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  • Novas Instalações para o Ensino Construídas entre 1968 e 1972 de Rui Sanches

    Novas Instalações para o Ensino Construídas entre 1968 e 1972

    Rui Sanches

    10,00 

    Novas Instalações para o Ensino Construídas entre 1968 e 1972 de Rui Sanches.
    Ministério das Obras Públicas. Lisboa, 1973,

    Enfrentando com decisão os problemas relativos às carências de instalações para o ensino, o Ministério das Obras Públicas concluiu no período decorrente de 1968 a 1972, os edifícios destinados a estabelecimentos dos Cursos Preparatório, Secundário e Médio, que figuram nesta publicação.

    Trata-se de um conjunto de 42 novas instalações, que entraram em funcionamento nesse período, ao qual se devem acrescer mais 8 escolas para o Ensino Preparatório cujas obras terminarão até ao início do próximo ano lectivo, o que perfaz um total de 50 edifícios concluídos.

    Incluí
    Escolas do Ciclo Preparatório
    Luis António Verney (Lisboa), Pedro de Santarém (Lisboa), Barbosa du Bocage (Setúbal), Álvaro Velho (Barreiro); D. António da Costa (Almada), Paulo da Gama (Seixal), Dr. João de Barros (Figueira da Foz), Afonso de Aveiro (Aveiro), Dr. Oliveira Salazar (Viseu), Eugénio de Castro (Coimbra), Afonso de Paiva (Castelo Branco), André Soares (Braga), José Luciano de Castro (Anadia), Afonso III (Faro).

    Liceus
    D. Pedro V (Lisboa), D. Diniz (Olivais, Lisboa), Queluz (Sintra), Amadora (Oeiras), Cascais (S. João do Estoril, Cascais), Figueira da Foz, Guarda, Covilhã, António Nobre (Porto), Garcia de Orta (Porto), Matosinhos, Bragança, Angra do Heroísmo.

    Escola Técnicas
    Escola de Artes Decorativas de António Arroio (Lisboa), Torres Vedras, Santarém, Évora, Gouveia, Guarda, Oliveira Martins (Porto), S. João da Madeira, Espinho, Ponta Delgada.

    Escola Agrícolas
    Santarém, Évora (2ª Fase), Coimbra (2ª Fase), Quinta da Lageosa (Covilhã), Mirandela.

    Instituto Industrial
    Lisboa, Coimbra.

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  • Novas Instalações do Governo Civil de Viana do Castelo

    Novas Instalações do Governo Civil de Viana do Castelo

    Direcção-Geral dos Edíficios e Monumentos Nacionais

    10,00 

    Novas Instalações do Governo Civil de Viana do Castelo de Direcção-Geral dos Edíficios e Monumentos Nacionais.
    Ministério das Obras Públicas. Lisboa [?], 1973. B.

    Os serviços do Governo Civil ficaram distribuídos pelos quatro pisos do edifício: no rés-do-chão, localizaram-se com acessos directos do átrio principal, os serviços de contacto com o público, nomeadamente a secretaria e o sector de passaportes, e as instalações destinadas a reuniões de autarquias locais e outras organizações de interesse público; no 2.° piso entrepiso, os núcleos dos arquivos de consulta corrente e arrecadações; no 3. pavimento andar nobre os gabinetes do Governador, do secretário particular e do secretário do Governo Civil, as salas de espera e de visitas e o salão nobre, com possibilidade, sempre que se justifique, de poder englobar a referida sala de visitas e a sala de estar da residência; finalmente, np 4º piso, amplos arquivos e arrumações.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Valores de Portugal de Eugénio CorreiaValores

    Valores de Portugal

    Eugénio Correia

    30,00 

    CORREIA, Eugénio; MONTEZ, Paulino. VALORES DE PORTUGAL: REGISTO DE IMÓVEIS DE INTERESSE HISTÓRICO, ARTÍSTICO OU PITORESCO E DE OBRAS NATURAIS. CONCELHO DE VISEU: ESTRADAS, PONTES E OUTRAS OBRAS ATRIBUÍDAS AOS ROMANOS . Lisboa, Ministério das Obras Públicas, 1968, 182 págs. 

    Registam-se, nesta publicação, e noutras similares, os mais diversos valores encontrados no País, em zonas urbanas e rurais. São obras de interesse histórico, de interesse artistico ou de interesse pitoresco; obras de carácter popular ou erudito; obras de arquitectura religiosa (igrejas, capelas, mosteiros, cruzeiros, etc.); de arquitectura civil (palácios e casas modestas de habitação, e seus anexos: parques, jardins, pontes, lagos, arrecadações, eiras, etc.); de arquitectura militar (castelos, fortalezas, torres ou muralhas); e, ainda, antigas estradas, pontes e poldras; e obras naturais (penedos ou massas rochosas, notáveis pelo seu aspecto e volume, árvores de grande porte e trechos de paisagem).

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    📷 Ilustrado

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  • 25 Anos de Construção de Grandes Aproveitamentos Hidróeléctricos

    Vinte e Cinco: 25 Anos de Construção de Grandes Aproveitamentos Hidróeléctricos (1946-1971)

    Rui Sanches

    10,00 

    25 Anos de Construção de Grandes Aproveitamentos  Hidróeléctricos (1946-1971) de Rui Sanches.
    Ministério das Obras Públicas. s.d., 34 págs. B. Il.

    Completam-se agora 25 anos sobre a criação no Ministério das Obras Públicas da Comissão de Fiscalização das Obras dos Grandes Aproveitamentos Hidroeléctricos.

    A efeméride tem um significado especial, porque assinala o começo do aproveitamento dos nossos rios para a produção de grandes quantidades de energia eléctrica.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.