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  • Sebastianismo - História Sumária de José van den Besselaaar

    Sebastianismo – História Sumária

    José van den Besselaaar

    7,00 

    Sebastianismo – História Sumária de José van den Besselaaar
    Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. Lisboa, 1987, 193 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Breve | 110

    O sebastianismo é uma espécie de messianismo.

    O tipo de messianismo a que pertence o sebastianismo português é póprio de uma sociedade não secularizada, digamos uma sociedade «sacral». Tal messianismo é inconcebível sem uma fé religiosa, professada pela grande maioria da sociedade.

    O povo que nutre esperanças messiânicas tem, por via de regra, a ideia de ser um «povo eleito» ou privilegiado pelo Céu.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Do Pícaro na Literatura Portuguesa de João Palma-FerreiraPícaro na Literatura Portuguesa

    Pícaro na Literatura Portuguesa, Do

    João Palma-Ferreira

    6,00 

    Do Pícaro na Literatura Portuguesa de João Palma-Ferreira.
    Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. Lisboa, 1981, 152 págs. B.

    A literatura picaresca, de fundas raízes castelhanas, teve ampla representação em escritores portugueses desde o século XVII até aos nossos dias.

     

    Muitos deles ficaram esquecidos e até inéditos, apesar da qualidade literária e da fidelidade expressiva do que é essencial no género, desde o sentido de rebelião contra os quadros estabelecidos pela moral convencionalizada numa sociedade rígida, até às implicações de contraponto moralístico que é acentuado em vários autores.

    📝 Assinatura de posse.

  • Primitivo Teatro Português de Luiz Francisco Rebello

    Primitivo Teatro Português

    Luiz Francisco Rebello

    6,00 

    PRIMITIVO TEATRO PORTUGUÊS DE LUIZ FRANCISCO REBELLO
    Instituto de Cultura Portuguesa. Lisboa, 1977. 118 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Breve | 5

    Ensaio de síntese histórica sobre as origens e a evolução do teatro em Portugal, abrangendo o período que antecede a obra de Gil Vicente e a consolidação do teatro renascentista. O autor, Luiz Francisco Rebello, analisa as manifestações dramáticas medievais, os espetáculos de corte, os momos e os mistérios de pendor religioso, enquadrando as produções no contexto sociocultural da época. O volume inclui notas bibliográficas adicionais orientadas para o estudo da dramaturgia portuguesa primitiva.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 180g
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  • Gil Vicente - o autor e a obra

    Gil Vicente – o autor e a obra

    Paul Teyssier

    6,00 

    Gil Vicente – o autor e a obra de Paul Teyssier.
    Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. Lisboa, 1982, 177 págs. B.

    Como outras obras fundamentais da literatura universal os autos de Gil Vicente exigem periodicamente uma nova leitura que leve em conta os resultados de muitos trabalhos críticos que lhes têm sido dedicados, tanto em Portugal como no Estrangeiro, e que ao mesmo tempo tente lançar sobre eles um olhar novo, moderno e desmistificador, propondo criativamente uma interpretacão global apta a satisfazer as exigências de entendimento crítico dos homens do nosso tempo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pintura Maneirista em Portugal por Vitor Serrão (95)

    Pintura Maneirista em Portugal

    Vitor Serrão

    6,00 

    A PINTURA MANEIRISTA EM PORTUGAL DE VITOR SERRÃO
    Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. Lisboa, 1982. 150 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Breve | 65

    Estudo fundamental da autoria de Vítor Serrão, especialista de referência em arte renascentista e maneirista. A obra analisa a modernidade da pintura portuguesa do século XVI no contexto do Maneirismo internacional, focando na resposta artística à Contra-Reforma.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 240g
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  • Vanguardas na Poesia Portuguesa do Século XX

    Vanguardas na Poesia Portuguesa do Século XX

    E. M. de Melo e Castro

    6,00 

    Vanguardas na Poesia Portuguesa do Século XX de E. M. de Melo e Castro.
    Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. Lisboa, 1980, 113 págs. B.

    A palavra Vanguarda tem hoje uma carga significativa que torna relevante o seu uso nas interpretações literárias.

     

    Não se faz neste ensaio uma história da poesia portuguesa no século XX mas sim uma nova leitura, sincrónica e perspectivada, sob o critério operacional da noção de Vanguarda.

     

    Procura-se inquirir os vários significados dessa mesma noção e a maior ou menor pertinência das suas práticas no contexto da poesia portuguesa do presente século.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poesia Portuguesa do Orpheu ao Neo realismo de Eugénio Lisboa

    Poesia Portuguesa do Orpheu ao Neo-realismo

    Eugénio Lisboa

    6,00 

    POESIA PORTUGUESA DO ORPHEU AO NEO-REALISMO DE EUGÉNIO LISBOA
    Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. Lisboa, 1980. 129 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Breve | 55

    Ensaio crítico e analítico de referência da autoria do prestigiado ensaísta, crítico literário e diplomata Eugénio Lisboa (1930-2024). A obra oferece um roteiro lúcido sobre as profundas transformações da poesia em Portugal na primeira metade de novecentos, dissecando com invulgar acuidade o impacto estético das vanguardas modernistas introduzidas pela geração d’Orpheu, a reacção conceptual operada pelo grupo da Presença e a posterior emergência da poesia de pendor social do Neo-Realismo. Um volume de consulta capital para o estudo e a compreensão das correntes literárias contemporâneas portuguesas.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 185g
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  • Aspectos da Herança Clássica na Cultura Portuguesa de Maria Leonor Carvalhão Buescu

    Aspectos da Herança Clássica na Cultura Portuguesa

    Maria Leonor Carvalhão Buescu

    6,00 

    Aspectos da Herança Clássica na Cultura Portuguesa de Maria Leonor Carvalhão Buescu.
    Instituto de Cultura Portuguesa. Lisboa, 1979, 100 págs. B.

    A permanência do legado clássico, grego-latino, na cultura portuguesa assume as formas e expressões mais diversas, desde os tempos mediévicos até à contemporaneidade, mas é uma constante sem interrupções nem rupturas.

    Assim o documenta uma análise que, sem a pretensão de oferecer um inventário exaustivo, foca pontualmente os aspectos mais significativos ou mais vivencialmente presentes ao longo de uma história cultural coerente e original.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Livros de Viagens em Portugal no Século XVIII e a sua Projecção Europeia de Castelo Branco Chaves

    Livros de Viagens em Portugal no Século XVIII e a sua Projecção Europeia

    Castelo Branco Chaves

    6,00 

    Livros de Viagens em Portugal no Século XVIII e a sua Projecção Europeia de Castelo Branco Chaves.
    Instituto de Cultura Portuguesa. Lisboa, 1977, 95 págs. B.

    Nos livros de viagens de estrangeiros em Portugal no século XVIII o conceito anterior à observação, as ideias preconcebidas, a curta permanência e a ignorância da língua, falsearam em muitos casos a fisionomia social do português dessa época.

    Mas, no conjunto, constituem certamente um elemento para a caracterização da terra e do povo, depois de criticamente expurgados do que neles ficou de tendencioso e improvisado, quando não propositadamente mentido.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • NOVELÍSTICA PORTUGUESA NO SÉCULO XVI DE ETTORE FINAZZI AGRÒ

    Novelística Portuguesa no Século XVI

    Ettore Finazzi-Agrò

    6,00 

    Novelística Portuguesa no Século XVI de Ettore Finazzi-Agrò.
    Instituto de Cultura Portuguesa. Lisboa, 1978, 125 págs. B.
    🗂️Colecção: Biblioteca Breve | 24

    Estudo da prosa narrativa portuguesa do século XVI, que identifica, nas suas três modalidades principais, a sentimental, a cavaleiresca e a bucólica, um conjunto valioso de criações originais e de variantes dentro da matriz cultural europeia da época. Frequentemente marcada por um propósito pedagógico-exemplar, esta novelística constitui um retrato fiel do contexto histórico português e europeu em que se inscreve.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
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  • Introdução à Lírica de Camões

    Introdução à Lírica de Camões

    Leodegário de Azevedo Filho.

    5,00 

    Introdução à Lírica de Camões de Leodegário de Azevedo Filho.
    Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. Lisboa, 1990, 183 págs. B.

    Professor titular das Universidades Federal e do Estado do Rio de Janeiro, o Prof. Leodegário de Azevedo Filho é um especialista bem conhecido dos estudos camonianos.

    Neste livro, apresenta-nos as questões centrais que se levantam a propósito da lírica de Camões e fixa a constituição do seu canone, explicitando a metodologia e os critérios seguidos.

    O trabalho é seguido de uma Pequena Antologia comentada.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.