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  • Porta do Ser de José Enes (94)

    Porta do Ser

    José Enes

    7,00 

    À Porta do Ser de José Enes
    Instituto Nacional de Investigação Científica. Lisboa, 1990, 517 págs. B.

    🗂️Colecção: Filosofia | 2

    Tratado de gnosiologia e metafísica centrado na teoria do conhecimento e na experiência do ser. Tomando como base o texto de São Tomás de Aquino, o filósofo açoriano José Enes analisa a validade e a estruturação lógica e noética do juízo de perceção externa. A investigação recorre a pressupostos da fenomenologia contemporânea e do pensamento de Martin Heidegger para examinar como o ato de conhecer se articula com o mundo sensível, distanciando-se das abstrações conceptuais puras para fundamentar o conhecimento enquanto vivência real e inteligível.

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    Características do Exemplar
    🟣 As duas primeiras folhas apresentam desgaste visível não afecta o texto.
    Peso: 790g
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  • Lísis

    Lísis

    Platão

    7,00 

    Lísis de Platão.
    Instituto Nacional de Investigação Científica. Coimbra, 1990, 116 págs. B.

    Em “Lísis” de Platão, a profunda questão “O que é a Amizade?” permanece sem resposta, refletindo a natureza evasiva da temperança explorada em “Carmides”. Este diálogo captura a vivacidade da vida grega ao retratar a juventude e a beleza, ao mesmo tempo em que investiga a intrincada relação entre conhecimento, virtude e o bem—ecoando temas encontrados em “Laques”. Apresentando Sócrates como o sábio ancião que guia os jovens Lísis e Menexeno, “Lísis” convida os leitores a contemplar as complexidades da amizade e a busca por compreensão em um rico contexto histórico.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Hipólito

    Hipólito

    Euripides

    7,50 

    A tragédia Hipólito é tida, desde a antiguidade, como uma das peças mais perfeitas de Eurípides, embora uma ou outra voz dissonante pretenda imputar-lhe falta de unidade.

    Autores há que a consideram até a obra-prima das peças euripidianas, pelo nível da sua estrutura em que se combinam numa perfeita harmonia o prólogo, as odes corais e o êxodo. O contraste mais marcante que nela se observa é, sem dúvida, o de moderação/excesso. Existe predominantemente nas perso- nagens principais – Hipólito e Fedra-, embora, esporadicamente, surja também nas secundárias. – in Introdução de Bernardina de Sousa Oliveira

  • Filoctetes

    Filoctetes

    Sófocles

    7,50 

    Filoctetes de Sófocles.
    Instituto Nacional de Investigação Científica. Coimbra, 1979, 125 págs. B.

    O Filoctetes (409 a.C.) baseia-se no contraste entre três figuras, duas que se opõem frontamente, Filoctetes e Ulisses, e uma terceira que é atraída ora para a esfera de um, ora para a esfera do outro, Neoptólemo. Filoctetes, o homem abandonado que a solidão e o sofrimento endureceram, sem lhe destruírem a sensibilidade; Ulisses, o político sem escrúpulos morais que age pelo oportunismo e o interesse e utiliza quaisquer meios para conseguir os seus objetivos; Neoptólemo, o jovem ingénuo, bom e generoso, que aprende com as situações embaraçosas, e sofre uma visível transformação psicológica. Da correlação de forças entre estas três personagens nasce e se desenvolve a ação.

    Neste aspeto Filoctetes é um tanto diferente da generalidade das peças conservadas de Sófocles.Nelas aparecem frequentemente personagens secundárias, cuja missão fundamental é a caracterização, por contraste, do protagonista ou de outra personagem central. É o caso de Ismena na Antígona, de Crisótemis na Electra. Diferentemente, o Filoctetes não tem personagens secundárias que venham caracterizar, por contraste, os seus interlocutores. São praticamente três figuras, a que devemos juntar o Coro, e todas elas importantes, a ponto de não haver unanimidade quanto à figura central.

    No entanto, o nome dado por Sófocles à peça foi o de Filoctetes, e isso tem um significado. O que Sófocles quis pôr em cena foi a tragédia do homem solitário que a ingratidão, a deslealdade, a injustiça lançaram numa ilha deserta, o drama do homem que dez anos de solidão endureceram no ódio e na revolta. Filoctetes não se deixa dobrar e prefere quebrar. […] Embora a injustiça sofrida lhe tenha provocado um ódio entranhado a Ulisses e aos Atridas, não o fez descrer de todo nos homens, como está patente na necessidade que sente de ajuda e no desejo que manifesta de sair da ilha deserta e de regressar à pátria. À vista de Neoptólemo e dos seus homens, a esperança parece raiar-lhe num momento fugaz em explosão de alegria; mas foi lampejo que logo se sumiu no escuro do desengano.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Revendo as Antas de Reguengos de Monsaraz de Victor S. Gonçalves

    Revendo as Antas de Reguengos de Monsaraz

    Victor S. Gonçalves

    20,00 

    Revendo as Antas de Reguengos de Monsaraz de Victor S. Gonçalves. Instituto Nacional de Investigação Científica. Lisboa, 1992, 238 págs. B.

    Fala-se aqui de coisas velhas e novas, de protagonistas e de acções, de tempos perdidos e da arte de os recuperar. E ainda que tendo presentes as terríveis limitações que se levantam ao trabalho do arqueólogo, decorrentes da distância temporal ao objecto de estudo e das dificuldades de releitura dos registos, a mensagem global é de esperança e orgulho. Esperança em tempos de melhor Arqueologia, orgulho num trabalho compar- tilhado com muitos outros investigadores das Ciências do Homem, o da reconstrução do passado.

    📝 Sublinhados a lápis