Lua-de-Mel no Irão de Alison Wearing Gótica. Lisboa, 2001, 280 págs. B.
Alison Wearing é uma jornalista canadiana e multi-premiada autora de livros de viagens. Visitou o Irão durante um ano e relata-nos essa viagem, dando-nos o retrato das várias pessoas com quem ela e Ian, suposto marido que com ela viajou, já que para uma mulher será praticamente impossível fazer turismo sozinha no país de Kohmeini, se cruzaram ao longo da estadia. Não se pense que Wearing adopta uma postura de quem está acima. Ela limita-se a relatar e retratar pessoas e situações, com ironia, subtileza e humor, e, ao mesmo tempo, a tentar perceber uma sociedade que é bastante diferente da nossa e que poderá mesmo inspirar o medo, tal como acontecia com a jornalista/escritora antes de se decidir visitar o Irão.
Contra a Interpretação e Outros Ensaios de Susan Sontag.
Gótica. Lisboa, 2004, 367 págs. B.
«Contra a interpretação» é um dos mais célebres ensaios de Susan Sontag e o que dá título à sua primeira coletânea de ensaios e recensões, publicada em 1966. Sobre estes escritos, Sontag observou que escrevia «com fervorosa parcialidade, acerca de problemas que […] suscitavam certas obras de arte, maioritariamente contemporâneas, de géneros diferentes: queria revelar e clarificar os pressupostos teóricos subjacentes a determinados juízos de valor e gostos». Entre eles, encontram-se «A morte da tragédia», «Notas sobre o camp», «Marat/Sade/Artaud» e «Sobre o estilo» (publicados na Partisan Review); «Os Cadernos de Camus» e «Ionesco» (New York Review of Books); «O artista como sofredor exemplar» (The Second Coming); «Uma cultura e a nova sensibilidade» (Mademoiselle); e «A imaginação da catástrofe» (Commen-tary), para nomear apenas alguns.
«Vieira de Castro não queria perder a vida num remoto canto da província. Queria conquistar Lisboa e o país. E, sobretudo, que o amassem e o admirassem. Queria glória.»
É a partir da biografia deste homem, José Cardoso Vieira de Castro, que, na segunda metade do século XIX foi «um dirigente académico com alguma importância; um jornalista menor; um escritor sem talento; um político sem poder; um criminoso e um degredado» – que Vasco Pulido Valente constrói uma obra que ele próprio classifica como um livro de história: «Não é um livro de história a fingir de romance, nem um romance documental.», mas história em que as pessoas não se iludem. Glória é um livro sobre a ambição, a paixão, o poder, o dinheiro e o crime.
O Oráculo de Mallory de Carol O’ Connell. Gótica 2000 – Sociedade Editora e Livreira. Lisboa, 2001, 286 págs. B.
Quando Kathleen Mallory tinha 10 anos era uma criança selvagem que vivia nas ruas e roubava para sobreviver. Foi então que um polícia chamado Markowitz a levou para casa, para a mulher, Helen, a civilizar…
Agora que Mallory, uma mulher lindíssima e sofisticada, é por sua vez detective da polícia e tem a seu cargo uma importante base de dados, alguém assassina o homem que ela considera seu pai – o único homem de quem alguma vez gostou.
Mais habituada à companhia dos computadores do que à das pessoas, Mallory desce ao pesadelo urbano de Nova lorque para apanhar o assassino.
O Oráculo de Mallory é uma perigosa perseguição pelo submundo da cidade, através dos cabos de fibra óptica das mais aperfeiçoadas redes de computadores e por detrás dos estores das elegantes residências de Gramercy Park.
OBJECTOS CORTANTES DE GILLIAN FLYNN Gótica. Algés, 2007. 255 págs. B.
Primeiro romance de Gillian Flynn, autora que viria a consagrar-se com Desaparecida. A jornalista Camille Preaker, recém-saída de um internamento psiquiátrico, é enviada para a pequena cidade onde cresceu para cobrir o assassinato de duas raparigas. Confrontada com a mãe hipocondríaca com quem mal fala e com uma meia-irmã adolescente que exerce um fascínio perturbador sobre a comunidade, Camille vê-se obrigada a revisitar o seu próprio passado traumático para chegar à verdade.
────────────────── Características do Exemplar
✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Peso: 340g
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