa, 1985, 291 págs. B.

    A Voz dos Deuses é já um clássico do romance histórico português contemporâneo. Uma leitura apaixonante que nos dá a conhecer a história de Viriato, um dos construtores da realidade ibérica.

    Em 147 a.C., alguns milhares de guerrilheiros lusitanos encontram-se cercados pelas tropas do pretor Caio Vetílio. Em princípio, trata-se apenas de mais um episódio da guerra que a República Romana trava há longos anos para se apoderar da Península Ibérica. Mas os Lusitanos, acossados pelo inimigo, elegem um dos seus e entregam-lhe o comando supremo. Esse homem, que durante sete anos vai ser o pesadelo de Roma, chama-se Viriato.

    Entre 147 e 139, ano em que foi assassinado, Viriato derrotou sucessivos exércitos romanos, levou à revolta grande parte dos povos ibéricos e foi o responsável pelo início da célebre Guerra de Numância.

    Viriato foi um verdadeiro génio militar, político e diplomático. Mas, sobretudo, Viriato foi o defensor de um mundo que morria asfixiado pelo poderio romano: o mundo em que mergulham as raízes mais profundas de Portugal e de Espanha. É esse mundo, já então em declínio, que este livro tenta evocar.

    Aquando do seu aparecimento, em 1984, Fernando Assis Pacheco escreveu serem raras as estreias com tanta qualidade. Depois disso, A Voz dos Deuses, ao longo de sucessivas edições, tornou-se um “clássico” do romance histórico português contemporâneo.

    📝 Assinatura de posse.

  • Com Ironia e Sumo de Limão de António de Almeida Santos

    Ironia e Sumo de Limão, Com

    António de Almeida Santos

    7,00 

    Com Ironia e Sumo de Limão de António de Almeida Santos.
    Perspectivas & Realidades. Lisboa, s.d., 250 págs. B.

    Textos de Intervenção Política nos primeiros anos da década de 80.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Galeria de Figuras Portuguesas de Luís Augusto Palmeirim

    Galeria de Figuras Portuguesas

    Luís Augusto Palmeirim

    6,00 

    Galeria de Figuras Portuguesas de Luís Augusto Palmeirim.
    Perspectivas & Realidades. Lisboa, 1989, 208 págs. B.

    O político é geralmente um homem enfastiado e fastidioso, a quem correm mal os negócios públicos e pior ainda os domésticos. O primo de outro primo que já foi pretendente e não obteve lugar que pretendia, é político: é político o mandrião que precisa de um arranjo para se casar, é finalmente político o empregado que duplicou os recibos dos seus vencimentos; ο lojista em vésperas de falência; o artista sem fregueses, o operário que não chega nunca à hora de ponto.

    A primeira, cor da bandeira do político é liberdade. Outras, conforme os tempos, crismam-se de progresso melhoramentos materiais economias e moralidade. Como o pedir custa pouco, o político pede tudo, até tributos bem pesados… que não pesem a ninguém.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.