• Como dei com o meu Psiquiatra em Louco de Isabel Stilwell

    Como dei com o meu Psiquiatra em Louco

    Isabel Stilwell

    5,00 

    Como dei com o meu Psiquiatra em Louco de Isabel Stilwell
    Editorial Notícias. Lisboa, 2000, 117 págs. B.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Fernanda Fragateiro

    Homicídios com queijo, duelos de faca e garfo, juízes que colocam os móveis em guarda conjunta, meias que fogem para a Terra das Meias, meninas cujo cérebro se alojou no cotovelo e mulheres que dão alvissaras a quem lhes encontrar a alma perdida. Respire fundo e mergulhe sem medo. Vai ver que estas histórias falam de si.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • URSS Um Pouco do Muito Que eu Vi de A. Sebastião Gonçalves

    URSS Um Pouco do Muito Que eu Vi

    A. Sebastião Gonçalves

    7,50 

    URSS Um Pouco do Muito Que eu Vi de A. Sebastião Gonçalves.
    Editorial Notícias. Lisboa, s.d., 117 págs. E. Il.

    A singeleza da descrição de simples conversas dá-nos uma ideia bem diferente daquela que emanava das camadas dirigentes do nosso país, ideia que procurava evitar a aproximação por causas bem compreensíveis…

    As manifestações de anseio cultural aparecem evidenciadas pelo apontamento de casos concretamente observados, confirmando elementos estatísticos e resultados que não era possível esconder, pois sempre chegava ao nosso alcance o conhecimento dessas realidades, fruto de todo um ambiente que a estrutura política construiu, em profunda oposição aos princípios definidores da ética capitalista, princípios não apenas doutrinários, mas essencialmente impregnados de vontade efectiva de pôr a ciência e a técnica ao serviço do Homem.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Agostinho da Silva: O Império Acabou. E Agora? de Antónia de Sousa

    Agostinho da Silva: O Império Acabou. E Agora?

    Antónia de Sousa

    7,50 

    Agostinho da Silva: O Império Acabou. E Agora? de Antónia de Sousa.
    Editorial Notícias. Lisboa, 2000, 237 págs. B.

    Nos anos de 1986 e 87, a jornalista Antónia de Sousa gravou uma série de conversas com o pensador Agostinho da Silva, “pautadas de reflexões mas também de muitos risos”. São estas conversas, que até hoje permaneceram inéditas, que compõem o volume agora dado à estampa. Um livro indispensável, uma “leitura fascinante” de Portugal e dos portugueses, dos mitos fundadores da nacionalidade e da identidade nacional, às figuras e às obras de gente como o Pe. António Vieira ou o poeta Fernando Pessoa, que ajudaram a definir o país que somos e que sonhámos.

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  • No Regresso Venham Todos: Relato da Companhia nº 2549 de Vasco Lourenço

    No Regresso Venham Todos: Relato da Companhia nº 2549

    Vasco Lourenço

    7,00 

    No Regresso Venham Todos: Relato da Companhia nº 2549 de Vasco Lourenço.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1994, 103 págs. B.

    Vasco Correia Lourenço nasceu em 19 de junho de 1942, em Lousa, Castelo Branco. Integrando desde o início o Movimento dos Capitães, coordenou a organização da sua primeira reunião em 9 de setembro de 1973, vindo a pertencer à sua Comissão Coordenadora e à sua Direção. Único oficial que pertenceu sempre aos órgãos de cúpula do Movimento dos Capitães (CC e Dir.) e do MFA (CCPMFA, CE, C20 e CR).

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  • Ballet Rose

    Ballet Rose

    Francisco Moita Flores

    7,00 

    Ballet Rose: uma novela (a)moral de Francisco Moita Flores de Felícia Cabrita.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1998, 229 págs. B.

    Uma reportagem de Felícia Cabrita publicada o ano passado no Expresso desenterrou o escândalo sexual – conhecido por ballet rose – que, há cerca de trinta anos, fez tremer o Estado Novo, envolveu gente importante e foi pretexto para o degredo de Mário Soares para S. Tomé e Príncipe. Findou com a absolvição dos “senhores” e a condenação de duas prostitutas. Francisco Moita Flores transpôs a história para “um punhado de páginas narrativas”, visando a realização de uma série televisiva. São histórias (reais) de “paixões pedófilas, pederastas e prostituídas”, de mulheres obrigadas a viver ao contrário, de “figurões de ar respeitável mas cheios de vícios” e de crianças ensinadas a ultrapassar as profissionais na “ciência das volúpias”, na escrita fluída de Francisco Moita Flores.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Verdadeira História de Jesus de E. P. Sanders

    Verdadeira História de Jesus, A

    E. P. Sanders

    7,00 

    A Verdadeira História de Jesus de E. P. Sanders.
    Editorial Notícias. Lisboa, 2004, 366 págs. B.

    Entre os seus ensinamentos estão valores como a salvação, a tolerância, e o amor ao próximo, embora em seu nome também tenham sido declaradas guerras ou justificadas torturas e mortes.

    Jesus esteve na génese da maior religião do mundo e os seus discípulos mesmo entre incongruências e dúvidas ajudaram a mudar o mundo. Um estudo com rigor histórico e independência da fé.

    As provas históricas e os feitos que deram origem à maior religião do mundo.

    Quem foi Jesus?
    Homem ou deus?
    Profeta ou herege?
    Utópico ou revolucionário?
    O que fez, o que ensinou e porque morreu?

    Este livro resulta de uma investigação histórica de referência e dá resposta às principais perguntas sobre a personalidade mais marcante da Humanidade.

    A Verdadeira História de Jesus é um estudo meticuloso e fascinante que expõe as provas da figura histórica de Jesus, apresentando uma reconstrução credível do contexto político, social e teológico do enigmático nazareno.

    Um relato abrangente e credível da vida e dos tempos de Jesus, distinguindo o certo do improvável, e os factos históricos das crenças religiosas.

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  • Tempestade Cerebral

    Tempestade Cerebral

    Edson Athayde

    6,00 

    Tempestade Cerebral: A Publicidade (e o Marketing) Segundo o Meu Tio Olavo II – A Missão de Edson Athayde.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1997, 197 págs. B.

    Edson Athayde em Tempestade Cerebral prova que é possível falar de anúncios e estratégias de mercado com sensibilidade, humanismo e, principalmente, humor. É um livro divertido para quem tem curiosidade sobre o mundo da publicidade. E obrigatório para quem é publicitário ou “marqueteiro” e tem mais do que dois dedos de testa. Ou como diria o Tio Olavo: «O cérebro que não se alimenta, devora-se a si mesmo.

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  • Ética e Religião na Sociedade Tecnológica de Helena Jerónimo

    Ética e Religião na Sociedade Tecnológica

    Helena Jerónimo

    10,00 

    Ética e Religião na Sociedade Tecnológica: Os jesuítas portugueses e a revista Brotéria (1985-2000)de Helena Jerónimo.
    Editorial Notícias. Lisboa, 2002, 248 págs. B.

    Ao longo do século XX, os jesuítas portugueses acompanharam a divulgação e o debate científico por intermédio dos artigos publicados na Brotéria. Nas últimas décadas, a revista tem vindo a revelar uma crescente preocupação e tematização das relações entre técnica/ética e ciência/religião, constituindo um dos núcleos fundamentais sobre este tipo de reflexão e posicionamento. Interpretar alguns dos artigos e autores centrais permite clarificar a leitura desta ordem religiosa sobre os assuntos enunciados e constitui uma importante fonte para a análise sociológica de uma reflexão que aborda e se situa na ciência a partir de uma perspectiva religiosa.

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  • Barbareiro de Sevilha de Gioacchino Rossini

    Barbareiro de Sevilha

    Gioacchino Rossini

    5,00 

    Barbareiro de Sevilha de Gioacchino Rossini.
    Editorial de Notícias. Lisboa, 1984, 193 págs. B.

    Esta colecção põe ao alcance dos apreciadores não só os textos das óperas na versão original e com a respectiva tradução portuguesa, como também um guia analítico dos aspectos de maior interesse da partitura, em que se faz menção dos temas musicais mais importantes, um estudo prévio que situa o compositor e a sua obra no contexto cultural da época e a análise dos aspectos vocais, orquestrais e interpretativas mais salientes.

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  • Aprender a Viver de Christophe André

    Aprender a Viver

    Christophe André

    7,00 

    Aprender a Viver: Psicologia da Felicidade de Christophe André.
    Editorial Notícias. Lisboa, 2004, 275 págs. B.

    «Christophe André confia-nos as suas receitas de felicidade. Reivindicando o optimismo, o autor propõe-se oferecer ao leitor as chaves necessárias À construção de uma vida mais feliz.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Opus Dei: uma investigação jornalística de Vittorio Messori

    Opus Dei: uma investigação jornalística

    Vittorio Messori

    7,00 

    Opus Dei: uma investigação jornalística de Vittorio Messori.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1995, 303 págs. B.

    Vittorio Messori identificou o Opus Dei como uma instituição decisiva para o futuro da Igreja no terceiro milénio e, a convite de um editor italiano, resolveu Investigar sobre o tema.

     

    Desde há bastantes anos, de fora, e sem manter contactos regulares, o jornalista acompanhou como espectador interessado o pulsar vital da instituição mas, ao aceitar o desafio de escrever sobre o Opus Dei, empenhou-se na tarefa com redobrada tenacidade, disposto a não deixar nenhum ponto por esclarecer.

    O Opus Dei aceitou a proposta de ser visto de alto a baixo, permitiu a consulta de todos os arquivos.

    Cruzou a informação de dentro com a de fora, ouviu críticas e apologias, tentou apurar todos os factos e ser o mais exaustivo possível.

     

    Trabalhou mals de um ano nesta pesquisa, mobilizou colaboradores, viajou por Itália e fora de Itália, viveu meses em centros do Opus Del, entrevistou centenas de pessoas, Incluindo o Prelado do Opus Dei e os máximos responsáveis da Igreja.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

    Desde há bastantes anos, de fora, e sem manter contactos regulares, o jornalista acompanhou como espectador interessado o pulsar vital da instituição mas, ao aceitar o desafio de escrever sobre o Opus Dei, empenhou-se na tarefa com redobrada tenacidade, disposto a não deixar nenhum ponto por esclarecer.

    O Opus Dei aceitou a proposta de ser visto de alto a baixo, permitiu a consulta de todos os arquivos.

    Cruzou a informação de dentro com a de fora, ouviu críticas e apologias, tentou apurar todos os factos e ser o mais exaustivo possível.

    Trabalhou mals de um ano nesta pesquisa, mobilizou colaboradores, viajou por Itália e fora de Itália, viveu meses em centros do Opus Del, entrevistou centenas de pessoas, Incluindo o Prelado do Opus Dei e os máximos responsáveis da Igreja.

  • Anuário Comercial de Portugal (Vol. III) de Empresa Nacional de Publicidade

    Anuário Comercial de Portugal (Vol. III)

    Empresa Nacional de Publicidade

    10,00 

    Anuário Comercial de Portugal (Vol. III) de Empresa Nacional de Publicidade.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1970, 1466 págs. E.

    Índice Corográfico das Ilhas Adjacentes

    Ilhas Adjacentes – Açores e Madeira
    Portugal Ultramarino
    – Índice Corográfico
    – Cabo Verde
    – Guiné
    – S. Tomé e Príncipe
    – Angola
    – Moçambique
    – Estado da Índia
    – Macau
    – Timor

    Exportadores Especializados
    Firmas Estrangeiras Representadas em Portugal
    Lista Alfabética dos Telex
    Lista de Endereços Telegráficos de Lisboa e Porta
    Lista de Produtores de Matérias que não são comuns a todos os concelhos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Valéria, Valéria

    Valéria, Valéria

    Júlia Nery

    6,00 

    Valéria, Valéria de Júlia Nery.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1998, 201 págs. B.

    Tratando-se embora da história de Valéria, através de quem se entra na intimidade da mãe, na escola e nas festas dos amigos, onde há «hospitalidades de charros e de speeds», este Valéria, Valéria é também a história de Marinela, a mulher que foi educada para ficar quieta a ver os outros correrem pela vida ou escorregando nela e ainda de Rui Jorge, o surfista, que por tanto sonhar actos heróicos arriscará a vida durante a instrução para Comandos, de Teco, que colecciona chumbos, de Clara, que, aos 16 anos, se assume (afectiva e economicamente) como mãe solteira e de Bia, que quer ser mulher objecto. É, no fundo, um romance de confidencialidades, atravessado por afectos de gentes que preferem as interrogações às respostas que possam abalar o universo burguês onde nasceram e cresceram, de pessoas que, às regras de conduta e lições de moral, desejam antes um ombro para amparar os gritos e um ouvido silenciosoonde aninhar os seus desgostos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Polícias Sem História de Francisco Moita Flores

    Polícias Sem História

    Francisco Moita Flores

    6,00 

    Polícias Sem História de Francisco Moita Flores.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1996, 166 págs. B.

    Um olhar irónico sobre a vida do ponto de vista dos polícias e não só…

     

    Teve o direito a votar e votou. O direito de comprar o carro a prestações e comprou. A adquirir casa com o juro bonificado e adquiriu. A ir ao médico e escolher se queria consulta com recibo verde e escolheu. Mas, sublimidade de todas as coisas sublimes, teve direito ao protesto e não protestou. A fazer greve e não fez. A revoltar-se contra a arrogância e preferiu o silêncio. A reagir à injustiça e quedou-se atormentado. A indignar-se contra a hipocrisia e morder a raiva até espirrar sangue. Foi solidário. Todos os domingos dava esmola a um mendigo e, ainda que por medo, nunca deixou sem gorjeta um arrumador de carros. Deus deu-lhe o nome de Ernesto. O Diabo fez dele polícia.

    📕 2ª Edição.
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  • Textos I e II de Karl Marx

    Textos I e II

    Karl Marx

    20,00 

    Textos I e II de Karl Marx.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1978, 259 págs. E.

    Índice – Vol. I

    O « Manifesto do Partido Comunista»; Filosofia e Método; História, Colonialismo.

     

    Índice – Vol. II

    Economia; Do Homem Alienado à Sociedade Comunista; A Luta de Classes.

     

    Os textos aqui reunidos não pretendem, pois, de modo algum, proporcionar um «resumo» do marxismo, uma espécie e Marx «de bolso». São apenas os mais representativos do pensamento e do estilo de Marx, e a este respeito, permitem como que uma vista «em planos da sua obra. Esta obra é imensa. A preocupação de dar a este volume dimensões convenientes levou-nos a efectuar, na infinita riqueza que ela nos oferece, uma selecção cujo carácter limitado não ocultaremos. Somente retivemos o que nos parece constituir, senão o essencial, pelo menos o ponto de partida de uma leitura mais ambiciosa de Marx.

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  • Viúvo, O

    Viúvo, O

    Fernando Dacosta

    6,00 

    O Viúvo de Fernando Dacosta.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1996, 213 págs. B.

    «O Viúvo é um romance diferente. Na sua narrativa, saturada de dor tranquila, caldeiam-se lances de realismo mágico, miúdas observações do quotidiano pobre, reflexões e lembranças de um tempo revoluto, a ditadura, a guerra colonial, as romarias, os carrocéis, os cantores ambulantes, a mudança que chega através da televisão. É um melancólico, lúcido, lento romance, de estrutura e escrita aventurosa, perpassado por um canto agónico, às vezes iluminado por um riso novo, por comentários provocatórios, de uma inocência ou de uma acuidade invulgares.»
    Urbano Tavares Rodrigues

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.