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  • Poeta de Pondichéry

    Poeta de Pondichéry

    Adilia Lopes

    40,00 

    Poeta de Pondichéry de Adilia Lopes.
    Frenesi. Lisboa, 1986, 24 págs.. B.

    Trata-se da obra que – muito justamente – catapultou Adília Lopes (1960-2024) para o estrelato das letras nacionais. Foi o seu primeiro livro na casa editora frenesi, e mereceu desde logo a atenção de Carlo Vittorio Cattaneo, que o fez publicar em Itália (1988), mas também de Henri Deluy que, em 1993, o dá a conhecer a Paris, e de August Willemsen que, em 1997, está na base do seu aparecimento em Roterdão.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Os Ratos da Inquisição de António Serrão de Crasto

    Ratos da Inquisição, Os

    António Serrão de Crasto

    7,50 

    Os Ratos da Inquisição de António Serrão de Crasto.
    Frenesi. Lisboa, 2004, 175 págs. B.
    𓂃🖊 Prefácio de Camilo Castelo Branco.

    Escrito no coração das prisões da Santo Ofício, Os Ratos da Inquisição é um testemunho literário de coragem e engenho. António Serrão de Crasto, poeta cristão-novo e figura incómoda do seu tempo, transformou a experiência brutal do cativeiro numa sátira surpreendentemente viva, onde o riso e a ironia se tornam armas contra o medo.

    Estas décimas, compostas ao longo de dez anos de clausura, revelam uma voz ousada que não se deixou silenciar. Entre crítica, humor e resistência, Serrão de Crasto oferece-nos um retrato único da vida sob o Santo Ofício. Prefaciada por Camilo Castelo Branco, esta edição moderniza a ortografia, preserva o ritmo e devolve ao público uma obra rara que fala tanto ao passado como ao presente.

    Uma obra rara, provocadora e surpreendentemente atual – para quem procura literatura com história, força e coragem.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Lisboa na Rua

    Lisboa na Rua

    Júlio César Machado

    6,00 

    Lisboa na Rua de Júlio César Machado.
    Frenesi. Lisboa, 2002, 179 págs. B.

    As cidades são o luxo das nações; não passam disso. Aqui vêm parar sempre as ambições, as misérias e os erros, e só têm por prenda o entreter a um tempo os olhos, os ouvidos e as goelas, mercê dos espectáculos, da bulha e das tabernas.

    Ao lado disto tudo, por isso mesmo, maior pobreza, mais sórdida, mais repugnante, acotovelando a elegância descuidosa, a patuscada familiar, aguçando a dentuça, e planeando essas desforras formidandas, em que anda agora a cismar uma porção de povo.

    Ao fundo da cena aparecem os jornais, fresquinhos, ainda a cheirarem à tinta da imprensa, que se mete pelo nariz, e faz estontear a cabeça com aquelas palavrinhas sonoras ao ilustre colega, e ao esclarecido este, ao honrado aquele, ao sempre generoso povo soberano – e à sua louvável paciência, moderação e critério.

    Toda esta coisa fermenta, trabalha, mexe-se, e chega a produzir uma pânria especial, um incómodo parecido com a febre dos hospitais, que se pega dos que estão mal aos que estão bem, dos espíritos enfermos aos sãos e acaba por uma parlapatice geral.

    A vida de Lisboa é tão essencialmente factícia, que só aqui é que podem ?

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Herói, O

    Herói, O

    Baltasar Gracián y Morales

    7,00 

    Heróis de Baltasar Gracián y Morales.
    Frenesi. Lisboa, 2003, 84 págs. B.

    «Toma-se a altura a uma torrente pela elevação do gosto.»

    Do Prólogo:

    «[…] talvez não seja despiciendo voltar a ler este mestre barroco da retórica, para mais ibérico, e ainda por cima contemporâneo do reinado filipino e das nossas guerras da Restauração.

    […] é Gracián quem introduz no pensamento da sua época a marca de uma contra-utopia, a que hoje chamaríamos a experiência do niilismo. […]»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

    […] é Gracián quem introduz no pensamento da sua época a marca de uma contra-utopia, a que hoje chamaríamos a experiência do niilismo. […]»